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Você quer pagar pelo livro, até aceita as restrições de uso, mas a Amazon não vende. Por que?

Esta é a história de um cara que queria muito ler um livro.

Queria tanto que visitou um site chamado Amazon.com e encontrou o livro em formato Kindle, o que permitiria a ele ter o arquivo imediatamente.

Tudo bem que o livro viria em formato fechado, com várias restrições de uso, para emprestá-lo, por exemplo. Não importa, ele queria ler.

Daí o nosso leitor procurou um botão de compra que não estava na página. Devia ser por ele ter se mudado de país recentemente. Mas isso é fácil resolver: ele alterou seu endereço e inseriu os dados do novo cartão de crédito para cobrança.

Feliz por ter resolvido o problema, nosso heroi fez uma nova busca pelo nome do autor e estranhou encontrar uma outra lista, menor e menos interessante, de obras. Foi, então, ao histórico de navegação no site, achou o livro novamente e acessou sua página. Foi quando se deu a grande revelação na forma de uma frase:

- "This title is not available for customers from your location in: Latin Am. & Caribbean".

E tinha mais: - "Due to copyright restrictions, certain Kindle Titles are not available everywhere. If the country or region displayed is incorrect, you may change it at http://www.amazon.com/manageyourkindle."

E ele entendeu tudo e também não entendeu nada. Por que, oh Senhor Deus, impor essa limitação? O que pode justificar a existência desse obstáculo injusto e aparentemente irracional?

Seria para forçar a compra de exemplares impressos? Ou será uma restrição imposta pela editora ou pelo autor? Mas por que, se o livro não está disponível nesta região do mundo, só o exemplar impresso encomendado?

Alguém tem outra hipótese para iluminar a situação?

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Como matar o intermediário: um estudo de caso sobre auto-publicação

Um dia ele criou um blog porque se sentia sozinho em um país estrangeiro.

Com o tempo, o blog se tornou popular e começaram a aparecer convites para publicar nos meios tradicionais.

Essa oportunidade implicou em limitar o acesso do conteúdo dele a "mercados", dificultando ou inviabilizando o acesso a quem não era atendido pelas estruturas de distribuição.

Um dia, ele cansou e, em 1400 palavras, mandou passear os principais jornais da Espanha, do México e da Argentina. E resolveu abrir uma editora.

Ele se propôs a fazer uma revista trimestral, sem nenhuma publicidade, com duzentas páginas, apenas com a participação das pessoas que ele gostava de ler.

De cara, teve dez mil pré-assinantes. Detalhe: a revista é disponibilizada online, grátis.

Vale a pena conhecer esta história:

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E se tratarmos livros como softwares e eles evoluirem com o tempo?

Editoras precisam lançar livros novos para gerar receita. Uma vantagem do livro recém lançado é que pouca gente leu, então, se a capa for caprichada e a resenha aparecer nos veículos certos, a venda acontece. Daí o consumidor chega em casa e percebe que o título não é aquilo que esperava, mas daí é tarde. Nem todos conseguem voltar para trocar.

E os ótimos livros que saem de catálogo porque a demanda baixa não justifica a reimpressão? Se eles não estão vendendo tanto, por que não disponibilizá-los bem baratinho online? Isso não está dando certo com a música/vídeo via iTune/Netflix e similares? O problema é que disponibilizar o conteúdo fora de catálogo pode saciar o desejo do leitor e reduzir os gastos com as novidades.

Parece que há um grande silêncio no mercado editorial em relação a esse assunto. As editoras querem continuar vendendo papel impresso apesar das inúmeras vantagens e facilidades do formato digital, para si e para o consumidor, e o consumidor vai descobrindo o crescente mercado de livros compartilhados ilegalmente online.

E fico me perguntando se não podemos pensar no livro da mesma forma como pensamos o software. A gente não compra o pacote inteiro do Windows quando uma nova versão sai, a gente atualiza o programa, e quando isso não é de graça, custa apenas uma fração do preço integral.

