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livro | Não Zero

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Steven Johnson é gente fina; bastidores da visita

Ainda me lembro de onde e quando eu comprei o Emergence, livro que projetou a carreira de escritor de Steven Johnson. Eu estava de mala e cuia me mudando de Porto Rico de volta para o Brasil e parei uma semana em Nova York para rever amigos e me despedir da cidade. Planejava me posicionar como profissional das mídias colaborativas, que fora meu principal foco de atividade profissional nos quase seis anos de trabalho na América. De passagem pela Barnes & Nobles que eu frequentava, saí com uns dez volumes, e Emergence era um deles.

Não li imediatamente, mas o subtítulo - as vidas conectadas de formigas, cérebros, cidades e softwares - indicava que eu poderia encontrar ali alguma coisa sobre a carreira que eu estava construindo para mim. Aprendi as manhas da comunicação online em rede mas sentia falta de entender em outro nível como a internet funcionava e por quê aquilo atraía tanto a minha atenção.

Emergência foi o primeiro livro que eu li sobre o fenômeno da comunicação descentralizada. Foi com ele que eu comecei a perceber o que me fascinou nas salas de bate-papo do Uol, em meados dos anos 90, quando tive pela primeira vez uma conta de acesso discado à internet. Pessoas espalhadas pelo mundo, estranhas entre si, ali se encontravam e se conheciam e conversavam. Apesar da ausência de comando central, havia ordem e, mais ainda, aquilo era divertido!

Estou contando tudo isso para você entender o que representou para mim ir a Cumbica hoje pela manhã recepcionar o autor deste livro, Steven Johnson... Demorou. O vôo que aterrizaria às 6:40 tocou o chão quase duas horas depois. E ele ainda tomou um chá de espera na Polícia Federal. E pior: quase não conseguiu embarcar por conta de uma nevasca em Nova York. Abandonou o taxi e se arriscou a ir de metrô. Chegou apenas cinco minutos antes de fecharem a porta do avião.

Fomos de taxi de Guarulhos até o hotel onde ele vai ficar duas noites, na região dos Jardins, e fiquei muito contente ao constatar que o cara é gente fina. Apesar da correria, do pouco sono, conversou, riu, perguntou da cidade e já quis saber da entrevista para o Roda Viva, gravada esta tarde, e de como será sua participação no Campus Party.

Aqui vai, de aperitivo, algumas curiosidades que ele contou nessa conversa.

Não só esta é a primeira vez que ele vem ao Brasil, como é sua primeira passagem pelo Hemisfério Sul do planeta.

Nos dias antes de embarcar, brincou com a babá de seus filhos, que é brasileira, dizendo que estava vindo para São paulo, ao que ela respondeu: - Então você vai se sentir em casa porque é igualzinho Nova York!

Outra: o Brasil é o único país do mundo que publicou seu primeiro livro, Cultura da Interface - fora os Estados Unidos. Nem as editoras da Inglaterra se interessaram por lançar esse que ele considera ser seu livro mais obscuro. "Parece que eu sou famoso no Brasil", ele diz aos amigos, intrigado.

E ainda: apesar de adorar seu estilo de vida - vive de escrever livros -, "caiu na besteira", segundo suas palavras, de falar sobre uma idéia de site de internet a algumas pessoas, que imediatamente se prontificaram a investir no projeto. Portanto, nos últimos dois anos, ele parou temporariamente de escrever e é CEO de uma startup chamada Outside.in. A proposta do site é relacionar blogs com o espaço geográfico para gerar automaticamente material sobre um determinado lugar compilando as conversas dos blogueiros. Mas ele não vê a hora de contratar um substituto para voltar à sua rotina de escritor.

Chegando no hotel, enquanto fazia o check in, tirou uma foto do lobby e ficou um tempo mexendo em seu IPhone. Perguntei se ele estava 'twittando' a imagem. Ele disse, sorrindo: - Ainda não. Vou mandar pra minha mulher. Primeiro, assuntos pessoais. Depois a rede...

Aproveitei para registrar o momento:

Steven Johnson em São Paulo




Paul Graham e a vingança dos nerds

Capa do livroEstou sobretudo me divertindo com o Hackers & Painters, livro de 2004 do alfa-geek Paul Graham, publicado pela O'Reilly. Aqui vão duas das minhas passagens favoritas. (Encontrei o livro inteiro - ou boa parte dele, não chequei - disponível no Google Books.)




Via sacra para conseguir o Conectado

Segue a mensagem (muito simpática) de um leitor de Brasília com dificuldades para encontrar o Conectado. Quem mais estiver enfrentando problemas parecidos, pode me mandar um email - juliano em naozero.com.br -, dizendo onde mora, e eu checo com a Zahar as livrarias da cidade que compraram o livro.

