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revolução | Não Zero

revolução

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A internet não inventou a revolução

O vídeo da professora Amanda me dá a oportunidade de falar sobre a recorrente associação da internet com transformações sociais recentes.

1) A internet está recebendo o crédito em nome também da rede pública de TV que capta e transmite as sessões legislativas. Sem isso, não haveria o ótimo registro, disponível para a população.

2) A repercussão na rede foi maior porque conseguiu se tornar um fato noticioso e chegar às redações do país e de lá, a programas de audiência nacional como o do Faustão.

A fala sobre o poder revolucionário da internet é perigosa porque alterna dados de realidade e "dados de empolgação". Há uma percepção que passa subentendida de que basta acrescentar internet para o mundo se transformar para melhor.

Em relação a isso, consideremos o seguinte:

1) que acontecem revoluções no mundo muito antes da existência da Internet e a gente não precisa ir muito longo para acompanhar, nos anos de 1990, a queda dos regimes comunistas na Europa do leste.

A comunicação entre as pessoas é um aspecto fundamental desses processos, mas, em vez de se creditar uma parte da infraestrutura, faz mais sentido pensar o ecossistema midiático sem o qual a parte ou não funcionaria ou não teria a mesma força.

2) que por trás da internet existem pessoas, suas culturas e suas histórias. Essas pessoas interpretam e adotam a internet segundo seus pressupostos e dentro do possível permitido por suas conquistas coletivas.

É bacana ver que a mensagem da professora Amanda ecoar nos corações e mentes de tantas pessoas, mas apenas passar o link adiante, por enquanto, só foi suficiente para dar uma pauta aos jornalistas. Resolver o problema de educação no país vai exigir um pouco mais de trabalho.

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Wave: se essa é a proposta do Google para dominar o mundo, me diz onde eu assino

O email é a plataforma de comunicação online mais usada hoje, mas é uma ferramenta que existe há mais de 40 anos. O que aconteceria se pegássemos tudo o que foi desenvolvido nessas últimas décadas em termos de técnologia de comunicação em rede para criar uma versão atual do email? Vamos pegar blogs, fóruns, chat, wiki e o que mais existir por aí para montar alguma coisa que ocupe o lugar do email.

O problema do email é que ele copia informação. Quando voce manda um email para alguém, essa pessoa receberá no computador dela uma cópia do arquivo de texto que você escreveu. Nenhum problema nisso até você adicionar outros participantes na conversa e cada pessoa começar a ter versões diferentes de um monte de mensagens (des)organizadas umas sobre as outras, com comentários feitos em cores diferentes entre frases e parágrafos, muitas variedades de formatação e tudo mais que quem usa email conhece bem. O email é inspirado na carta, que serve para a comunicação entre duas pessoas. Como torná-lo mais eficiente para conversas em rede? Esse é o desafio da equipe que desenvolve o Wave. (Continue lendo - é mais rápido - ou assista a apresentação de 1h20 em inglês a seguir.)

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Por dentro da Reactable: entrevista com o engenheiro e o músico da equipe

Primeiro os instrumentos musicais exigiam perícia física, coordenação. Com os computadores, fazer música passou a depender de teclado, mouse e programas de mixagem e remixagem. O Reactable alia esses dois lados: explora o lado conceitual do fazer música - entender o que está fazendo é mais importante do que dominar o aspecto psico-motor - mas traz isso para um ambiente físico, onde objetos são manuseados. (Outros textos sobre o assunto aqui.)

Assistir a performance com o Reactable foi a experiência tecnológica mais impactante que eu vivi em muitos anos. Este vídeo completa o anterior - linkado acima, gravado com a Reactable sendo operada. Agora, os dois representantes do projeto explicam de onde surgiu a idéia, falam sobre a aparente simplicidade de operá-lo, sobre o uso de software livre e o por quê deles não liberarem o programa simulador, que facilitaria demais a utilização e a experimentação com o conceito da Reactable.

Por dentro da Reactable from juliano spyer on Vimeo.




Reactable, a música voltou para o corpo

Reactable. Música táctil. Peças dispostas sobre uma superfície circular - cada uma tem símbolos que uma câmera disposta sobre a mesa identifica e localiza na mesa. Um computador processa essa informação, transformando-a em imagem e em som. A imagem é projetada, dando forma visual à música.

reactable 1




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