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Aécio Neves recebe comitiva de representantes do campo das mídias sociais

Na segunda-feira vou a Belo Horizonte, a convite do Rodrigo Mesquita, do Peabirus, para participar de um encontro do governado do Estado, Aécio Neves, com pessoas ligadas às mídias sociais no Brasil. No mesmo dia será anunciado um acordo entre na área da educação entre Minas Gerais e o Google.

O anúncio que circulou dizia de um encontro entre o governador e blogueiros. Não acho que isso seja preciso, primeiro porque cada um está responsável por pagar as próprias despesas e, em função disso, só os blogueiros mineiros poderão ir representando eles mesmos, os outros vão patrocinados pelas instituições que cada um representa. Além disso, não sei se existe uma unidade entre blogueiros e, mesmo se existir, não acredito que nós, especificamente, sejamos representantes da blogosfera.

O que na verdade está acontecendo - e não vejo nenhum problema nisso, ao contrário - é uma demonstração pública de que o governador presta atenção na internet, sente que esse será um elemento importante para quem for disputar a presidência em 2010 e quer se familiarizar mais com o assunto conversando com quem vem realizando ações na área, tanto no âmbito acadêmico como empresarial.

O mais importante de tudo, na conversa com o governador na segunda e com outros representantes do poder público no futuro, é deixar claro que o item mais caro de uma campanha online de sucesso não é tecnologia, mas entendimento. Se o candidato entender que ficou muito mais barato e acessível estabelecer conversas grupais e estiver disposto ouvir e participar, já estará com meio caminho andado, pelo menos. E quem estiver se perguntando por onde começar, recomendo a leitura deste texto do Moriael, meu colega na Talk, que é veterano da Web e também do marketing político.

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Traduza um parágrafo e ganhe um convite para assistir a palestra do Peter Senge em SP

Tenho um convite mas não poderei assistir a palestra do Peter Senge, professor do MIT e autor de A Quinta Disciplina, sobre organizações que aprendem - será no Hotel Transamérica, em SP, na segunda-feira (1/6), à noite. Como posso repassar esse convite, decidi fazer o seguinte: sorteá-lo entre pessoas que ajudarem na tradução atual do Adote um Parágrafo.

Para participar, é só seguir as instruções: 1) entrar no documento e, no final da página, pedir autorização para editá-lo; 2) escolher um parágrafo e fazer a tradução seguindo as regras de funcionamento do projeto; 3) colocar, ao lado do seu nome, a tag #petersenge para eu saber que você quer o convite.

Você poderá traduzir quantos parágrafos quiser para aumentar as suas chances de ganhar. (Se faltar parágrafos, colocamos outro texto no ar para tradução.) Importante: os administradores do Adote se reservam ao direito de desclassificar participações quando considerarmos que a tradução estiver mal-feita.

O sorteio será na sexta-feira e o vencedor será informado por email sobre como retirar o convite.

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Peter Senge palestrará em SP sobre organizações que aprendem

O Banco Real está trazendo um intelectual americano, o professor Peter Senge, do MIT, para palestrar no primeiro Encontro de Sustentabilidade de 2009, dia 1 de junho, 19:30h. Não conheço o trabalho dele, mas o MIT é uma instituição importante mundialmente na área da tecnologia e o assunto da palestra também me chamou a atenção: organizações inteligentes, que aprendem e resolvem problemas coletivamente. Honestamente tenho um pouco de preguiça do tipo de livro que traz regras - tipo: as nove passos para o sucesso, coisas assim. E no livro dele, segundo o verbete da Wikipedia em inglês, "The five disciplines represent approaches (theories and methods) for developing three core learning capabilities: fostering aspiration, developing reflective conversation, and understanding complexity." Mas quero tirar as minhas conclusões.

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O Culto do Amador, uma provocação e uma oportunidade

Capa da edição inglesa
Andrew Keen escreveu um livro polêmico, um livro para chocar e fazer barulho. Para produzir esse efeito, ele utilizou alguns recursos: não se preocupou em ser imparcial e explorou ao máximo os medos e inseguranças provocados pela Web. E de empreendedor Web - como existem muitos no Vale do Silício - O Culto do Amador elevou Keen à condição de guru - ou "anti-guru" -, ele passou a ser um nome reconhecido.

(A popularidade dele levou um amigo a me procurar ontem à noite para dizer que está com receio porque tem promovido intensamente o TalkShow com o Keen e queria saber se o volume de tráfego não comprometeria a transmissão. Fiquei impressionado com a quantidade de vezes que o post do Wagner anunciando a entrevista foi clicado.)

