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14 maneiras como a Internet está afetando a produção e o consumo de livros

Este não é um post com previsões sobre o futuro do livro. A maioria dos itens listados a seguir já são realidade. Reuni-os aqui porque contempla-los em conjunto permite à gente perceber as várias interligações das partes, ou seja, a já delineação de uma dinâmica produtiva para substituir ou pelo menos completar a que existe hoje.

Longe de estar provocando a morte do livro - nem a TV conseguiu a façanha -, a existência da plataforma digital com suas peculiaridades está criando novas oportunidades inclusive para se fazer dinheiro. E a vantagem será maior se a norma se confirmar e as editoras ficarem presas ao modelo anterior e não tirarem proveito da posição que têm hoje para ocupar novos espaços.

Seu comentário é bem-vindo para contestar ou adicionar outras perspectivas a este panorama.

  1. Redução do tamanho – para “caber” no ritmo de uso dos dispositivos móveis; é um livro condensado, com capítulos do tamanho de uma ou duas páginas, para ser lido em trânsito.
  2. Modular – vários autores contribuem com pedaços pequenos para a constituição de coletâneas. Exemplo: Para Entender a Internet - baixe o PDF. Professores montam seu livro didático como oferece o CK12.org com os "flexbooks".
  3. Reciclagem - Existe muito material disponível, mas disperto pela Rede. Ele precisa ser identificado, selecionado e ordenado para virar livro. Uma seleção de posts de diversos blogs é um livro esperando para acontecer.
  4. Grátis e vendido – documento integral fica disponível em formato digital, indicando ao leitor o link para compra de exemplar impresso, caso haja interesse. Aqui um exemplo.
  5. Leitor faz a divulgação – como o livro é grátis, o leitor se encarregará de recomendar a leitura dentro de seus círculos de relacionamento. A promoção espontânea reduz ou substitui o custo de promoção.
  6. Impressão sob demanda – O livro em papel será impresso sob demanda em sites que oferecem a possibilidade de compra sob demanda como, no Brasil, faz o www.clubedeautores.com.br.
  7. Produção facilitada – versões do programa IBooks que facilita a edição e formatação de livros, devem se popularizar oferecendo condições de uso ainda menos restritivas do que as do produto da Apple.
  8. Divulgação – da mesma maneira como o músico faz discos mas ganha dinheiro com shows, o autor fará livros para divulgar seu trabalho e expandir suas oportunidades de trabalho.
  9. “One-man publisher” – Com tanto conteúdo disponível, o curador que garimpa produtos bons para determinados públicos pode existir independente da estrutura produtiva da editora. Ele terá um selo de qualidade para referendar produtos.
  10. Publicidade – um livro grátis e com potencial para se tornar popular abre a possibilidade para a venda de espaço promocional (de forma mais comedida, não como em revistas). O anunciante se torna o “mecenas” que dá as condições para o trabalho ser feito.
  11. Assinatura – outro recurso para a remuneração do autor é pela venda de assinaturas para exemplares impressos como faz a revista Orsai.
  12. Participação – o "monólogo" do autor nas páginas do livro pode ser incrementado com a possibilidade de interação de leitores entre si e destes com os autores.
  13. Atualização dinâmica - O livro não precisa esperar uma tiragem se esgotar para ser revisado; o(s) autor(es) pode(m) manter o conteúdo revisado e atualizado no mesmo ritmo dos softwares.
  14. Conteúdo multimídia - Livros oferecem a possibilidade de explorar temas usando recursos multimídia como vídeos e animações.
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E se tratarmos livros como softwares e eles evoluirem com o tempo?

Editoras precisam lançar livros novos para gerar receita. Uma vantagem do livro recém lançado é que pouca gente leu, então, se a capa for caprichada e a resenha aparecer nos veículos certos, a venda acontece. Daí o consumidor chega em casa e percebe que o título não é aquilo que esperava, mas daí é tarde. Nem todos conseguem voltar para trocar.

