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experimento | Não Zero

experimento

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Como acompanhar e participar do casamento real pela Internet

Sexta-feira, dia 29, é o dia do casamento real britânico. Milhares de pessoas nas ruas de Londres, centenas de milhares provavelmente acompanhando o evento pela TV ou por outros meios. Muita gente é sinônimo de oportunidade para observar e participar de experimentos via Internet.

Aqui vão algumas informações úteis para explorar a comunicação em rede durante o casamento.

- o hashtag é #rw2011 (ou #RoyalWedding), mas pode-se adotar também o #rw2011BR para filtrar as mensagens de tuiteiros brasileiros

- Haverá transmissão ao vivo pelo canal do YouTube: http://www.youtube.com/TheRoyalChannel

- O Mashable já fez o serviço de juntar todos os links relacionados ao evento, inclusive: site oficial, página oficial no Facebook, Flickr e conta no Twitter, além da relação de sites que farão streamming do video.

- A BBC fez uma reportagem televisiva sobre o uso da internet na cobertura do evento. Lembrou que este será o casamento real em que as pessoas poderão estar mais perto dos acontecimentos. Será também um experimento para a realeza do país em relação ao uso do Internet. O próprio anúncio do casamento saiu primeiro pelo Twitter em 23 de novembro.

- Para se ter uma ideia do trajeto, o Google colocou no ar uma animação em 3D e o jornal Daily Telegraph registrou o roteiro da rua em um vídeo de 42 segundos.

- O site Market Sentinel mostra a reverberação do casamento até o momento na Internet e traz, além dos links que já estão neste post, referências de apps relacionados ao tema.

Para quem estiver em Londres

- Para quem estiver na cidade, há previsão de chuva forte durante todo o dia. Aqui está a agenda do evento.

O blog da Kaplan em Portugal indicou quatro lugares para se acompanhar a celebração de Londres: Trafalgar Square, Hyde Park, Leonard Street Royal Wedding Party e Royal Wedding Battersea Street Party, cada um com um tipo de atrativo diferente, com níveis diferentes de bagunça ou tranquilidade. Um amigo me disse que há um recorde de festas de ruas marcadas para acontecer no dia.

Acho que o FourSquare, porque permite o compartilhamento de lugares, também vai ser interessante de usar por quem estiver na cidade, para ver onde seus amigos estão. Aqui tem uma relação de quatro de jornalistas que aparentemente estarão usando o serviço para fazer a cobertura.

E finalmente, será também uma oportunidade interessante, pelo volume de pessoas, de se experimentar o app Color, que compartilha fotos com pessoas que estejam fisicamente próximas.

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Faz sentido tuitar por SMS no Brasil? - exemplo de uma reportagem que substitui entrevista por conversa

O que voce vai ver a seguir exemplifica como dá para montar um texto substituindo a entrevista pela conversa.

O Twitter surgiu nos EUA para facilitar que grupos de conhecidos conversassem entre si - posto de outra forma, eles estava explorando o promissor filão resultante do cruzamento entre sites de redes sociais e plataformas móveis. Nesse contexto, ao invés de mandar o mesmo SMS para todo mundo, você mandava um SMS e a mensagem ficava publicada na Web para todos lerem. Faz todo o sentido e, no entanto, eu nunca tinha ouvido falar de pessoas que usassem SMS para atualizar o Twitter aqui no Brasil. Resolvi perguntar: voce acha que teria alguma vantagem mandar e receber updates pro Twitter via SMS? #duvida. (Continue lendo.)

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Brincando de Roberto Marinho (ou "Sejamos imperialistas! Cadê?")

Esses dias, participei de um evento apresentado pelo Marcelo Tas e ele falou sobre como a internet, para ele, é como brincar de Roberto Marinho. Ele falou isso se referindo a como, quando ele começou a trabalhar com comunicação, era complicado e caro falar com audiências.

Depois de todo o buzz da Web 2.0 se espalhar pelo mundo, é até chavão dizer que a internet abriu oportunidades infinitas, revolucionárias. Mas o Tas falava de como isso ainda é pouco explorado e de como existem possibilidades de combinar serviços gratúitos para testar os limites dessa plataforma.

Estou dizendo isso para convidar quem quiser / se interessar para brincar de Roberto Marinho de uma maneira diferente, que está saindo do forno do nosso Talk Labs e que se chama Talk Show. A brincadeira consiste em participar de uma conversa em rede, descentralizada e auto-organizada, realizada a partir de um streaming de audio.

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"Adote um parágrafo" e ajude a traduzir um texto importante

Hoje peguei para ler o último texto do Clay Shirky, muito recomendado, explorando mais uma vez o tema da dificuldade dos veículos tradicionais de comunicação de entenderem o mundo pós-Web.

Esse texto provavelmente vai ficar em inglês. Não vejo uma organização como a Folha, que republica artigos internacionais, oferecendo a tradução a seus leitores inclusive porque o número de pessoas que se interessa pelo assunto é relativamente pequeno. E é esforço demais para uma pessoa fazer sozinha nas horas vagas.

Fiquei pensando, no contexto da experiência com o Para Entender a Internet, se não seria possível fazer uma tradução colaborativa.

O texto do Shirky tem 31 parágrafos. Estou pensando alto: se mais 30 pessoas participarem, cada um "adota" um parágrafo e o resultado fica pronto em pouco tempo. Eu levei menos de 5 minutos para fazer o meu. Usei o Google Translate para a parte mecânica da tradução e o dicionário Babylon para tirar dúvidas e procurar sinônimos.

Não se preocupe se o seu inglês não é perfeito. A idéia é fazer algo que seja compreensível e não produzir um texto impecável. Para quem não lê inglês, isso será o suficiente.