Livros também são sequências de código. A editora pode começar a pensar nele como tal. O custo de impressão e distribuição hoje não existem. Por que não concentrar recursos na curadoria para oferecer um produto sensacional?

Por que esse produto não pode ser vendido bem baratinho ou de graça, como os apps para IPhone ou IPad, e terem modelos alternativos de rentabilização? Sim, o preço é um dólar, mas sim, você não paga nada para copiar ou distribuir, e se é barado, é mais fácil comprar do que procurar no "black".

Pense em uma editora que lança livros em formato de apps. Os livros continuam sendo aperfeiçoados porque cada vez que ele melhora, mais pessoas querem comprar e também se fideliza quem já comprou. O sucesso do livro conduz ao desenvolvimento e isso traz novas vendas.

O livro não precisa ser do tamanho que tem hoje. Pode ser adaptado à falta de tempo. Pode ser mais compacto e distribuído em mais capítulos.

Se for ficção, seções da história podem ser modificadas ou acrescentadas. O bacana passa a ser acompanhar esse processo produtivo. Se for não-ficção, a conteúdo pode ser expandido, aprofundado, aperfeiçoado a partir do que o leitor demonstrar ter interesse.

O livro não precisa acabar. Antes ele acabava porque custava muito dinheiro imprimir e distribuir. Era melhor ou mais garantido fazer outro.

Pense em um autor que voce gosta muito. No meu caso, é o Rubem Braga. É claro que eu compraria o livro do R.B. para ter o prazer de ver o livro vivo, em movimento; me surpreender com descobertas de como ele desdobrou uma cronica ou uma parte da cronica que tenha sido particularmente popular. Eu pagaria, sim, para estar mais perto do autor que eu admiro.

O autor é um programador também, mas o código dele é a cultura e ele programa a maneira como a gente percebe e entende o mundo. Como isso se apresenta não obedece a fórmulas. A fórmula traduz o momento em que ela foi adotada.

Hoje, a versão atualizada de um livro é algo que acontece raramente. O livro precisa ser um sucesso para ganhar uma "versão atualizada e expandida". Agora, em vez de gastar com o papel e tinta e distribuiçao e promoçao, por que nao pagar o autor? Afinal é ele a parte essencial do produto.

Antigamente, também, a comunicação do público com o autor e do público com o público acontecia dentro do espaço escasso das seções de cartas dos leitores nos jornais. Hoje é só abrir um fórum de discussão e, se o livro for incrível, o espaço vai se encher com gente falando a respeito dele. Monitores podem ajudar a processar a conversa para retirar dessa participaçao o filé que poderá retro-alimentar o autor para ele, sabendo como está sendo lido, desenvolver a obra.

Escrevo isso e eu mesmo me censuro pensando: "É absurdo, livro não funciona assim, tem que acabar na última página." Quem disse? As coisas se reinventam. Existe o modelo atual e o que ainda não foi inventado e que a grande promessa que ninguém ainda tenha ousado fazer.

Um dos maiores motivadores na hora de se comprar um livro é conhecer o autor. Ter gostado de um livro anterior reduz a perspectiva de se desapontar. Então, por que não reinventar o livro fazendo com que ele possa ser reescrito e republicado tantas vezes quanto ele seja capaz de encantar os leitores.

E isso nao vale apenas para o livro cujo autor é vivo. Fico imaginando a delícia de poder me interagir com outros adoradores do R.B. e da possibilidade de reler os textos dele dessa maneira. A editora pode ter um "curador" que se encarregue de fazer os updates no "código". Não estou sugerindo que ele reescreva os originais, mas a criaçao de conteúdos novos junto com o original.

É isso: eu curtiria a ideia de pagar R$ 1,00 por um livro e ter experiencias como essa.

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Wikipedia para os wikipedianos, mas quanto custa manter um wikipediando?

