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comunicação | Não Zero

comunicação

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Eleições e internet: lições de 2010 e desafios de 2012

O Bito Teles, amigo querido da época da Talk, me pediu um depoimento sobre eleições e internet e, especificamente, para eu falar sobre lições da eleição de 2010 e desafios deste ano, que temos as disputas municipais.

Escolhi refletir sobre o problema que é, para a internet, termos que nos enquadrar no modelo de comunicação que separa "falar" e "ouvir" e, em seguida, defendo a importância de a indústria da internet superar o preconceito pelo usuário das classes CDE, conforme argumento neste post recente.

Aliás, acho que a segunda parte do problema proposto está desenvolvido, mas a primeira ainda não. Veja: se a internet é caracterizada por ser uma plataforma para conversas grupais, qual é a consequência de colocá-la junto com as equipes que praticam a comunicação tradicional?

Eu vejo uma conformação que divide a internet e impõe a esse canal que ele só fale a não dialogue.

As equipes de internet nas campanhas fazem isso: ficam junto com equipes de jornalistas e o resultado é que há uma ênfase em gerar informação enquanto despreza-se a outra perna da comunicação dialógica que é escutar.

O que estou querendo dizer aqui é muito simples: colocar a equipe de internet junto com outros jornalistas denuncia a maneira como a internet é vista. Está-se impondo a quem é contratado para realizar esse pedaço do trabalho que el@ foque sua atenção em falar e reduza sua atenção para o aspecto da troca, da interação.

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Orkutizando Obama: que tal olhar pro nosso usuário?

Vivi de dentro campanhas eleitorais em 2008 (Kassab) e 2010 (Marina). E a pergunta continua no ar: quando a internet vai desafiar a lógica do dinheiro nas disputas pelo voto? Quando a mensagem do candidato associada ao poder de auto-organização da rede vai mudar o resultado de uma eleição majoritária no Brasil?

A minha hipótese é que isso ainda não aconteceu porque a internet se tornou um espaço de disputa entre as classes AB, que controlam a indústria, e os emergentes, que são a maioria e vêem a internet como grande aliada em seu processo de ascensão social. Agências e grandes produtores de conteúdo têm como Meca o Vale do Silício e tendem a desprezar e se envergonham da maneira como o Novo Usuário da Internet do Brasil (NUIB*) se comporta.

O problema disso é que são 70 milhões de NUIBs só na classe C contra 18 milhões dos usuários no segmento AB. Ou seja, enquanto esse eleitorado é mantido à distância (como uma espécie de "usuário de segunda categoria"), o candidato continuará precisando de dinheiro para fazer suas campanhas usando as chamadas "mídias clássicas", cuja industria está amadurecida para atender todos os segmentos de público.

Na última sexta fiz uma apresentação no Social Media Brasil, aqui em São Paulo, explicando por que prestar atenção nos usuários emergentes e fazendo algumas recomendações aos candidatos que queiram usar a internet como um canal mais eficiente para ativar seu eleitorado. O vídeo abaixo traz a "versão pocket" dessa palestra. Ou veja apenas os slides.

* O termo é meu, para facilitar a referência a este conjunto; baseado no já aceito "Nova Classe Média Brasileira".

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A Enciclopédia da Nuvem de Luli Radfahrer

O Luli é um dos poucos que vai além do óbvio na hora de falar de internet e comunicação digital.

Ele é também um cara na academia que não se contenta em conversar com seus pares; ele sempre buscou se comunicar com o grande público.

Temos aí uma boa mistura: ele tem conteúdo e busca incrementar o conhecimento da sociedade sobre um assunto importante como é a comunicação depois da rede.

Esse livro novo dele é, em certo sentido, um filho autêntico da rede. O mundo online adora listas e esta é uma listona. (Lançamento em SP: segunda, 9 de maio.)

Sua grande contribuição é organizar o assunto. Você quer saber como a computação em núvem pode te ajudar nos mais diversos âmbitos. Lá você encontra vários caminhos a seguir.

Não precisa ser futurologista para saber que este livro será um grande sucesso. Merecido. A importância da internet na vida do brasileiro ainda está subrepresentada nas prateleiras das livrarias.

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Fundação Ford divulga pesquisa sobre transformações na comunicação global

Participei como fonte, no ano passado, de uma pesquisa internacional coordenada pela Global Partners, sob demanda da Fundação Ford. A pesquisa tinha como objetivo mapear o cenário de transformações na comunicação em âmbito global e em países de diferentes regiões.

A versão final da pesquisa está aqui. A primeira parte faz uma avaliação global em diferentes perspectivas, e foi produzida pela equipe do Global Partners em diálogo com os pesquisadores nacionais. A segunda tem os capítulos que abordam a realidade dos diferentes países.