O que faz o projeto de Keen digno dessa atenção, no entanto, não é o talento dele para a polêmica, mas o fato de ter conseguido ir salpicando aqui e ali, ao longo de seu livro, questões incômodas para quem está surfando a onda da Web, seja em busca de prestígio e reconhecimento, seja pelo menos nobre mas igualmente respeitável retorno financeiro. Selecionei duas passagens do livro em que, acredito, o autor toca na ferida. Segue depois desse apanhado dos debates públicos que ele participou. (Continue lendo.)

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Nesta terça (dia 17), 18h, lançamento pelo Twitter do livro "Para entender a internet" - ajude a divulgar

Capa Para entender - em alta

Mais um livro está saindo do forno. E, dessa vez, um livro 100% Web, integralmente disponibilizado em PDF e também por um site para leitores debaterem e conversarem entre si e com os autores sobre assuntos de interesse comum. O livro é uma coletânea e se chama Para entender a internet - Noções, práticas e desafios da comunicação em rede - ao lado, a capa. Participam 38 autores, todos eles protagonistas brasileiros em seus campos de atuação.

Apesar de terem sido produzidos pensando no leitor com pouca familiaridade com a Web, os textos vão além das simplificações e dos modismos para, ao mesmo tempo, ensinar e provocar. E os autores têm intimidade com o assunto para fazer isso. Por exemplo, Edney Souza, o Interney, um dos blogueiros mais conhecidos do Brasil hoje, é quem escreve sobre blog. Soninha Francine, vereadora, atual sub-prefeita em São Paulo, escreve sobre internet e lei eleitoral. Fábio Seixas, um dos brasileiros mais seguidos no Twitter, fez o texto sobre micro-blogging. Sérgio Amadeu, ativista combativo do software livre, escreve sobre pirataria online. Ronaldo Lemos, um dos ativistas brasileiros mais conhecidos e respeitados internacionalmente, explica o que é o Creative Commons. E por aí vai a lista.

Muitas pessoas ainda sentem que a tal revolução trazida pela Web é uma festa para a qual eles não foram convidados. Muitos professores de escolas públicas e privadas, empreendedores, executivos, comunicadores, administradores públicos e uma boa parte da sociedade civil não entendem o motivo de tanta euforia em relação à internet. Esse livro pretende ser um convite para que elas entrem e participem da festa.

Para chegar a essas pessoas sem contar com os meios tradicionais de divulgação e distribuição, o jeito é usar a rede. E é por isso o arquivo em PDF do livro tem menos de 1000k - para caber em uma mensagem de email - e é por isso também que o lançamento deste livro não será em uma livraria e nem em outro espaço físico, mas online, pelo Twitter.

Resumindo, nesta terça (dia 17), às 18 horas (horário de Brasília) vou disponibilizar pelo Twitter o link para o site e para fazer o download do livro. Naturalmente, todos os autores têm conta no Twitter e serão convidados especiais para essa conversa. Não sei se isso já foi feito e nem o que vai acontecer, mas, no mínimo, vamos ter um bate-papo com quem quiser saber mais sobre esse projeto.

PS. Aproveitando o convite para a conversa na terça, já adianto um possível assunto: que este livro pretende demonstrar que está muito mais fácil produzir livros úteis coletivamente e em prazos reduzidos utilizando a Web.

PS2. Para quem estiver em Sampa, vamos tomar uma cerveja e jogar conversa fora no Exquisito na sequência do lançamento, às 20h.

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Telefonica reconhece publicamente que errou com consumidores - é uma vitória, em parte, da internet

Existem empresas que pisam tanto na bola com o consumidor que a gente passa a fazer propaganda contra. Entre as que têm esse comportamento, bem alto na minha lista, está a Telefonica.

Telefonica, para mim e para muitas pessoas, é sinônimo de péssimo atendimento ao cliente. E não é só ruim por falta de qualidade, eu sou levado a pensar que a dificuldade imposta ao cliente faz parte do plano de retenção.

Estou falando isso porque ontem eu participei, junto com um grupo de blogueiros nerds, do anúncio de um serviço novo da Telefonica, o Xtreme, que oferece entre 8 e 30 mega de banda para acesso à internet e TV à cabo. Fui sem expectativas e saí surpreso pela estratégia que a empresa deu a entender que está adotando. (Continue lendo.)

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MobileCamp - considerações sobre o formato e a execução do evento

O MobileCamp aconteceu neste último sábado (13) no Espaço Gafanhoto do Cazé, aqui em São Paulo. Foi um evento gratuito, mas fechado para convidados, e que teve a participação de 12 palestrantes das mais diversas áreas: arte, educação, marketing, TI e até direito. (Porque o celular também está revolucionando a vida dos advogados.)

