Mercenários vs. Piratas na batalha pela distribuição de conteúdo na Web
Muitas empresas proibem ou impedem tecnicamente que seus funcionários acessem sites com YouTube, para combater a dispersão durante as horas de trabalho. Mas começam a aparecer empresas que pagam para quem quiser passar o dia assistindo videos pela internet. A pegadinha é o objetivo: encontrar conteúdo pirateado e pedir que ele seja retirado do ar.
É quase um mal negócio para os caras que fazem o trabalho sujo. Os mais de 20 analistas da startup californiana BayTSP recebem salário mínimo - US$ 11 por hora - para executar uma entediante corrida de gato e rato com os internautas. Na entrevista de emprego eles responderam que sim à pergunta: "Você está preparado para assistir os mesmos vídeos um milhão de vezes?"
Mas os executivos da BayTSP parecem estar faturando. A Viacom, controladora da MTV, paga US$ 100 mil por mês para que seus vídeos sejam encontrados e retirados de sites como o YouTube. E apesar de não poder revelar os nomes de outros clientes, a BayTSP diz que cobra até US$ 500 mil por mês de clientes - entre os quais cinco são estúdios de TV e cinema - para encontrar na internet cópias ilegais de programas, música e clipes.
Leia o artigo completo no WSJ aqui.





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