E os ótimos livros que saem de catálogo porque a demanda baixa não justifica a reimpressão? Se eles não estão vendendo tanto, por que não disponibilizá-los bem baratinho online? Isso não está dando certo com a música/vídeo via iTune/Netflix e similares? O problema é que disponibilizar o conteúdo fora de catálogo pode saciar o desejo do leitor e reduzir os gastos com as novidades.

Parece que há um grande silêncio no mercado editorial em relação a esse assunto. As editoras querem continuar vendendo papel impresso apesar das inúmeras vantagens e facilidades do formato digital, para si e para o consumidor, e o consumidor vai descobrindo o crescente mercado de livros compartilhados ilegalmente online.

E fico me perguntando se não podemos pensar no livro da mesma forma como pensamos o software. A gente não compra o pacote inteiro do Windows quando uma nova versão sai, a gente atualiza o programa, e quando isso não é de graça, custa apenas uma fração do preço integral.

Livros também são sequências de código. A editora pode começar a pensar nele como tal. O custo de impressão e distribuição hoje não existem. Por que não concentrar recursos na curadoria para oferecer um produto sensacional?

Por que esse produto não pode ser vendido bem baratinho ou de graça, como os apps para IPhone ou IPad, e terem modelos alternativos de rentabilização? Sim, o preço é um dólar, mas sim, você não paga nada para copiar ou distribuir, e se é barado, é mais fácil comprar do que procurar no "black".

Pense em uma editora que lança livros em formato de apps. Os livros continuam sendo aperfeiçoados porque cada vez que ele melhora, mais pessoas querem comprar e também se fideliza quem já comprou. O sucesso do livro conduz ao desenvolvimento e isso traz novas vendas.

O livro não precisa ser do tamanho que tem hoje. Pode ser adaptado à falta de tempo. Pode ser mais compacto e distribuído em mais capítulos.

Se for ficção, seções da história podem ser modificadas ou acrescentadas. O bacana passa a ser acompanhar esse processo produtivo. Se for não-ficção, a conteúdo pode ser expandido, aprofundado, aperfeiçoado a partir do que o leitor demonstrar ter interesse.

O livro não precisa acabar. Antes ele acabava porque custava muito dinheiro imprimir e distribuir. Era melhor ou mais garantido fazer outro.

Pense em um autor que voce gosta muito. No meu caso, é o Rubem Braga. É claro que eu compraria o livro do R.B. para ter o prazer de ver o livro vivo, em movimento; me surpreender com descobertas de como ele desdobrou uma cronica ou uma parte da cronica que tenha sido particularmente popular. Eu pagaria, sim, para estar mais perto do autor que eu admiro.

O autor é um programador também, mas o código dele é a cultura e ele programa a maneira como a gente percebe e entende o mundo. Como isso se apresenta não obedece a fórmulas. A fórmula traduz o momento em que ela foi adotada.

Hoje, a versão atualizada de um livro é algo que acontece raramente. O livro precisa ser um sucesso para ganhar uma "versão atualizada e expandida". Agora, em vez de gastar com o papel e tinta e distribuiçao e promoçao, por que nao pagar o autor? Afinal é ele a parte essencial do produto.

Antigamente, também, a comunicação do público com o autor e do público com o público acontecia dentro do espaço escasso das seções de cartas dos leitores nos jornais. Hoje é só abrir um fórum de discussão e, se o livro for incrível, o espaço vai se encher com gente falando a respeito dele. Monitores podem ajudar a processar a conversa para retirar dessa participaçao o filé que poderá retro-alimentar o autor para ele, sabendo como está sendo lido, desenvolver a obra.

Escrevo isso e eu mesmo me censuro pensando: "É absurdo, livro não funciona assim, tem que acabar na última página." Quem disse? As coisas se reinventam. Existe o modelo atual e o que ainda não foi inventado e que a grande promessa que ninguém ainda tenha ousado fazer.

Um dos maiores motivadores na hora de se comprar um livro é conhecer o autor. Ter gostado de um livro anterior reduz a perspectiva de se desapontar. Então, por que não reinventar o livro fazendo com que ele possa ser reescrito e republicado tantas vezes quanto ele seja capaz de encantar os leitores.

