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O brasileiro navega mais na internet. E daí?

Um dos dados mais repetidos pelas pessoas que trabalham profissionalmente com a web é que "o Brasil continua a ser o país com maior tempo médio de navegação residencial por internauta. Isso entre os 10 países monitorados pela Nielsen/Netratings. Ele está à frente da França, EUA, Alemanha e Reino Unido."

Esse dado merece um estudo. Depois de entender quem é esse usuário, seu perfil, e saber se a diferença em relação aos números dos outros países é expressiva, eu queria saber as motivações desse usuário.

Sim, a internet é superbacana, mas pode haver razões menos românticas para esse resultado. Por exemplo, a falta de interesse pela leitura. Ou talvez o custo de assinatura de TV a cabo em relação a uma conexão à rede, justificando que a primeira seja preterida em benefício da segunda?

A interpretação simplificada de resultados talvez pareça conveniente a curto prazo para influenciar as expectativas da opinião pública e de outros setores do mercado, mas não deixa de ser imprecisa.




A fixação pelos sete dígitos

Tenho a impressão que o fascínio pelos sete dígitos, ou seja, por resultados que estejam pelo menos na casa do milhão, tenha aparecido em meados dos anos 90, quando a internet se tornou a mina de ouro do momento e profissionais de mídia tradicional tiveram que inventar maneiras de vender resultados. É na TV e no rádio que se fala de milhares de espectadores, mas a internet é diferente. Acho que pouca gente sabe de fato como interpretar resultados estatísticos e junto com isso os profissionais que têm acesso a esses dados manipulam a informação em benefício de seus interesses. É uma maneira científica ou pseudo-científica de se mentir, impressionar incorretamente.




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