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curso | Não Zero

curso

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Inscrições abertas para curso online grátis sobre a antropologia das mídias sociais

Escrevo para anunciar a abertura de inscriçoes para o curso online grátis:
"Por que postamos: a antropologia das mídias sociais".

O programa traz em primeira mão os resultados de uma pesquisa etnográfica comparativa sobre os usos das mídias sociais em nove localidades do mundo, incluindo Brasil, Índia e China.

Esse MOOC é oferecido pela University College London (UCL) em parceria com a FutureLearn em português e mais oito línguas

Para se increver e fazer o curso em inglês, clique no link a seguir https://www.futurelearn.com/courses/anthropology-social-media/1

Para português, espanhol e outras línguas, clique neste outro link: https://extendstore.ucl.ac.uk/catalog?pagename=why-we-post

O curso começa em fevereiro e dura apenas 5 semanas. a programaçao pede uma dedicaçao média de 3 horas por semana do aluno.

Recomendo o curso principalmente por dois motivos. O primeiro é por ele oferecer uma visao de fora da redoma da indústria da internet pra ver como pessoas comuns (e nao o geek de classe média) entendem e aplicam essas ferramentas.

O outro motivo é que fizemos esse curso e os livros tambem pensando na pessoa que não vem da academia e nao é antropologo. É um caso meio raro (infelizmente) que pesquisa cujos autores querem falar com publicos de fora da academia.

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Curso grátis e em português sobre a antropologia das mídias sociais (mas não precisa ser antropólogo pra fazer)

caros amigos de travessia - em 2 de outubro de 2010 eu mandei pra pessoas do meu círculo de amizade e trabalho uma mensagem com o título de "com frio na barriga". eu anunciava ali uma mudança de país e o início de um processo (muito mais duro do que eu antecipava, mas igualmente recompensante) de reinvensão profissional.

esse mestrado me levou a um doutorado, que por sua vez levou a mim e à Thais pra uma vila trabalhadora no interior da Bahia, para estudar como o brasileiro emergente entende e usa a internet. ficamos 17 meses trabalhando e vivendo nesse povoado.

faz pouco mais de um ano que voltamos pra inglaterra - nós e os outros oito antropólogos que fizeram a mesma pesquisa em outras localidades pelo mundo. e desde então estamos trabalhando em livros e em um curso online que traz os resultados desse longo esforço de aprendizado e análise.

o meu livro sobre a pesquisa no Brasil e o doutorado em só ficam prontos no ano que vem, mas o curso, um "MOOC" dentro da grade da incrível Future Learn, está com inscriçoes abertas desde ontem. Ele é grátis e está disponível nas oito línguas dos países que foram pesquisados - inclusive o Português.

aqui o link: http://www.futurelearn.com/courses/anthropology-social-media

convido voces a participarem dele. começa em fevereiro e dura apenas 5 semanas. a programaçao pede uma dedicaçao média de 3 horas por semana do aluno. e além disso, caso voces queiram, peço também pra repassarem essa notícia pra quem mais se interessar.

recomendo o curso principalmente por dois motivos. o primeiro é por ele oferecer uma visao de fora da redoma da indústria da internet pra ver como pessoas comuns (e nao o geek de classe média) entendem e aplicam essas ferramentas.

o outro motivo é que fizemos esse curso e os livros tambem pensando na pessoa que não vem da academia e nao é antropologo. É um caso meio raro (infelizmente) que pesquisa cujos autores querem falar com publicos de fora da academia.

Voces podem me dizer depois de tivemos sucesso nesse esfoço.

Obrigado antecipadamente pelo interesse de ler essa mensagem, um abraço e seguimos em contato.

juliano / juca

com frio na barriga - 02/10/10

caros amigos e parceiros do crime - com frio na barriga e também com
muita alegria, conto a vocês que estou de mudança para londres por um
ano. viajo já amanhã logo depois da apuração dos votos.

não deu tempo de avisar nem de armar uma despedida por conta da
loucura de viagens da campanha e da corrida atrás de documentos.

vamos levar uma vida modesta de estudantes, mas quem estiver de
passagem pela cidade, avise!

abraços e até a volta

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Aprenda os segredos de "vlogar" pelo YouTube

Ainda tem algumas vagas para oficina que eu vou dar sobre técnicas e conceitos de produção de vídeo para o YouTube - é recompensa por apoiar esta proposta com R$200. Um amigo pediu para eu explicar de forma breve o que o projeto trata e quais seriam os potenciais interessados. Em uma casca de noz, pretendo mostrar que existe muita técnica na produção daquilo que a gente chama de "vídeo amador".

Essa técnica não aparece por dois motivos principais: 1) a gente está acostumado com ter a televisão como referência do que seja "técnico" e, portanto, profissional; e em muitos aspectos a TV é o que existe de mais diferente do vídeo para a internet; 2) essas técnicas novas pertencem ainda ao mundo da prática; ela não está formalizada, as pessoas adotam práticas imitando e fazendo experimentos. A seguir, um exemplo do conteúdo da oficina.

Será que a gente pode chamar de amador o trabalho de quem tem mais de duzentos vídeos publicados de forma constante ao longo de meses ou anos? Será que esse termo vale mesmo a pessoa tendo audiência de centenas de milhares (não estou exagerando) de seguidores? E se considerarmos de muitos desses vlogueiros tem interesse em fazer dinheiro com a sua produção de vídeos - eles continuam sendo amadores? A categoria caducou e precisa ser reinventada. A gente não enxerga essa técnica porque não tem palavras para descrevê-la.