E isso nao vale apenas para o livro cujo autor é vivo. Fico imaginando a delícia de poder me interagir com outros adoradores do R.B. e da possibilidade de reler os textos dele dessa maneira. A editora pode ter um "curador" que se encarregue de fazer os updates no "código". Não estou sugerindo que ele reescreva os originais, mas a criaçao de conteúdos novos junto com o original.

É isso: eu curtiria a ideia de pagar R$ 1,00 por um livro e ter experiencias como essa.

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Ano novo, novos rumos

A primeira pessoa que me fez reparar na então ministra Marina Silva foi a minha tia Márcia, geógrafa, doutora em educação indígena, que, na época, estava trabalhando no Ministério do Meio Ambiente. Meu tio Paulo, agrônomo, com seu jeito reservado, também falou da Marina com admiração especial.

Tenho pensado muito neles nesses últimos dias, desde a semana passada, quando fui convidado e aceitei o desafio de participar da equipe de comunicação de acompanhará a senadora de agora até o final da campanha presidencial em setembro ou outubro deste ano.

Estou muito contente pela oportunidade de me integrar a uma equipe diferenciada para atuar usando as mídias sociais para um projeto em que eu acredito.

O cenário é promissor. Será a primeira eleição no Brasil em que a lei eleitoral não inibirá (tanto) o uso da internet nas campanhas. Some a isso o fato quase 60 milhões de brasileiros estarem usando a rede e de existirem mais de 150 milhões de celulares ativos no país. Isso significa que as fórmulas antigas de campanha já não são receitas infalíveis de sucesso.

Eu poderia falar de muitas formas, apresentando detalhes e recorrendo a jargões, sobre a nossa proposta para a utilização de ferramentas de mídia social, mas ela se resume a dois elementos: escancarar os canais para escutar a sociedade e, junto com isso, ajudar as pessoas que quiserem participar voluntariamente deste esforço.

É simples falar assim e é relativamente simples de se fazer algo assim, mas nem todo mundo quer se dar ao trabalho ou quer correr o risco de abrir um canal sobre o qual não se tem controle. No nosso caso, isso não é uma opção nem um problema, é a nossa principal força.

Do outro lado do ringue está a TV, historicamente a principal forma para se chegar ao eleitor. Ela é muito poderosa por sua abrangência no Brasil, mas tem uma limitaçao em relação às novas mídias. Enquanto a TV é boa para reunir pessoas com interesses comuns, a Internet, além de também servir para formar grupos, ainda reduz radicalmente as barreiras para eles se relacionarem.

A visão de que o consumidor (e eleitor) é preguiçoso -- não quer se envolver, não se interessa por política e prefere ficar em casa controlando a TV da poltrona -- perde força na medida em que se abre a perspectiva de compartilhamento do controle.

Permitir que as pessoas participem, não da maneira como você quer, mas aceitando escutar e conversar, é o segredo mais difundido das campanhas de sucesso na Internet. E é assim que pretendemos usá-la.

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Para onde o blog e o blogar estão indo - eis minha aposta

BlogueiroFaz tempo que este blog está em processo de mudança. Devo ter postado alguma coisa sobre isso, mas estava esperando o processo principal de implementação de novas funcionalidades estar concluído para publicar/compartilhar.

A idéia central é que apesar da mídia social ser um assunto muito importante na minha vida, existem várias outras coisas que me interessam também e que eu tenho vontade de compartilhar. Ao invés de ser uma "revista de um homem só", quis fazer deste espaço a minha presença online.

(Isso é fruto da percepção de que as redes de relacionamento podem ser constituídas de maneira descentralizada por blogs interligados pela conversa de seus autores. E também da sensação de que blogs de pessoas se valorizam pela informalidade, por se despirem dos cacoetes institucionais.)

Isso se materializa na prática incorporando a este blog outros tipos de conteúdo, mas com a preocupação de que isso fique localizado em um espaço separado de maneira a não confundir quem só esteja interessado nas reflexões e informações sobre Web colaborativa.

Segue a relação das mudanças junto com ligeira explicação sobre o motivo de cada um.