O plano original era ter as palestras na primeira parte do evento, de 10 às 12h, e fazer uma desconferência em seguida até as 15h, mas na prática a segunda parte não aconteceu. As palestras se estenderam e ficamos sem tempo. Mas quem foi, não reclamou, ao contrário.

A seguir vou registrar algumas considerações sobre o evento, para que outras pessoas possam construir outras ações a partir dos nossos erros e acertos.

As sutilezas das metodologias de conversação presencial - cada vez aprendo mais

Minha primeira vivência com o world café aconteceu no começo deste ano, na inauguração do Hub. A equipe Papagallis conduziu o encontro e fiquei impressionado por descobrir que existem metodologias para conversação e que uma empresa se formou para oferecer esse serviço.

Depois de experimentar o world café, fiquei com a impressão de que aquilo seria razoavelmente fácil de ser replicado. O próprio Algarra diz isso, que dentro do preço dele está incluído esse treinamento. Mas existem sutilezas nesse trabalho que não ficaram evidentes para mim logo de cara.

Há coisa de dois meses, como parte da campanha online do Kassab, convidamos a Papagallis para dinamizar o relacionamento entre os participantes da K25, a rede social do candidato. Nessa ocasião eu aprendi uma sutileza: na conversação, a pergunta proposta deve ser ampla para permitir que se construa conhecimento.

No caso citado, a pergunta que abriu a conversação foi: "o que você espera do próximo prefeito?" Não houve menção ao candidato e nem a nada que de alguma maneira conduzisse o pensamento dos participantes na direção de soluções prontas.

Recentemente eu relatei aqui que a Papagallis participou do 1o Nokia Social Media Connections, promovendo a conversação entre aproximadamente 30 blogueiros sendo que muitos nunca tinham se encontrado frente a frente.

Como a proposta de fazer o world café aconteceu dois dias antes do evento, houve a possibilidade de que eu conduziria a conversação por haver pouco tempo para contratar a Papagallis - inclusive porque o trabalho deles envolve um período de planejamento, especialmente para chegar às perguntas para ensejar a conversação.

Troquei idéia com o Algarra na quinta para falar do evento e para pedir sugestões sobre como promover a conversa. Nesse ponto, eu tinha registrado a experiência do evento com o Kassab de que as perguntas deveriam ser abertas o suficiente para permitir que a conversa se desenrole.

No evento da Nokia, a primeira questão, formulada junto com a empresa, era algo como: O que esperar da Web móvel? E, na sequência, partir para: O que falta ao celular hoje?

Acabou que o Algarra pôde ser contratado e fizemos uma sessão de brainstorming com os organizadores na véspera do evento. E tive a oportunidade de captar um pouco mais da sutileza da formulação das perguntas.

Apresentamos as perguntas para ele e escutamos que não eram as melhores opções. Pelo que eu registrei, o assunto Web móvel já conduzia a discussão para terrenos conhecidos, já existe discussão elaborada, é um tema que vem sendo pensado e que traz registros prontos.

Segundo eu me lembro - o Algarra pode me corrigir - essa pergunta conduziria a polaridades, a discussões requentadas e que dão margem a disputas de quem sabe mais. A pergunta, na conversação, deve se remeter a um território futuro, inexplorado, para dar condição aos participantes de construirem respostas desarmados, a partir de suas inteligências.

E mais do que isso: a pergunta deve incluir uma meta comum de todo ser humano - de todo ser vivo, até - que é a busca pelo bem-estar. Todos queremos viver melhor e a perspectiva de trazer melhoras à vida motiva a busca coletiva por alternativas.

Talvez isso pareça apenas um detalhe para você, mas o fato é que na condução da conversação, eu vivenciei trocas relevantes.

A minha postura é, naturalmente, de achar que o celular, assim como a tecnologia em geral, não melhora a vida, apenas acelera e torna mais interessante. E recebi de volta perspectivas que me fizeram pensar.

Uma idéia é a de que o telefone substitui - com vantagens - o cigarro como objeto de manuseio quando se está só em um bar, por exemplo. A pessoa se entretém mandando SMS.

Também se falou em como o celular ajuda a manter vínculos entre pessoas que se conheciam e se separaram, vivem em lugares diferentes. É uma maneira do mundo antigo, dos relacionamentos presenciais, seguir vivo graças à tecnologia.

E como essas, escutei várias outras.

Enfim, foi mais um aprendizado para o dia em que eu precisar conduzir uma conversação.