Quem pode se interessar: Público em geral que tem interesse em aprender a vlogar (= blogar com vídeo). Também estudantes e profissionais da comunicação (jornalismo, publicidade, etc.), especialmente os envolvidos com comunicação digital. Importante: a participação terá mais resultado se a pessoa souber rudimentos da produção e edição de vídeos usando programas comuns como iMovie e Windows Movie Maker.

Dinâmica da oficina: A oficina será sobre esses assuntos, mas sempre com o componente de pensar a partir da experiência prática, vivida, experimentada. Vamos ver e comentar casos e ainda - muito importante - fazer, realizar, para sair da perspectiva de quem observa para a de quem faz. Serão duas tardes, muito provavelmente em dois sábados à tarde, para todo mundo estar mais sossegado da correria da semana.

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Os segredos do YouTube: série de vídeos e oficina

Entre 2010 e 11 eu mergulhei como antropólogo no dia a dia das pessoas comuns que se comunicam via vídeos publicados no YouTube e isso rendeu uma pesquisa de mestrado.

Na pesquisa antropológica a gente tenta se transforma naquilo que está estudando e não apenas observa de longe. A meta é entender as lógicas internas da cultura do outro.

Olhando o mundo a partir do YouTube, fiquei surpreso com a falta de entendimento que as pessoas de fora têm sobre esse ambiente de comunicação.

Conceitos como o que é "amador" e "profissional" ou "privado" e "público" deixam de fazer sentido no YouTube. Por exemplo: uma pessoa pode ser famosa no YouTube e continuar anônima. Os vídeos que ela faz atraem centenas de milhares de visualizações, mas a gente diz que são "amadores".

O grande segredo de quem adotou o YouTube como plataforma para falar com o mundo é que existe, sim, uma técnica para a produção de vídeos de sucesso. Mas ela está tão fora do nosso campo de visão sobre o que um vídeo deva ser que só aprende quem se envolve com isso.

Já ouvi muita gente se queixar do mundo acadêmico, de como a contribuição científica, especificamente nas ciências humanas, dificilmente chega para a sociedade. Eu também fico puto com isso. Depois de por tanta energia pesquisando, o trabalho recebe uma nota e pronto.

- Parabéns, você está aprovado...

Não quero que seja dessa forma. A pesquisa já está feita. Com um pouco mais de trabalho ela sairá dessa casca de palavras difíceis para ficar muito mais acessível. E você pode ajudar isso a acontecer.

A minha meta é trabalhar um mês transformando os principais insights da minha pesquisa sobre o YouTube em vídeos a serem publicados no próprio YouTube. E pelo site Catarse, esse esforço pode ser compartilhado entre muitas pessoas.

O vídeo lá em cima explica tudo isso direito. O ponto é que com muitas pessoas oferecendo um pouquinho este projeto vai levantar vôo. E quem quiser ter esse conhecimento ao vivo e a cores em uma oficina presencial, é só doar a partir de R$ 200. Mas nesse caso as vagas são limitadas.

Vamos?

Informação complementar:

O programa de mestrado que eu fiz de chama Antropologia Digital - link.

Você pode baixar a minha pesquisa em PDF nesta página.

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Virtual Open Day do mestrado em Antropologia Digital da UCL

Durante muitos anos, eu acho, a melhor forma de se aprender sobre a Internet era se envolvendo com ela, arrumando um trabalho na area ou apenas passando horas "brincando" na rede. (Continua sendo, mas finalmente estao surgindo outras.)

Meu diagnostico precario eh que esta area de atuacao rompe a separacao tradicional das universidades e do conhecimento. A atuacao na internet envolve (pelo menos) duas coisas, um interesse por tecnologia - inclusive no sentido literal do termo, de fazer com as maos, de criar artesanalmente - e tambem por pessoas e grupos sociais.

Acho que eh por isso que a Internet nao foi inventada - outros inventos foram sendo apropriados, mas ninguem a anteviu - e tambem por isso que as universidades continuam tentando - para atender a demanda - criar cursos superiores nesse campo.

Quem estiver procurando um caminho menos obvio mas muito promissor - profissionalmente e em relacao a oportunidade de desenvolvimento intelectual - pode acompanhar o Open Virtual Day da University College London.

Sera uma sessao interativa de 1 hora em que os interessados - particularmente no curso de Antropologia Digital - poderao fazer suas perguntas aos professores e mestrandos.

Tem mais informacao aqui, horario, etc. Tambem no "reclame" abaixo.

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Um dos motivos porque eu quero um celular novo

Estou querendo comprar um telefone celular novo, que tenha uma câmera fotográfica legalzinha (2 MP mínimo) e também faça vídeos de qualidade razoável. Faz tempo que venho vislumbrando a possibilidade de usar esse equipamento para produzir mini-vídeos caseiros registrando declarações espontâneas, opiniões e acontecimentos que vou presenciando no dia-a-dia. Nada necessariamente fantástico ou espetacular, apenas coisas que eu considere relevantes.

Hoje encontrei este vídeo, que vai bem ao encontro do que eu imaginava como resultado desse experimento. Não me refiro ao conteúdo especificamente, ao posicionamento político da pessoa retratada, mas ao tamanho e ao formato do material. E fico imaginando o YouTube como também repositório desses arquivos de centenas de milhares de pontos de vista, narrativas de experiências e histórias contadas, recolhidas caoticamente em todos os lugares e disponíveis para quem quiser re-usar.

Acho que é questão de hábito. Seria muito bacana um curso de laboratório de produção desse tipo de material. Cada semana os participantes levam uma coisa nova pra mostrar.

Que tal?




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