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participação | Não Zero

participação

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Parte 3: qualidade vs. participação

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A Wikipédia talvez seja o principal enclave do projeto original da internet sonhado por cientistas e estudantes antes da abertura da rede para o comércio em meados da década de 1990. O ideal de democratizar o conhecimento permanece, mas a comunidade se divide sobre as maneiras de realizar esse objetivo.

Essas diferenças evoluiram para se tornar duas forças opositoras e complementares. Um grupo defende a bandeira da qualidade do serviço e trabalha para barrar a entrada de conteúdo fora dos critérios de publicação. O outro defende uma postura mais flexível para encorajar a participação de novatos.

Os dois lados têm sua parcela de razão. A visibilidade da Wikipédia a torna um espaço visado por vândalos e também por indivíduos e organizações interessados em manipular a percepção da sociedade sobre determinados assuntos. Mas o volume de publicações e a ênfase para se manter a guarda alerta tem o efeito colateral de apagar também a contribuição bem-intencionada mas muitas vezes incorreta de novatos, e isso desmotiva a renovação do quadro do grupo.

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Parte 2: os dois mundos de Jurema

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Nos conhecemos em uma reunião de voluntários da Wikipédia que aconteceu em janeiro aqui em São Paulo. Ex-funcionária concursada da Prefeitura de São Paulo, hoje com 64 anos, ela complementa a renda da aposentadoria atuando como representante de vendas em supermercados.

Ela é ativa na internet desde os anos 1990, quando começou a se embrenhar na rede para fazer sites amadores e participar de listas de discussão sobre o candomblé, movimento no qual ela está envolvida há quase 40 anos.

Ela entrou para o grupo de voluntários da Wikipédia em 2004 por não ter encontrado na enciclopédia na época um artigo sobre candomblé. O acolhimento dos editores veteranos e a disponibilidade de tempo quando esteve desempregada contribuíram para ela se envolver no trabalho.

Durante seus primeiros quatro anos ela serviu a comunidade como administradora, que é um tipo de usuário que atua para resolver disputas e que tem poderes para proteger, apagar ou restaurar páginas.

Hoje, apesar de ter menos tempo, ela continua ativa. Faz correções, traduz, relaciona artigos a categorias temáticas e também acompanha os debates da comunidade. E, como a maioria dos wikipedistas, considera o site uma espécie de segunda casa pela qual ela se sente responsável por ajudar a manter.

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Wikipédia: um mundo dentro do mundo e as tensões para que ele exista

A Wikipédia é um mundo à parte, dada a complexidade da operação e o fato de esse projeto acontecer prioritariamente pela participação de voluntários. Só quem chega perto percebe isso de verdade.

Quantas pessoas refletem, ao acessar um artigo dessa enciclopédia, sobre a teia de negociações e de esforços que está por trás de sua existência? E quantos se dão ao trabalho de imaginar quem são os protagonistas desse projeto? Como a gente imagina que eles sejam e como eles são de verdade?

Pedi para entrevistar a Jurema por ela não se encaixar na imagem desse internauta típico e estereotipado a quem creditamos muito do que acontece nos bastidores da internet. Mas o assunto principal da nossa conversa foi a polarização dos wikipedistas entre aqueles que defendem filtros rigorosos para a entrada de conteúdo e os opositores a essa visão que denunciam uma postura anti-democrática e até racista na lógica usada para aprovar ou apagar contribuições.

A entrevista aconteceu ao longo de um mês e consumiu mais de cinquenta emails trocados. Você pode escolher ir direto à íntegra da entrevista ou ler a síntese dos assuntos principais indicados pelos links neste texto.

Aproveito a ocasião para mencionar o nome de Pietro Roveri, um wikipedista engajado e com atuação intensa como participante da comunidade e estudioso do tema Wikipédia, que faleceu enquanto esta entrevista estava sendo produzida.

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Será que vale a pena lutar pela Wikipedia?

na semana passada eu publiquei um post depois que quatro verbetes que eu criei na wikipedia foram apagados. fiquei positivamente surpreso com o debate que esse post gerou, tanto em termos de qualidade como de quantidade da troca de opiniões. a maioria dos mais de cem comentários publicados trazem vivências dessas pessoas na wikipedia.

o texto a seguir resume o que eu aprendi em função da troca de idéias proporcionada pelo texto anterior. é, na verdade, uma tentativa de organizar o meu pensamento para responder à pergunta: vale a pena lutar pela Wikipedia?

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Quando a comunidade se torna protagonista

Na sexta-feira, a bel colucci, uma das produtoras do Radar na TV, me telefonou no CParty pra falar que tinha uma dupla de repórteres espanhois querendo falar comigo e com o andré sobre o RadarCultura, projeto que nós implementamos para a Fundação Padre Anchieta. Mas quando descemos e nos apresentamos, a entrevista estava feita, e é esta que segue abaixo. Detalhe: foi a comunidade do Radar quem abordou a jornalista para falar sobre a FPA e
o Radar. A jornalista nao precisava mais da gente, tinha falado diretamente com quem havia espontaneamente ocupado o espaço, vestido a camisa e mostrava sua relevância.

Segue os links para o texto que aparece no blog espanhol da CParty e também o link publicado no Radar - ou seja, ainda por cima, eles foram conferir o que tinha saído.

PS. Para quem não sabe, o Radar distribuiu 64 ingressos para os participantes mais ativos do site, que usaram o site como ponto de encontro ao longo do evento.




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