Eu ia fazer isso em um wiki, mas o PBwiki não permite que várias pessoas trabalhem no mesmo documento ao mesmo tempo. Decidi usar o Google Docs porque mais pessoas têm familiaridade com essa ferramenta e também para cada um trabalhar quando quiser.

Veja a página da tradução aqui: http://docs.google.com/Doc?id=dd5ggjr8_426cvsxchgw

Para adotar um parágrafo, peça para participar pelo documento ou escreva para mim mandando o seu email do Gmail e eu te convido para acessar o arquivo.

Não custa lembrar que o texto ficará registrado com licença Creative Commons para que qualquer pessoa disfrute dele.

E quem quiser traduzir mais de um parágrafo, fique à vontade, mas faça um por vez. O crédito será dado segundo o volume de trabalho de cada um.

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Sobre registros em vídeo por celular

Talvez o principal motivo de eu ter me envolvido com smart phones seja a pela possibilidade de gravar e pôr no ar entrevistas.

Para quem não sabe, nos meus tempos de aluno do departamento de história, me especializei em história oral. Eu adoro entrevistar.

Quando me armei do N73, em janeiro deste ano, tinha a perspectiva de colocar no ar um videozinho por dia. Mas de cara, editando esta pequena entrevista com o André sobre o BarCamp na Campus Party, percebi que a coisa não seria tão simples.

Editar consome tempo, principalmente no meu caso, que gosto de acertar detalhes. Resultado: poucos vídeos foram ao ar desde então.

Inclusive porque eu não tenho essa preocupação de ficar registrando tudo. Faço quando eu me lembro e quando tem clima.

Enfim, estou falando tudo isso porque esses dias, passeando pelo bairro de Pinheiros, fazendo os meus safaris urbanos para tirar fotos, encontrei na Praça Benedito Calixto um vendedor de fotos antigas que tinha na ponta da língua sua história.

O que me chamou a atenção foi o fato de alguém comercializar imagens privadas, não públicas, cenas de reuniões de família, e imagens caseiras em geral.

Pedi autorização para registrar em vídeo e, garantindo a ele que eu não faria dinheiro com isto, ele deu o OK e esqueceu da câmera.

Quase não precisei fazer edição.

Escolhi o Videolog porque a ferramenta é muito caprichada, aceita arquivos maiores e oferece conteúdo para o usuário brasileiro.

O resultado está abaixo.




Letrista do Greatful Dead pode ter disseminado o Orkut no BR

Muita gente se pergunta por que o Orkut fez tanto sucesso no Brasil. Até o NYTimes investigou o assunto sem chegar a uma conclusão. Existem muitos motivos para essa rede de relacionamentos ter explodido aqui, mas existe uma grande possibilidade de que a sementinha tenha vindo de John Barlow, ativista digital e letrista da banda Greatful Dead. (Neste vídeo ele revela sua história.)

Barlow foi um das primeiras cem pessoas a receber cem convites para o Orkut e, a título de experimento e por acreditar na força das redes no Brasil, resolveu enviar todos os cem para conhecidos dele aqui.




Será que o Twitter serve para se fazer entrevista?

A proposta do Não Zero nunca foi se tornar uma plataforma para difundir ou analisar notícias sobre mídia social e sim abrir conversas sobre experiências vividas nesse campo. Ele é o palco de uma entrevista contínua entre as pessoas que se interessam pelo assunto e acompanham o blog. (Talvez seja mais preciso chamar essa conversa de "desentrevista".

Me interessa observar, experimentar e refletir sobre as mudanças que a internet desencadeou na rotina do profissional da comunicação. Este blog é ao mesmo tempo o lugar onde registro impressões sobre esse assunto e também onde uma parte dessas experiências acontecem.

Essa vivência participando e mediando conversas me levou a pensar na maneira como a prática da entrevista vem se transformando por conta da Web e comecei a considerar alternativas para explorar positivamente a rede para entrevistas. Acabo de desovar a primeira usando essa 'metodologia' e estou com mais duas bem encaminhadas. E em breve vou condizir mais um experimento: entrevista via Twitter ou variações sobre a idéia já divulgada de Twitterviews.

Talvez esteja mais para pesquisa de opinião do que entrevista. A idéia é anunciar a entrevista enviando uma questão direta - apenas uma questão, para não tomar tempo demais das pessoas e também para evitar confusão. E pretendo observar não apenas a resposta da comunidade, mas as ressonâncias que a pergunta provocará nas redes do Twitter.

Enfim, será uma experiência e estou curioso para ver o que sai ou não saí dessa proposta. E estou interessado em conhecer propostas parecidas que já venham acontecendo. É só me avisar pela área de comentários deste post - toda ajuda será creditada.




Um dos motivos porque eu quero um celular novo

Estou querendo comprar um telefone celular novo, que tenha uma câmera fotográfica legalzinha (2 MP mínimo) e também faça vídeos de qualidade razoável. Faz tempo que venho vislumbrando a possibilidade de usar esse equipamento para produzir mini-vídeos caseiros registrando declarações espontâneas, opiniões e acontecimentos que vou presenciando no dia-a-dia. Nada necessariamente fantástico ou espetacular, apenas coisas que eu considere relevantes.

Hoje encontrei este vídeo, que vai bem ao encontro do que eu imaginava como resultado desse experimento. Não me refiro ao conteúdo especificamente, ao posicionamento político da pessoa retratada, mas ao tamanho e ao formato do material. E fico imaginando o YouTube como também repositório desses arquivos de centenas de milhares de pontos de vista, narrativas de experiências e histórias contadas, recolhidas caoticamente em todos os lugares e disponíveis para quem quiser re-usar.

Acho que é questão de hábito. Seria muito bacana um curso de laboratório de produção desse tipo de material. Cada semana os participantes levam uma coisa nova pra mostrar.

Que tal?




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