Outros interesses: Usei o Friedfeed para juntar os meus rastros na rede, incluindo: links salvos no delicious, fotos compartilhadas no Flickr, atualizações referentes à vida profissional no LinkedIn, alguns comentários enviados pelo Twitter, itens marcados para a minha wish-list na Amazon, vídeos favoritados e próprios no YouTube, entre outras coisas.

Essa informação está aparecendo na coluna da esquerda.

Postagem pelo Tumblr: O Tumblr facilita o processo de registro de coisas interessantes que vamos encontrando ao navegar pela Rede. Você acha uma coisa bacana, clica no botão que aparece no navegador e o serviço envia o conteúdo da página para uma espécie de blog.

Agora, o "motor" do NãoZero, a cada hora, checa a minha página no Tumblr para ver se tem alguma coisa nova e se tiver, traz para este blog. Assim, vou poder compartilhar coisas pequenas, passageiras, que, do contrário, ficariam de fora porque daria muito trabalho abrir o admin do blog para fazer o post.

Acesso móvel: Ter a possibilidade de acessar a Web pelo celular não é apenas um facilitador para se compartilhar conteúdo nas horas vagas. Esse conteúdo transmitido pelo aparelho móvel pode incluir contexto, informação relacionada ao espaço em que se está.

O tecladinho é um elemento que facilita a produção e publicação de texto. O mesmo equipamento, um N95 da Nokia, permite a captura de fotos, vídeo e audio em qualidade razoável - levando-se em consideração que tudo isso está dentro do mesmo aparelho.

Mas além de capturar, o bacana é ter acesso à internet por banda larga via celular para evitar ter que sincronizar o conteúdo no computador para depois publicar. Simplifico o processo cortando a etapa de sincronização com a máquina decidindo, logo ao tirar a foto, se quero compartilhá-la.

(Isso também vale para a agenda de contatos e compromissos, mantidas atualizadas do celular para a Web e vice-versa, sem passar pela HD do computador.)

Comentários inteligentes: Já tinha comentado aqui que a funcionalidade comentário é importantíssima mas estava desatualizada.

Optei por usar um serviço gratuito chamado Intense Debate, que, entre outras coisas, integra comentários a email e Twitter, permite a avaliação de cada comentário pelos usuários e disponibiliza opções para cultivar o debate enriquecedor e barrar o ruído.

Enfim, acho que essas são as principais mudanças.

Mais uma vez, agradeço de coração e publicamente ao André, por fazer as mudanças no motor do blog para que muitas dessas novidades pudessem funcionar e também por ter, junto comigo, debatido sobre o sentido e as vantagens de cada item, especificamente sobre o conceito de reunir a presença online e facilitar a postagem.

Valeu, mancebinho!

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O comentário é fundamental nos blogs mas a funcionalidade precisa evoluir (e parece que vai)

A primeira coisa que eu presto atenção em um blog é se ele tem comentários. Acho isso muito mais relevante do que estatísticas para se ter uma idéia rápida do desepenho do blog. O comentário mostra se o conteúdo está inspirando engajamento.

O problema é que o funcionamento do comentário continua o mesmo desde que ele apareceu. Depois de uma certa quantidade de comentários, fica desestimulante participar de uma discussão porque implica em gastar muito tempo lendo coisas que nem sempre são relevantes.

Já quem tem pouco tráfego também sofre porque o comentário fica subordinado ao post, escondido, não serve de ponte para que gente de fora chegue à discussão porque necessariamente o usuário terá que acessar o post para entrar no comentário.

Esse é um dos motivos para eu ter incluido o botão para se tuitar direto de cada post. Tudo bem que o conteúdo comentado não fique dentro do blog, em compensação, haverá mais possibilidades desse conteúdo se alastrar se as pessoas o discutirem publicamente o post.

Mas o motivo deste post é compartilhar a informação de que existe gente trabalhando justamente nesse problema. A Intense Debate, por exemplo, pretende aditivar a seção de comentários dos blogs feitos em WordPress e outras plataformas com soluções como threading, resposta por email, votação, reputação e perfils globais.

Olha que maravilha:

1) threading - um post abre multiplas frentes de discussão, mas a seção de comentários é linerar, não permite a criação de frentes de debate autônomas.