Foi uma verdadeira via-sacra para conseguir o teu livro. Quando tomei conhecimento do lançamento, no blog do Alexandre Mathias, havia indicação das Livrarias Saraiva e Siciliano. Cliquei na Siciliano e fiz meu pedido. Putz! Aguardei ansiosamente por mais de um mês e nada! Desconfiado, peguei o telefone, liguei pros caras e eles tiveram a coragem de informar que não havia disponibilidade. Tudo bem, aguardarei, pensava. Visitei o Submarino e prá minha surpresa, o livro tava lá! Nem pensei duas vezes, fiz outro pedido. Passados uns dias foi ver o "status" do pedido e uma nova surpresa: "aguardando reposição do fornecedor"... Aí, tomei a última e acertada decisão: liguei prá Zahar e contei a história... Nem conheço o Zahar, mas a voz parecia do dono. Enfim, me forneceram o nome do distribuidor aqui em Brasília (Arco-Íris, 502 Sul) e então, finalmente, o livro caiu em minha rede (não poderia deixar de citar mestre Caymmi). Fiz uma leitura lexical e agora vou partir praquela definitiva. Como diria em meu tempo: "já me amarrei...".




Eventos recomendados de 6 a 13 de outubro

Acabei de fazer para o Leia Livro uma seleção de atividades e eventos culturais que acontecerão em SP e Rio, de 6 a 13 de outubro. O critério de escolha é personalíssimo. Vou separando nas agendas aquilo que eu iria ou recomendaria a um amigo.




Conectado segue mais vendido e destoa da lista

Conectado aparece mais uma semana emcabeçando a lista de mais vendidos entre os títulos de Informática da Livraria Cultura. É curioso ver os outros que aparecem relacionados: textos técnicos escritos por e para especialistas. Conectado destoa: escrito por um historiador, voltado ao leitor não-especialista.

Esta é a sequência de títulos da lista da Cultura: Microsoft Office Excel 2007 Passo A Passo, Informatica Para Concursos, Java - Como Programar, Segurança de Redes em Ambientes Cooperativos, Flash CS3 Professional - Criando Alem da Animaçao, Autodesk 3DS Max 8, Engenharia de Software, Escrevendo Casos de Uso Eficazes e Adobe Photoshop - Para Fotografos V.01.




Um exemplo de vídeo simples e relevante

Curta simples. A câmera está no fundo de um presídio em Curitiba. Aparece na grade do lado de fora uma mulher e sua filha de uns quatro / cinco anos. E começa um diálogo à distância, muito curto e carinhoso, com um homem preso, que no contexto é o pai da criança. No final dos dois minutos de interação, os créditos revelam que ele está há 12 anos esperando julgamento.

Abra o artigo para assistir.




Lançamento de livro sobre internet e educação

Nesta quinta, dia 27, a partir das 18:30h, acontecerá o lançamento do livro Tecnologia Educacional e Aprendizagem: o Uso dos Recursos Digitais, na Universidade Mackenzie, em Sampa. Segundo o release, o "livro apresenta diversas formas de se apropriar dos recursos digitais como poderosa ferramenta de ensino e aprendizagem." Quem se interessa pelo assunto, apareça. Devo ir, inclusive para prestigiar a professora Lilian Starobinas, uma das autoras da coletânea, que esteve no lançamento do Conectado. Para ler a informação completa, abra o post.




De ônibus para o Rio e de chofer para a Bienal

Ontem foi um dia inusual. (Existe essa palavra em português?) Acordo 4 am, chego à rodoviária 5:40. Ônibus sai às 6:20 para o Rio. Estou à caminho da minha primeira participação em uma Bienal do Livro como autor.




Conectado na Bienal do Rio

Amanhã, dia 21, sexta-feira, participo de uma das mesas da Arena Jovem da Bienal do Rio, na Arena Jovem. O tema é "E aí? Você já deixou seu scrap hoje?" Quem estiver por perto, cola-lá. 16h.




Para uma nova maneira de entrevistar

Por conta do livro, tenho dado algumas entrevistas. Os repórteres geralmente, por conta da pressa das redações, leram superficialmente algumas partes estratégicas do Conectado - a quarta-capa, a orelha, talvez até o prefácio e a introdução. Isso acaba produzindo perguntas mais ou menos previsíveis e repetitivas, que levam a respostas improvisadas e mais superficiais do que eu gostaria.

Ou invés disso, me ocorreu propor um encaminhamento diferente.




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