Não-zero entre vendedores das lojas de celular

Passamos várias horas do domingo andando de carro pela cidade. Isso porque eu não consegui, após ligar várias vezes para o SAC da minha operadora, saber onde ficam as lojas da própria operadora e o horário de funcionamento. Será que eu são tão poucas pessoas que precisam dessa informação? Também tive dificuldade para achar isso no site. Resultado: peregrinamos por São Paulo. Passamos por três shopping centers e quatro bairros até encontrar. Mas valeu. Dois casos merecem registro.

Hello-ow?!... Em uma das lojas revendedoras, pedimos ao atendente (muito prestativo, reconheço) para nos dar o telefone da outra loja em outro shopping. Ele respondeu: "Não adianta porque eles não atendem. Nós também não atendemos... não dá tempo." É que eles priorizam o atendimento aos clientes que chegam, mas achamos meio, sei lá, ridículo o fato da loja da operadora não atender telefone. E se os funcionários não vão atender, por que existe a linha?

Aliança improvável Chegamos ao shopping e aproveitamos o fato da loja em questão estar cheia para cotar o mesmo serviço na concorrente. O vendedor concorrente nos disse que precisaríamos de uma conta de celular para termos um preço especial. Não tínhamos trazido. Mas no problem! Ele foi falar com o "brother" dele, vendedor da minha operadora, para puxar a conta.

Uma mão lavando a outra. Dentro da disputa entre as empresas existe espaço informal para a colaboração entre os pequenos. Isso deve ser prática corrente. Seguramente é recíproco. Total não-zero!




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