Eu não tinha a intenção de dar continuidade a essa discussão sobre a Wikipedia (aqui e aqui), mas, a partir do momento que a discussão pega, é quase injusto pensar em interromper o processo de aprendizado. A seguir, estou reproduzindo duas mensagens particularmente instrutivas.

Minha principal crítica em relação ao procedimento dos editores e administradores da Wikipedia é que eles não deveriam avaliar a relevância de artigo contanto que ele esteja correto. O Fabrício inteligentemente anula o meu argumento dizendo que essa decisão só deve ser tomada por quem participa da comunidade.

O outro comentário (é o número 12) é do representante de uma agência que oferece, entre seus serviços, o de criar e editar verbetes na Wikipedia, e ele mostra quais os procedimentos devem ser tomados para que um verbete não seja apagado.

Isso é curioso porque mostra que existem forças de mercado influenciando o conteúdo da Wikipedia, gaming the system. Ou seja, em último caso, se você tiver dinheiro, pode "comprar" sua presença na Wikipedia, seja agindo segundo as regras de publicação, seja estabelecendo e cultivando um relacionamento com editores e administradores, seja se tornando editor ou administrador.

Se a exposição vale a pena (e vale), compensa ter uma equipe de parcial ou integralmente dedicada a se estabelecer dentro da Wikipedia para atender aos interesses de seus clientes.

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Dicas finais de um blogueiro iniciante a jornalistas que queiram blogar

Eu tentei blogar algumas vezes sem conseguir. Foi só no começo do ano passado que eu entrei efetivamente para a blogosfera, primeiro usando a plataforma Blogspot do Google e depois, graças ao maninho André Avorio, neste endereço, usando uma solução mais sofisticada chamada Drupal.

Agora eu sinto falta de blogar. Se eu pudesse, dedicaria muito mais tempo a isso do que eu posso. E blogar para mim é uma atividade com multiplas finalidades.

Eu penso alto pelo blog e posso perceber até que ponto um determinado assunto gera mais ou menos repercussão, o que me ajuda a escolher o que usar como artigo na WebInsider, revista digital em que sou colunista.

Também, ao blogar, recebo uma primeira leva de feedback que me ajuda a fazer a sintonia fina do conteúdo. Meus interlocutores acrescentam suas idéias, deixam críticas e sugestões.

Eu não sou pago para blogar, mas o blog me mantém em contato com pessoas da minha área de atuação profissional, e isso abre portas para dar entrevistas - como a que gerou este post -, fazer palestras e encontrar outros interlocutores.

O blogueiro profissional e também os blogs comerciais precisam mostrar resultado quantitativo em termos de visitação, especialmente quando o modelo de negócio se baseia na publicidade.

Eu conheço pouca gente que sabe o suficiente de resultado estatístico online para mostrar o valor - ou Roi, como se diz por aí - de um blog. A melhor métrica para se ver o sucesso de um blog é, para mim, o quanto ele gera engajamento na área de comentários.

Os blogs do Pedro Dória e o Pergunte ao Urso demonstram o que eu quero dizer.

Ainda assim, concordo com o Cavallini quando ele diz que preferiria que o blog dele tivesse apenas 350 visitantes se elas fossem dos principais executivos de agências de publicidade do país. Mais do que o volume, é a qualidade de quem acompanha o blog e a interação com essas pessoas aumentando a qualidade do conteúdo.

Clóvis Rossi é blogueiro no papel enquanto a maioria dos blogs oficiais de jornais e revistas são páginas de notícias publicadas em sequência cronológica. O diferencial mais visível, para mim, é o envolvimento dele com o assunto.




Cisão de personalidade

Mês passado um conhecido meu jornalista me contou que tinha criado um blog. O curioso para mim é ele ter abrerto um espaço para expressão pessoal e escrever sobre praticamente os mesmos assuntos veiculados pelo jornal que o emprega. Ele estava entusiasmado porque conseguiu marcar uma entrevista com a Soninha, candidata a prefeita em São Paulo.