No capítulo brasileiro, o João Brant, pesquisador responsável, tentou juntar todas as informações solicitadas com partes mais analíticas, principalmente na segunda metade do capítulo. O resultado traz um panorama de um cenário de mudanças na comunicação no mundo, desde a sua estrutura até sua incidência nas questões de direitos humanos.

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Assessorias de imprensa: será que elas lêem o que eu escrevo?

Faz tempo que quero escrever sobre assessorias de imprensa. Aprecio quem desempenha bem a tarefa importante de mediar a comunicação entre seus clientes e pessoas ou organizações.

Por exemplo: recebo e leio com atenção os releases com as novidades sobre o Facebook enviados pela CDN. Basta ler dois ou três posts deste blog para ver que o meu assunto desde sempre é "internet social". Apenas isso.

O problema com o serviço de algumas assessorias é a "margem de erro" temática. Considere, por exemplo, o último release que eu recebi: "HP inicia sua campanha de Natal com a segunda temporada do eNoel".

Não quero parecer ingrato, mas me dou ao direito de pensar alto: dá a impressão que quem enviou acha que tecnologia é tudo a mesma coisa.

Estão fingindo que se comunicam comigo e eu, fingindo também que não ligo. Porque quando isso acontece, sem (muita) dor na consciência, jogo a mensagem e o email da pessoa que o enviou para a pasta de spam.

Resultado: essas mensagens já não entrarão na minha caixa postal, nem quando o conteúdo for relevante. Eu perco, sim, a oportunidade futura de talvez ter uma notícia em primeira mão, mas em um ambiente saturado de informação, acho que os clientes das assessorias perdem mais.

Há ainda outro caso: de assessorias que escrevem antes pedindo informações sobre o blog.

Em geral, a pergunta recorrente é: quantas pessoas acessam o blog? Não vejo problema nisso, mas raramente sinto que a pessoa do outro lado se deu ao trabalho de ler o que eu escrevi.

Recebi esses dias uma mensagem de um assessor se apresentando e apresentando a assessoria. A mensagem é vaga, mas pedem a data do aniversário "dos editores" (só eu escrevo aqui) e se tenho filhos.

Fiquei pensando: o que eles farão no dia do meu aniversário? Me mandarão um brinde corporativo? E para que saber se eu tenho filhos? Será que há releases especiais para pais ou algo parecido?

Não, obrigado. Por favor, me mande releases relevantes. Eu não pedi para recebe-los, mas aprecio a atenção de quem se dá ao trabalho de fazer isso. Contanto que faça sentido.

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O potencial do uso de ideogramas para a comunicação por aparelhos portáteis

Sabe essa experiência de olhar como alguma coisa era feita no passado e achar aquilo um desperdício de tempo? Exemplo disso: escrever com máquina de escrever e não poder mexer no texto que se está produzindo na hora em que se está fazendo.

Hoje eu tive a sensação de que daqui a uns 20 anos a gente vai sentir isso em relação a escrever mensagens de texto em celular. É um tipo de ação que deveria ser quase instantânea e, no entanto, paramos de fazer tudo para, com a ponta dos dedos, ir construindo frases letra a letra até completar o texto.

Entendo que a gente vai ganhando experiência e esse tempo diminui, mas tenho a impressão que, para esse tipo de equipamento e para o timing da comunicação, a escrita por ideograma pode ser mais eficiente do que o alfabeto.

Não existe uma solução ideal para a comunicação. Para o telégrafo (e para o computador), o melhor é o código binário. Para grupos de pessoas fisicamente próximas, a fala e os gestos entregam a informação com maior densidade. Não sinto que o alfabeto seja o mais interessante em se tratando do uso de um aparelho pequeno que é acionado pelos dedos.

Quando a gente para o que está fazendo para escrever, nos desligamos da experiência que motivou a criação da mensagem. Por exemplo: se você está assistindo ou participando de um evento (palestra, jogo de futebol, etc.), a sua concentração muda de foco por alguns segundos enquanto está tuitando.

A gente sintetiza a escrita de palavras justamente para reduzir esse gap de atencão. É mais rápido escrever "kd vc" do que "cadê você" com todas as letras e acentos. Paralelamente a isso, já se recorre a símbolos na comunicação online. O emoticon é isso: uma imagem que condensa ideias. Tipo: \o/ ou :-) Mas sinto que a comunicação por ideogramas ainda não foi explorada como merece e que há uma oportunidade à espera de quem pensar primeiro em uma nova geração de serviço para comunicação de grupos (tipo Twitter, Facebook) por equipamentos móveis que ampliem as possibilidades de misturar símbolos e texto.

