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livro | Não Zero

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Algumas imagens e comentários sobre o lançamento de Conectado em SP

Ainda não aprendi direito a publicar imagens neste blog turbinado. Mas nem será necessário. Segue alguns links de amigos que estiveram no lançamento e no pós-lançamento, e registraram em imagem e texto.

O Renato Targa colocou tudo na mesma página, em sequência, identificando a maioria das pessoas. Aqui, dois comentários que ele mandou com o link: "Faltou só lembrar que, além de apagarem as luzes, desligaram o ar condicionado. E na quarta-feira estava uma noite quente! =)... Subi umas fotinhos no Flickr, em Creative Commons, use e abuse."

O Marcelo Antunes do Repositório também flickrou algumas imagens e aproveitou esse material para contar sua história do evento. Uma observação dele e certamente de outras pessoas sobre o debate: "A conversa descambou demais para problemas de capitalismo x qualquer outra coisa (eu não entendo como esse pessoal acha que viveria sem que alguém fabricasse papel higiênico - limpariam a bunda com urtiga?), mas no geral foi proveitosa. Faltou, obviamente, tempo."

E o velho mano Acquarone também mandou o link de fotos do álbum no Picasa. Mas não sei se dá para acessar sem convite.

A Lilian Starobinas, ex-orientanda do mestre José Carlos Sebe, participou do debate e registrou impressões no Discurso Citado. Comentário dela em relação ao debate: "Achei divertido que alguém lembrou de 'rádio amador'. Na verdade, o rádio-amadorismo foi uma das primeiras redes de comunicação multi-polar e interativa, muito antes da internet."

A Madalena Barranco, participante do Viva Sp e do Leia Livro também deixou suas impressões em blog.




Quarta-feira, 5 de setembro, o que eu vi e vivi

São 11:11 da manhã. Agora faz aproximadamente 12 horas que eu estava descendo a rampa em direção ao estacionamento. O evento terminava mais de uma hora depois da livraria ter fechado. Minha voz está começando a voltar, mas meu corpo está pesado, finalmente relaxando depois dessa overdose de emoções, ansiedade e esforço.

Engraçado que parece ter acontecido rápido demais. Foi meio como um passeio de montanha-russa com rostos novos aparecendo a cada segundo, conversas fragmentadas, muitas memórias e estímulos pipocando. A sensação contrária de como tinham sido os meses anteriores, muito trabalho, muitas ruminações e espera. O dia 5 de setembro, marcado desde antes do livro entrar na gráfica, parecia sempre longe, impalpável, fora do alcance.

Bottom-up providencial

Fora a família e alguns amigos que confirmaram presença, não dava para saber quantas pessoas apareceriam. Saiu um pouco nos jornais, notinhas. Mas às vésperas da Bienal do Rio, não deu tempo para fazer muita promoção. E afinal quem é esse autor? De onde ele apareceu? E sobre o que é mesmo esse livro? A própria Livraria Cultura o colocou na seção de informática. A Fnac nem se interessou por comprar - agora já tem. De onde vieram tantas pessoas, auditório cheio? Justamente da tal da Cauda Longa, da comunicação em rede, do assunto do livro.

Contei apenas quatro pessoas das que resistiram à demora na fila para o autógrafo que eu não conhecia pessoalmente. E elas vieram recomendadas por amigos em comum. Ter estado no BarCamp e no BlogCamp foi crucial. Os blogueiros espalharam a informação pela rede, acompanhando a divulgação boca-a-boca e por emails e o aparecimento da informação em sites estratégicos como UpDateOrDie e BlueBus. Meio sem querer, presenciamos uma experiência de coordenação descentralizada, bottom-up, na divulgação.

Aos que foram e aos que ficaram

Muita gente acabou desistindo da fila do autógrafo por causa da demora. O gargalo é incômodo. Vontade de atender cada pessoa, conversar, trocar idéias, tendo um cronograma meio apertado de 2:30h incluindo o tempo para o debate. Depois das 22h, a livraria fechando, as luzes sendo gradativamente apagadas, os funcionários inquietos para encerrar o expediente, a fila dos rostos conhecidos constantemente se renovando.