Em parte faz sentido. Ele trabalha com notícia e dedica pelo menos oito horas por dia à produção de conteúdo informativo. E apesar de já contribuir para um jornal, não é ele quem decide as pautas, e fatalmente terá que pedir autorização se for explorar assuntos polêmicos. Em seu blog ele pode fazer do jeito que quiser.

Ainda assim, é curioso notar uma certa crise existencial em jornalistas que consideram a possibilidade de criar um blog pessoal ou - pior - que recebem a solicitação de adicionar essa tarefa às suas incumbências profissionais.

Aos que pensam em fazer um blog próprio, deve ocorrer o pensamento: já escrevo por trabalho, vou escrever também nas horas vagas e por prazer?

E como os jornalistas se acostumaram a trabalhar em pautas que não dizem necessariamente respeito a própria vida e são condicionadas pelos interesses da empresa jornalística, do público-alvo e dos anunciantes, eles parecem ter mais dificuldades na hora de definir os temas para fazer um blog.

Talvez o jornalista não veja utilidade para o blog por não considerar que as coisas que ele pensa, vive e sente sejam relevantes para outras pessoas além de seus amigos e familiares.

(A maioria dos blogs de jornais que eu conheço dialogam pouco com outros blogueiros, mantém a redação despersonalizada e funcionam de certa forma como uma página de últimas notícias. Veja aqui, por exemplo, os feitos pela Folha Online e pelo Estadão.)

Ao contrário, o blogueiro já sabe sobre o que ele quer falar. O blog é extensão da própria vida.

Decidir uma pauta não é complicado porque ele escreve sobre um assunto que o interessa diretamente e está próximo de interlocutores igualmente familiarizados com o tema. Nesse contexto, se manter informado é menos uma obrigação e mais uma oportunidade de aprendizado.




O jornalista pergunta melhor do que responde

Me corrijam se eu estiver errado: responder cartas enviadas à redação não é uma função que tenha prestígio entre jornalistas. Não sei de faculdade que tenha um curso de relacionmento com a audiência e ficaria surpreso de ver em um job description que inclua, entre os requisitos de contratação, "experiência mínima de quatro anos respondendo cartas da audiência".

A maioria dos profissionais da comunicação não lida com sua audiência e trata as pessoas que entrevista como "fontes" e não como parceiros ou colaboradores. A meta do jornalista, principalmente da grande imprensa, é garimpar, processar e entregar informação e não atender leitores, ouvintes ou espectadores.

(Alguém poderia argumentar que isso seria anti-produtivo, não tenho certeza, mas isso é outra discussão.)

A questão é que a ausência da estímulo institucional para se cultivar o relacionamento com o público fez o comunicador desenvolver uma certa surdez profissional. O jornalista pergunta melhor do que responde, fala melhor do que escuta.

Esse é um elemento que também dificulta que ele entenda a comunicação online, naturalmente interativa e grupal. Na web, a conversa é tão importante quanto a qualidade do conteúdo.




Soldados e guerrilheiros da comunicação

O blogueiro é responsável por todos os estágios do processo de produção de seu conteúdo. Mesmo sem saber claramente o que faz, é ele quem define pauta, pesquisa o assunto, faz contatos, entrevista, escreve, edita e publica - e também pode, se quiser, tirar foto, registrar em vídeo e audio, editar esse conteúdo, subir no servidor, definir os canais de distribuição e até vender publicidade.

O jornalista tradicional percebe essa qualidade multi-funcional como amadorismo - não dá para se fazer uma coisa bem feita tendo tantas responsabilidades - ou como exploração - os donos do jornal estão enxugando a folha de pagamento e os que sobram são obrigados a trabalhar mais.