Eu não sei muito sobre linguística, mas fico pensando na escrita japonesa como exemplo. Eles usam três conjuntos de sinais para escrever: um de ideogramas e os outros de fonemas que servem para se grafar aquilo que não cabe facilmente em sinais. Penso, inclusive, no impacto que usar uma solução parecida, a partir do desenvolvimento gradual de um vocabulário de símbolos, para a comunicação global.

Com a adoção de mais símbolos, mais pessoas poderão se entender ou terão mais condições para se entender. (Você não precisa saber alemão para entender \o/.) Ao mesmo tempo, esse movimento poderá amplificar o processo de tribalização das sociedades: grupos de pessoas espalhadas pelo mundo criando línguas próprias que funcionariam em paralelo às suas línguas de origem.

Acho que o processo começa por estudar o que já existe de símbolos sendo usados hoje para atender a essa demanda específica de comunicação instantânea por dispositivos móveis.

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Chegaram algumas críticas pertinentes ao último post

A Web dá muita margem para troll, que é quando as pessoas ficam brigando, se provocando e se ofendendo sem chegaram a lugar nenhum. Em relação ao meu último post, diferente de troll, recebi algumas críticas pertinentes e quero retribuir a boa vontade e o interesse dessas pessoas respondendo a alguns pontos aqui.

A minha amiga e jornalista Ariane Mondo me mandou um direct pelo Twitter dizendo:

A única coisa que me deixou reflexiva foi o fato de não sabermos da existência do site da campanha até as discussões explodirem. Daí fica uma sensação estranha ao, de repente, retuitar um link legal que contém a marca de uma campanha sem saber que se está fazendo isso.

Na área de comentários do blog, o huno disse algo parecido:

Enfim, se o objetivo é ganhar uns trocados, que se ganhe com mais transparência: "eu também vou usar esse espaço para publicidade a partir de hoje, ok, seguidores? Quando for usada a tag-ganha-pão, não se assustem". ... Se isso não ficar claro, é publicidade velada sim. Não adianta espernear.

Os dois têm razão. Vejo, no entanto, alguns problemas em relação a isso no texto do Maurício:

1. Da maneira como está dito, parece que isso foi parte da estratégia da campanha, quando não foi. Os participantes tanto tiveram liberdade para falar sobre a campanha que vários deles postaram.

2. O texto dele dá margem para se pensar que eu tentei manipular as pessoas escondendo a participação na campanha. Quem me acompanha por este blog sabe - e quem não acompanha, pode verificar - que a síntese do meu trabalho é ser ao mesmo tempo o cientista e a cobaia explorando e relatando o que eu vivo na e pela Rede. Essa experiência, para mim, transcende a busca por popularidade e pagamento.

Conforme expliquei na resposta, outros participantes falaram da ação e divulgaram o link para o site antes do início da campanha. Lá está o meu nome, foto, bio, link para blog, etc.

Em relação a isso, ainda, poderíamos aprofundar essa discussão, de maneira que ela não se parecesse com uma caça às bruxas, mencionando, por exemplo, que vários participantes informaram seu envolvimento com a campanha via Twitter, mas muitas pessoas que os seguem certamente não viram essas mensagens no meio da enxurrada de informação que recebem por esse canal a cada dia. E mesmo fazendo o anúncio em um espaço menos ruidoso como um blog, isso não garantiria que todos os recebessem posteriormente as mensagens da ação saberiam dela.

O que fazer? Toda mensagem deve ter uma tag #publicidade?

E como ficam as campanhas de guerrilha? A Guerrilhapedia fala que o marketing invisível também tem como objetivo expor uma marca ao consumidor, fazendo-o interagir com um produto, sem ele perceber que se trata de uma experiência de comunicação. ... Geralmente ela é utilizada em pré-lançamentos ou lançamentos de produtos, sendo possível mensurar a reação e o interesse do público diante de um produto ou serviço de forma imediata. O segredo está em assimilar o público como parte integrante da disseminação da mensagem, e não um simples receptor do conteúdo (que tranforma-se em conteúdo-mentira para o mesmo).

A mesma Guerrilhapedia apresenta cases brasileiros: Divulgação da Série O Continente Gelado, da National Geographic onde a agência Espalhe colocou envelopes com o nome do velejador e um número de telefone em vários lugares de São Paulo. Dentro, havia fotos da aventura. Julgando estar com um material importante, ou apenas por curiosidade, muitas pessoas ligaram para o telefone e ouviram uma mensagem de Amyr divulgando o novo programa.

Ao invés de julgar e condenar, a matéria poderia ter aberto a discussão de maneira a expandir a compreensão dos leitores sobre o assunto.

Outro comentário publicado no post foi da Lígia Dutra. Ela escreveu:

"Os curadores são profissionais da Web, atuantes, conhecidos, que receberam uma proposta e assinaram contratos por concordar com os termos e aceitar a remuneração oferecida. Não houve aliciamento e nem pagamento com 'bonés e camisetas' e sim uma relação trabalhista, como a que o Maurício tem com o empregador dele."