Eu, que estava confortavelmente sentado recebendo o carinho das pessoas, também paguei uma cota de incômodo. Me sentindo responsável pelo atraso e querendo atender os amigos, segurei a vontade de urinar como nunca na vida. A ponto de sentir os rins latejando depois de ir ao banheiro. Meus salvadores, Lúcia Freitas e Pedro Markun, articularam uma ação guerrilheira bem aos moldes da Web para que eu escapasse sem ser notado.

Falar, escutar

Mas este é um blog e eu não pretendo escrever tudo. Passo a palavra a quem tiver ido (ou não) e quiser deixar pelo comentário um registro de memória, alguma observação, falar do que tiver e não tiver gostado, ou apenas deixar seu oi. Também espero os links para quem subiu fotos no Flickr ou em outros sites.

Agradeço ao Luli e ao Matias por se darem com tanta vontade no debate. A conversa emergiu, apesar da arquitetura top-down da sala de conferências. À Zahar, de quem sou assumidamente fã. À Livraria Cultura e aos funcionários, pelo profissionalismo e paciência. À Tati, minha cúmplice de sonhos e realizações. E às pessoas que apareceram. Me desculpem pela correria. Foi sensacional.

Debate by Edu Acquarone




Rouco, sem dormir, e com tique no olho (mas respirando)

Hoje é o Dia. À noite, das 19h às 22h, vai acontecer o lançamento do Conectado na Livraria Cultura do Conjunto Nacional. Para variar, não dormi. Faz parte. E fiquei rouco depois de quase gripar na segunda-feira. Mas de resto, tudo OK. Espero chegar na livraria umas 18h. Matias e Luli ficaram de estar lá mais cedo. O debate começa às 19:30h. Antes das 21h encerramos a parte séria e vamos jogar conversa fora até a livraria fechar. Quem puder e estiver por perto, apareça!




Conectado em uma casca de noz

Faz tempo que estou quebrando a cabeça para tentar resumir o conteúdo do Conectado em poucas palavras. Neste domingo, dia 2, o caderno Mais da Folha de São Paulo listou o livro entre os dez eventos culturais e livros da semana - aqui, só para assinantes. O texto é um exemplo de capacidade de síntese: Sites e softwares colaborativos, como blogs, Wikipédia, YouTube, MSN e Orkut, são examinados neste livro de Juliano Spyer, que também trata de questões polêmicas ligadas à internet, como pirataria on-line, censura e invasão de privacidade.




Efeitos colaterais da sociedade interconectada - minha vez de errar

O penúltimo capítulo de Conectado fala sobre o lado negro na Net. Hoje tive meu dia de spammer, me colocaram de castigo e, ainda por cima, fiz uma outra coisa que odeio que façam comigo. Pelo menos está rendendo um post e possivelmente uma troca de idéias.

Eu estava estranhando que o GMail não impusesse restrições ao envio de mensagens para muitas pessoas de uma só vez. Venho mandando emails coletivos para informar amigos e conhecidos sobre o livro e o lançamento. Hoje eu descobri o limite e apesar de ter acontecido em um momento inconveniente, gostei da maneira como o sistema funciona. Ele autoriza a transmissão de 500 emails ou o recebimento de um determinado número de mensagens rebotadas. Excedido o limite, sua conta fica congelada. Nada de envio, só recebimento. Eles informam que o prazo da punição é em geral de 24 horas.