A compartimentação de funções é mais produtiva no contexto em que poucos canais de comunicação competem por grandes segmentos de público. Você precisa oferecer um pacote sortido que atenda às necessidades mínimas de vários grupos. Mas esse modelo não demonstra ser eficiente em um ambiente em que a informação é abundante pelas facilidades de produção e distribuição de conteúdo.

Dentro de designações genéricas como classe, escolaridade, idade e lugar onde mora existem nichos cuja força a internet potencializou. É a idéia da cauda longa, do Chris Anderson. E é para esses micro-grupos que se produz conteúdo hoje, e o blogueiro - como um guerrilheiro da comunicação - está mais preparado para sobreviver nessas condições.

Ele compensa a desvantagem em termos de infraestrutura e treinamento com interesse genuíno pelo assunto e também pela vocação empreendedora. O blogueiro - me refiro àquele que quer se profissionalizar - está disposto a arriscar mais, subsistir a incertezas e trabalhar dobrado para se posicionar no mercado.




Por que o jornalista tem dificuldades para blogar?

O jornalista não se adapta à web porque está submetido a um mercado profissional que favorece a especialização técnica, não enxerga valor na prática do relacionamento e promove a anulação da personalidade do profissional.

Esse é o resumo do que eu falei em uma entrevista gravada há umas duas semanas, a pedido da jornalista Patrícia Santos, para ela usar em um trabalho de conclusão de curso do Knight Center da Universidade do Texas, sobre o papel do jornalista nesse novo cenário da comunicação trazido pela internet.

Provavelmente por me sentir à vontade para falar, soltei a seguinte frase em algum ponto da gravação: Clovis Rossi é blogueiro sem ter blog. Minha interlocutora, inteirada dos debates sobre o assunto, protestou: Mas e a conversa? Ela se referia à interlocução, característica diferenciadora do profissional que produz conteúdo horizontalmente, dialogando com seus pares, em relação àquele que ocupa o topo da cadeia produtiva da comunicação: a empresa de notícias.

A conversa acontece, eu respondi, mas nos corredores, nos elevadores, pelo telefone. Na prática, o trabalho do Clóvis é muito mais próximo do do blogueiro que do jornalista das redações. Pelo menos na maneira como o jornalista e blogueiro Renato Cruz entende a diferença entre essas duas atividades: uma produz informação e a outra, opinião.

O dilema é que ao mesmo tempo em que os horizontes profissionais e as oportunidades se expandiram para quem trabalha com comunicação, o jornalista resiste à mudança, despreza o blogueiro pelo amadorismo e usa a internet como uma amante secreta, fonte não creditada de muitas idéias, argumentos e pautas.

Falando descompromissadamente com a Patrícia, me dei conta que tinha algumas reflexões mais ou menos organizadas sobre esse assunto, resultado de leituras, vivências e conversas com profissionais da comunicação, tanto os que continuam fiéis ao offline como os que, por necessidade ou interesse, se arriscam pelos caminhos ainda incertos do mercado de trabalho online.

Elas não foram desenvolvidas em um estudo formal, testadas cientificamente e nem estão conscientemente alinhadas com uma ou outra corrente de pensamento, mas são importantes para mim e quero compartilhá-las com quem se interessa pelo assunto.

* Soldados e guerrilheiros da comunicação

* O jornalista pergunta melhor do que responde

* Cisão de personalidade

* Dicas finais de um blogueiro iniciante a jornalistas que queiram blogar




Outros motivos para as empresas preferirem estagiários?

Hoje se tornou lugar comum dizer que as empresas estão trocando profissionais experientes por estagiários para economizar em salários.

Ninguém fala que talvez alguns estagiários, os melhores, por uma questão geracional, estejam sabendo mais do que seus colegas de profissão.

E eu não me surpreenderia se uma pesquisa também indicasse que pelo menos uma parte da motivação para esse procedimento dos empregadores for pegar a pessoa quando ela ainda está aberta a aprender e de maneira indireta complementar sua formação profissional, acrescentando aquilo que a universidade não está suprindo.




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