Juliano, em primeiro lugar admiro muito seu trabalho, maaaaas neste trecho acima acho que você comeu bola, amigo. O Maurício falou das camisetas e bonés apenas no caso da Puma. Ele começa a matéria assim:

"Demorou um pouco, mas as agências de publicidade descobriram que o Twitter pode ser uma eficiente ferramenta de divulgação de produtos e marcas." E o primeiro caso citado, pelo que entendi, era o exemplo positivo deste tipo de ação.

Ele reconhece que a ação do Club Social foi bem aceita neste trecho: "Nem todas as campanhas são tão bem aceitas quanto a do Club Social. A marca Puma acaba de experimentar um vexame na tentativa de promover um novo produto, um tênis chamado Puma Lift."

Bom, creio que é uma questão de interpretação. Espero ter ajudado.

Comi bola, mesmo, em relação ao ponto "bonés e camisetas", mas o fato dele dizer que a campanha foi bem aceita não indica que ele considera a ação correta. Acho que existiu, sim, um julgamento que está implícito e que foi feito de forma rasteira, simplificadora, sem medir consequências, apelando para o medo de conspirações que muitos de nós cultivamos.

Finalmente, o Thiago Rosa falou o seguinte:

Avaliar o jornalismo de uma pessoa pelo grupo que ele trabalha é perigoso e incorreto. Jornalistas fazem estes grupos, mas não necessariamente precisam concordar com os fatos expressos em todas as áreas. A exposição do jornalista é muito maior do que do grupo que ele trabalha. Isso é injusto com ele. Acho que a reportagem foi boa e esclarecedora, e abre uma série de discussões dentro do mundo do marketing digital, do mundo dos blogs e porque não, da sociedade brasileira.

Apesar de não concordar que a reportagem tenha sido esclarecedora, admito que essa cobrança foi injusta e peço desculpas a ele por isso.

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Wave: se essa é a proposta do Google para dominar o mundo, me diz onde eu assino

O email é a plataforma de comunicação online mais usada hoje, mas é uma ferramenta que existe há mais de 40 anos. O que aconteceria se pegássemos tudo o que foi desenvolvido nessas últimas décadas em termos de técnologia de comunicação em rede para criar uma versão atual do email? Vamos pegar blogs, fóruns, chat, wiki e o que mais existir por aí para montar alguma coisa que ocupe o lugar do email.

O problema do email é que ele copia informação. Quando voce manda um email para alguém, essa pessoa receberá no computador dela uma cópia do arquivo de texto que você escreveu. Nenhum problema nisso até você adicionar outros participantes na conversa e cada pessoa começar a ter versões diferentes de um monte de mensagens (des)organizadas umas sobre as outras, com comentários feitos em cores diferentes entre frases e parágrafos, muitas variedades de formatação e tudo mais que quem usa email conhece bem. O email é inspirado na carta, que serve para a comunicação entre duas pessoas. Como torná-lo mais eficiente para conversas em rede? Esse é o desafio da equipe que desenvolve o Wave. (Continue lendo - é mais rápido - ou assista a apresentação de 1h20 em inglês a seguir.)

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Por que o Urso já não lê mais jornal?

Ontem eu estava almoçando com o Urso - depois de sua estréia no horário nobre - quando ele me confessou ter perdido o interesse por ler jornal. Ele diz que passa os olhos pelas notícias da Folha Online, depois do UOL e tem uma sensação de desinteresse.

O curioso é que ele falava disso com uma espécie de culpa, como se fosse uma falha dele ter perdido o hábito de acompanhar notícias. Há uns poucos anos, ele contou, era o mesmo estilo de notícias, os mesmos assuntos e ele lia contente.

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Empresa usa Skype para criar a impressão de proximidade entre escritórios

A Radium Systems tem dois escritórios, um em Sampa e outro em BH. E usando Skype em uma TV de umas 30 polegadas, os dois ambientes ficam como que acoplados um ao outro.

Parece bobagem pensar que uma coisa tão simples pode ajudar no relacionamento entre as pessoas, mas acho que eles podem estar trilhando um caminho interessante para aproximar equipes fisicamente separadas.

Uma coisa é voce se comunicar sempre com a pessoa por telefone, email ou comunicador instantâneo. Outra completamente diferente é você chamar a pessoa pelo nome e ela te escutar e voce ter uma conversa olhando para ela e ela para voce.

O custo disso deve ser perto de nada na medida em que os escritórios já têm planos de banda larga e conversar de Skype para Skype é grátis.

Agradeço ao Oswaldo Gouvêa de Oliveira Neto pelo interesse de demonstrar a idéia ;-)

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