Fora isso, fiquei muito chateado hoje. Mandei um lembrete para a minha lista de contatos. Mandei ao todo algumas centenas de mensagens, mas os destinatários foram selecionados a dedo. Só que eu, por desatenção, mandei duas levas de mensagens sem ocultar os emails dos destinatários. Não me incomodo de receber mensagens coletivas de amigos. Algumas eu leio, outras eu apago. Mas acho muito chato quando os remetendes não escondem os endereços usando o campo BCC. Além de expor as pessoas a spam, na medida em que os endereços podem ser repassados para pessoas desconhecidas, ainda existe a possibilidade de alguém, geralmente por engano, responder para todos. Cada vez que isso acontece, as caixas postais vão se enchendo de ruído.

Peço desculpas a quem tiver recebido essas mensagens. Foi bobeira minha.




Conectado já está à venda

Não queira saber o que é encontrar o seu livro, seu primeiro livro, disposto em um mostruário de livraria. Ali, naquela pilha, perdido entre tantos outros, está o resultado de meses, às vezes anos de trabalho. E para as pessoas que passam, é mais um livro... (O pai ou a mãe que já deixou seu filho na escola no primeiro dia de aula provavelmente conhece a sensação.) Tanto investimento e de repente uma coisa que era apenas sua e de poucas pessoas próximas, ganha o mundo e terá que sobreviver sozinho, provar a que veio.

Foi assim que eu me senti ontem. De passagem pela Livraria Cultura, fui conferir se eles já estavam vendendo para mandar um email completo aos amigos, lembrando do lançamento na quarta que vem e aproveitando para contar que quem quisesse, já poderia adquirí-lo. Mas não contava com o frio na barriga.

Agora está feito. E já que é irreversível, conto com a presença das pessoas queridas no lançamento, que acontecerá lá mesmo no auditório da nova Livraria Cultura do Conjunto Nacional, dia 5 de setembro, quarta-feira.

Os que puderem e quiserem chegar às 19:30h assistirão o debate Quem comanda a internet: amadores ou profissionais?, com a mesa formada por mim, pelo Luli Radfahrer (ECA-USP) e pelo Alexandre Matias (Link-Estadão). Mas estarei lá até a livraria fechar às 22h para celebrar este momento de realização profissional.




Palestra do Ricardo Cavallini em SP

Há uns três anos, minha amiga Gabriela Dias me falou sobre o Ricardo Cavallini, com quem ela havia trabalhado na Globo.com. O Cavallini estava lançando o A Arte de Desperdiçar Energia, um registro de sua experiência desenvolvendo e dando manutenção ao Boa Bronha, o site pornô que se tornou rapidamente o mais popular da Web brasileira. Além de relevante, educativo e bem escrito, esse livro tem partes engraçadíssimas. E estou falando sobre isso porque o Cavallini publicou outro livro há dois anos e amanhã, terça, às 21h, ele fará uma apresentação aberta sobre esse último trabalho na Faculdade Cásper Líbero, aqui em São Paulo. No blog, ele se oferece para colocar para dentro quem quiser assistir. É só mandar um email. Eu vou logo na sequência do lançamento do Hipertexto, Hipermídia, às 19:30h, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional.




O livro está saindo e o blog, quase pronto

Conectado sai da gráfica na terça da semana que vem, dia 21, e logo começará a aparecer nas livrarias. Como o endereço deste site está na quarta-capa e também na introdução, algumas pessoas deverão acessá-lo para ver do que se trata, saber um pouco mais sobre o produto, sobre o autor.




Contatos além-mar

Estou falando com amigos e fazendo pesquisa para tentar promover meu livro em portugal. Na medida em que falamos (praticamente) a mesma lingua e que comprar pela internet é (praticamente) fácil, imagino que existem potenciais interessados do outro lado do Atlântico.




Lançamento "Hipertexto, Hipermídia" dia 21 na Cultura do Conjunto Nacional

Estou curioso para ler este novo livro sobre comunicação online. Conheci a Pollyana, uma das autoras e organizadora da obra, no BarCamp SP, mas ainda não conversamos direito. Ela escreve no Remix Narrativo, termina o doutoramento e ensina na PUC. O evento será no dia 21 de agosto, uma terça-feira. Saiba mais aqui. Estarei lá.




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