E pensando agora, acho que poderíamos, com mais tempo, ter chegado a perguntas ainda mais motivadoras de trocas. Por exemplo, observamos, durante o evento, que muitas pessoas ali se conheciam online, ou se acompanhavam pela Web. E a oportunidade de estar ali, colocando corpos no lugar de nomes e impressões vagas, fez os olhos de muitos dos presentes brilharem. Indo por aí, teríamos um caminho fértil de conversações para explorar - estimulando as trocas sobre o assunto online x presencial.

A idéia fica registrada para as próximas oportunidades.

Release: Pesquisador da London School of Economics and Political Science discutirá ecossistemas digitais na Metodista

O grupo de pesquisa Comunicação e Tecnologias Digitais (COMTEC), do Programa de Pós-graduação em Comunicação Social da Metodista, e o Instituto de Pesquisas em Tecnologia e Inovação (IPTI) promovem o seminário State of the Art in Digital Ecosystems Research (O estado da arte da pesquisa em ecossistemas digitais), dia 11 de novembro, às 14h. O seminário terá como palestrante Dr. Paolo Dini, senior research fellow do Departamento de Mídia e Comunicação da London School of Economics and Political Science (LSE).

O ecossistema digital surge como um conceito inovador para dar suporte à adoção e ao desenvolvimento de tecnologias de informação e comunicação. Dr. Dini trabalha particularmente em projetos voltados para o desenvolvimento local com vistas à inclusão social, geração de empregos e com ênfase em pequenas e médias empresas.

O seminário buscará oferecer visões globais sobre ecossistemas digitais com foco em ciências sociais e da computação. Serão discutidos aspectos teóricos e aplicações.

Dini trabalha com ecossistemas digitais desde 2002 em projetos financiados pela Comunidade Européia. Sua formação multidisciplinar inclui física, eletrônica, novas mídias, ciências da computação e ciências sociais.

O evento é gratuito com vagas limitadas. As inscrições podem ser feitas pelo e-mail comtec@metodista.br.

Serviço:

Seminário - State of the Art in Digital Ecosystems Research

Palestrante - Dr. Paolo Dini (London School of Economics and Political Science)

Local - Universidade Metodista de São Paulo, rua do Sacramento, 230, São Bernardo do Campo, sala C-316.

Data – 11 de novembro de 2008

Horário - 14h

Inscrições e informações: comtec@metodista.br

A palestra será proferida em inglês

Longe e perto - divagações sobre presença e distância online

Perto e longe - Começa o primeiro dia do Digital Age 2.0. Lessig é chamado ao palco.

A apresentação dele - esta - lembra um pouco um filme mudo com acompanhamento ao vivo de um pianista. Palavras aparecem em sequência formando frases curtas. De tanto em tanto, uma imagem. E a voz dele, costurando, dá textura e cadência para as idéias.

Ao mesmo tempo em que a presença dele é quase dispensável para que o show aconteça, tendo em vista a disponibilidade de tecnologia para colar a voz às imagens e automatizar totalmente o processo, o efeito nunca será o mesmo. E não só pelo fetiche de estar na presença dele, mas pela comunicação quase subliminar que se estabelece entre palestrante e platéia.

Intervalo. Na sequência, Seth Godin faz sua palestra ao vivo mas por teleconferência. (Pelo que eu notei, o sistema inclui um mecanismo de feedback para o palestrante ver e ouvir a audiência, mas não tenho certeza.)

Longe e perto - Contraste absoluto com Lessig. Arquetipicamente, um é o nerd e o outro é o vendedor. Ambos brilhantes a seu modo.

A presença imaterial de Seth, expandida e flutuando no palco, me lembrou o Big Brother - o original. Mas esse estranhamento se dissipa ao vê-lo naturalmente trazendo à cena seu copo de uísque para molhar as idéias, gestos e expressões faciais substituindo o Power Point.

Improvisos, um quê de palestra motivacional - tipo: pense fora da caixa, etc - mas com agilidade, repertório e articulação. (E achei legal quando ele apontou que mídia social não era uma cauda que você colocava sobre o prato principal.)

Divagações - Outro dado que eu ouvi nos bastidores do DA2.0: quando alguém entra em contato para sondar a disponibilidade do Lessig para participar de eventos, a secretária dele já avisa para tratá-lo sem intimidade, nada de dizer "Larry" e sim, em inglês, "professor" - em português, equivale a "doutor".

Já no caso de Seth Godin, é até esquisito escrever apenas "Godin" para me referir a uma pessoa cujo blog se chama "Seth's Blog".

As normas também precem produzir um efeito online.

É curioso que essas duas apresentações tenham acontecido na sequência uma da outra para se pensar - e eu não estou tirando conclusões, só compartilhando - nas nuances da "presença presencial" e da presença online.

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