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oficina | Não Zero

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Aprenda os segredos de "vlogar" pelo YouTube

Ainda tem algumas vagas para oficina que eu vou dar sobre técnicas e conceitos de produção de vídeo para o YouTube - é recompensa por apoiar esta proposta com R$200. Um amigo pediu para eu explicar de forma breve o que o projeto trata e quais seriam os potenciais interessados. Em uma casca de noz, pretendo mostrar que existe muita técnica na produção daquilo que a gente chama de "vídeo amador".

Essa técnica não aparece por dois motivos principais: 1) a gente está acostumado com ter a televisão como referência do que seja "técnico" e, portanto, profissional; e em muitos aspectos a TV é o que existe de mais diferente do vídeo para a internet; 2) essas técnicas novas pertencem ainda ao mundo da prática; ela não está formalizada, as pessoas adotam práticas imitando e fazendo experimentos. A seguir, um exemplo do conteúdo da oficina.

Será que a gente pode chamar de amador o trabalho de quem tem mais de duzentos vídeos publicados de forma constante ao longo de meses ou anos? Será que esse termo vale mesmo a pessoa tendo audiência de centenas de milhares (não estou exagerando) de seguidores? E se considerarmos de muitos desses vlogueiros tem interesse em fazer dinheiro com a sua produção de vídeos - eles continuam sendo amadores? A categoria caducou e precisa ser reinventada. A gente não enxerga essa técnica porque não tem palavras para descrevê-la.

Quem pode se interessar: Público em geral que tem interesse em aprender a vlogar (= blogar com vídeo). Também estudantes e profissionais da comunicação (jornalismo, publicidade, etc.), especialmente os envolvidos com comunicação digital. Importante: a participação terá mais resultado se a pessoa souber rudimentos da produção e edição de vídeos usando programas comuns como iMovie e Windows Movie Maker.

Dinâmica da oficina: A oficina será sobre esses assuntos, mas sempre com o componente de pensar a partir da experiência prática, vivida, experimentada. Vamos ver e comentar casos e ainda - muito importante - fazer, realizar, para sair da perspectiva de quem observa para a de quem faz. Serão duas tardes, muito provavelmente em dois sábados à tarde, para todo mundo estar mais sossegado da correria da semana.

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Estou passando o chapéu para fazer uma coisa muito bacana

Entre 2010 e 11 eu fiz uma pesquisa antropológica sobre o YouTube - saiba mais. Mesmo estando disponível para download, pouca gente pode aproveitar porque está escrita em inglês acadêmico.

Estou me propondo a transformar as partes mais interessantes e relevantes dessa pesquisa em uma série de vídeos a serem publicados no YouTube. Será uma tradução radical: do inglês para o português, do academiquês para a língua do dia a dia e do texto para o vídeo.

Para conseguir fazer isso, inscrevi esse projeto em um site de captação de recursos chamado Catarse. É fácil, seguro e você pode ajudar doando qualquer valor a partir de R$ 10. Outro resultado disso será uma oficina presencial de dois dias sobre esse assunto, aqui em São Paulo, para quarenta pessoas que doarem a partir de R$ 200.

Além de doar, vai ser muito útil ter a sua ajuda para divulgar estas informações para o seu círculo de amigos. E eu já agradeço pelo esforço!

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Os segredos do YouTube: série de vídeos e oficina

Entre 2010 e 11 eu mergulhei como antropólogo no dia a dia das pessoas comuns que se comunicam via vídeos publicados no YouTube e isso rendeu uma pesquisa de mestrado.

Na pesquisa antropológica a gente tenta se transforma naquilo que está estudando e não apenas observa de longe. A meta é entender as lógicas internas da cultura do outro.

Olhando o mundo a partir do YouTube, fiquei surpreso com a falta de entendimento que as pessoas de fora têm sobre esse ambiente de comunicação.

Conceitos como o que é "amador" e "profissional" ou "privado" e "público" deixam de fazer sentido no YouTube. Por exemplo: uma pessoa pode ser famosa no YouTube e continuar anônima. Os vídeos que ela faz atraem centenas de milhares de visualizações, mas a gente diz que são "amadores".

O grande segredo de quem adotou o YouTube como plataforma para falar com o mundo é que existe, sim, uma técnica para a produção de vídeos de sucesso. Mas ela está tão fora do nosso campo de visão sobre o que um vídeo deva ser que só aprende quem se envolve com isso.

Já ouvi muita gente se queixar do mundo acadêmico, de como a contribuição científica, especificamente nas ciências humanas, dificilmente chega para a sociedade. Eu também fico puto com isso. Depois de por tanta energia pesquisando, o trabalho recebe uma nota e pronto.

- Parabéns, você está aprovado...

Não quero que seja dessa forma. A pesquisa já está feita. Com um pouco mais de trabalho ela sairá dessa casca de palavras difíceis para ficar muito mais acessível. E você pode ajudar isso a acontecer.

A minha meta é trabalhar um mês transformando os principais insights da minha pesquisa sobre o YouTube em vídeos a serem publicados no próprio YouTube. E pelo site Catarse, esse esforço pode ser compartilhado entre muitas pessoas.

O vídeo lá em cima explica tudo isso direito. O ponto é que com muitas pessoas oferecendo um pouquinho este projeto vai levantar vôo. E quem quiser ter esse conhecimento ao vivo e a cores em uma oficina presencial, é só doar a partir de R$ 200. Mas nesse caso as vagas são limitadas.

Vamos?

Informação complementar:

O programa de mestrado que eu fiz de chama Antropologia Digital - link.

Você pode baixar a minha pesquisa em PDF nesta página.

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Pedido de ajuda para preparar uma oficina sobre blogs para o CP

Estou preparando uma oficina para apresentar no Campus Party Brasil em fevereiro. O tema é: a tecnologia não faz o blog.

Soluções como o Blogger são tudo o que uma pessoa normal, com um pouquinho de experiência na internet, precisa para criar seu blog. (E depois podem optar por outras plataformas, como o WordPress.)

Minha aposta é que o mais difícil no blog é encontrar temas - não qualquer tema, mas aquele que realmente, intrinsecamente interessa à pessoa.

Esse tema pode parecer a coisa menos "nobre" do mundo. Às vezes a gente se pega dizendo: quem é o louco que faz isso e até a pessoa brinca com isso, como é o caso da Louca dos Gatos. Outro que é tão simples quanto genuíno, original, é o The Face Hunter.

Quem souber de blogs como esses, despretenciosos, geralmente feito por pessoas que nem sabem o significado da palavra 'monetização' e nem pensam nisso, por favor, deixe um comentário neste post ou me escreva: juliano arroba naozero.com.br. E quem tiver comentários, sugestões ou quiser mandar links ou sugestões de leitura, escreva também. Vou creditar toda ajuda que receber.




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