2) resposta por email - eu não preciso mais ficar acessando o site e procurando os novos comentários para acompanhar uma discussão porque isso chegará para mim pela caixa postal.

3) votação - quem observar a área de comentários do Digg, por exemplo, vai ver que maravilha é poder avaliar comentários, porque quem tem tempo para ler tudo vai fazendo uma pré-seleção para quem não tem e poderá apenas listar os mais votados.

4) reputação - por enquanto na área de comentários todos são iguais, mas e se eu participar mais intensamente, minha participação poderá aparecer em destaque ou eu poderei avaliar/moderar os outros comentários.

5) perfis globais - permite que eu seja reconhecido e construa minha reputação participando de discussões em comentários feitos em plataformas diferentes como Blogger, WordPress ou outras.

Só o WordPress.com recebe três comentários legítimos por segundo - 250 mil por dia. Imagina o impacto de se acrescentar interatividade e funcionalidades sociais entre comentários e como isso produzirá aumento de tráfego e engajamento.




Blip.fm re-tribaliza o hábito de ouvir música

Como já escrevi outras vezes, o melhor termômentro para saber se alguma coisa nova está aparecendo no campo das mídias sociais é o número de convites que se recebe para participar de um novo projeto.

No começo de setembro minha caixa postal recebeu vários convites para que eu me inscrevesse no Blip.fm, uma mistura de Twitter, Orkut e Lasf.fm.

De cara, não entendi direito como o site funciona e não encontrei um tutorial - um daqueles, utilíssimos, com animação - mostrando o caminho das pedras. Mas encontrei por lá o Thiago Carrapatoso, ultra-envolvido com a ferramenta, e ele me ajudou a entender o motivo do Blip estar fazendo sucesso.

Basicamente o Blip.fm serve para duas coisas: para se ouvir música e para se brincar de DJ.




BluePulse - ainda é cedo para dizer, mas pode ser a próxima revolução

BluePulse ainda é pouco conhecido. Há um ano recebeu a primeira injeção de capital vinda de investidores. Ninguém da minha lista de contatos está inscrito. Mas esse projeto tem potencial para se tornar um grande fenômeno da Web, à altura de YouTube e Facebook.

Em resumo, ele mistura comunicador instantâneo (tipo MSN) com rede social. Você está em contato constante com a sua rede de amigos.




Cuidado Power Point, vem aí a apresentação colaborativa

Se eu entendi bem, esses caras querem fazer com as apresentações o que a Wikipedia fez com as enciclopédias: tirá-las do HD de cada pessoa e juntar todos os recursos em um mesmo espaço de compartilhamento e construção coletiva. O nome do "brinquedo" é Slide Rocket - talvez seja uma porcaria, mas o nome já é sugestivo, bem 2.0.




Microsoft Surface tem tudo a ver com o Reactable

A Reactable foi a coisa mais incrível que eu ví nos últimos anos - apesar de parecer mais simples e intuitiva do que realmente é. O problema é que depende de instrumentos físicos, objetos, e duas câmeras de vídeo para funcionar. Perguntei aos caras que trouxeram a mesa pro Brasil se eles não existia uma maneira de usar a Reactable direto no computador. Existe, mas só quem é da equipe tem acesso a esse programa. Motivo: sei lá, de repente eles querem vender o pacote fechado. Difícil entender. Assistindo hoje à propaganda da Microsoft Surface, faz ainda mais sentido pensar no Reactable como software. Inclusive o clipe fala que agora, todo mundo pode ser um DJ... Eu adoraria ver o Reactable dentro da Surface e tirar férias do mundo para brincar com isso até enjoar. Mas o mercado tem razões que a própria razão desconhece.




Os motores da inovação são os clientes e não as agências

Sigo repercutindo os comentários trocados a partir do artigo sobre o motivo das ações de jornalismo participativo realizadas por portais tenderem a não funcionar bem.

O Robson, que é designer interativo Curitiba, viu um paralelo entre a resistência dos portais e das agências. E perguntou: por que os publicitários acham que decolaram com a web e na verdade não sabem nada dela?




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