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google | Não Zero

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Google Translator traduz "Videolog" por "YouTube"

Olha que coisa bizarra.

Vá ao Google Translator: http://translate.google.com.br.

Digite: "Eu assisto o Videolog".

A tradução para qualquer língua é: Eu assisto o YouTube.

Dá a entender que o Google interfere nas traduções sempre que o conteúdo fere seus interesses. (Se você não sabe, o Videolog é concorrente do YouTube.)

Isso é muito errado. Será que está dito nas letras miudas: "O Google se reserva ao direito de interferir no conteúdo das traduções"?

Me surpreende o jogo baixo. Isso se traduz em: "eu vou bater no carro do meu adversário para tira-lo da pista". Jura que é assim?

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Wave: se essa é a proposta do Google para dominar o mundo, me diz onde eu assino

O email é a plataforma de comunicação online mais usada hoje, mas é uma ferramenta que existe há mais de 40 anos. O que aconteceria se pegássemos tudo o que foi desenvolvido nessas últimas décadas em termos de técnologia de comunicação em rede para criar uma versão atual do email? Vamos pegar blogs, fóruns, chat, wiki e o que mais existir por aí para montar alguma coisa que ocupe o lugar do email.

O problema do email é que ele copia informação. Quando voce manda um email para alguém, essa pessoa receberá no computador dela uma cópia do arquivo de texto que você escreveu. Nenhum problema nisso até você adicionar outros participantes na conversa e cada pessoa começar a ter versões diferentes de um monte de mensagens (des)organizadas umas sobre as outras, com comentários feitos em cores diferentes entre frases e parágrafos, muitas variedades de formatação e tudo mais que quem usa email conhece bem. O email é inspirado na carta, que serve para a comunicação entre duas pessoas. Como torná-lo mais eficiente para conversas em rede? Esse é o desafio da equipe que desenvolve o Wave. (Continue lendo - é mais rápido - ou assista a apresentação de 1h20 em inglês a seguir.)

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Aécio Neves recebe comitiva de representantes do campo das mídias sociais

Na segunda-feira vou a Belo Horizonte, a convite do Rodrigo Mesquita, do Peabirus, para participar de um encontro do governado do Estado, Aécio Neves, com pessoas ligadas às mídias sociais no Brasil. No mesmo dia será anunciado um acordo entre na área da educação entre Minas Gerais e o Google.

O anúncio que circulou dizia de um encontro entre o governador e blogueiros. Não acho que isso seja preciso, primeiro porque cada um está responsável por pagar as próprias despesas e, em função disso, só os blogueiros mineiros poderão ir representando eles mesmos, os outros vão patrocinados pelas instituições que cada um representa. Além disso, não sei se existe uma unidade entre blogueiros e, mesmo se existir, não acredito que nós, especificamente, sejamos representantes da blogosfera.

O que na verdade está acontecendo - e não vejo nenhum problema nisso, ao contrário - é uma demonstração pública de que o governador presta atenção na internet, sente que esse será um elemento importante para quem for disputar a presidência em 2010 e quer se familiarizar mais com o assunto conversando com quem vem realizando ações na área, tanto no âmbito acadêmico como empresarial.

O mais importante de tudo, na conversa com o governador na segunda e com outros representantes do poder público no futuro, é deixar claro que o item mais caro de uma campanha online de sucesso não é tecnologia, mas entendimento. Se o candidato entender que ficou muito mais barato e acessível estabelecer conversas grupais e estiver disposto ouvir e participar, já estará com meio caminho andado, pelo menos. E quem estiver se perguntando por onde começar, recomendo a leitura deste texto do Moriael, meu colega na Talk, que é veterano da Web e também do marketing político.

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Uma palavra para definir o Google

É curioso que o Google, apesar de estar tomando (ou ter tomado) a posição da Microsoft como a principal empresa de tecnologia do mundo, não provoca a mesma antipatia. Existe, sim, uma preocupação que é algo como: - "logo vamos depender do Google para respirar!" Ao mesmo tempo existe uma admiração pela capacidade da empresa de se fazer relevante.

Parece que, em relação a empresas do mesmo porte, o Google mantém um espírito de startup, que permite com que ele avance ao invés de se entrincheirar para defender seus produtos. (Eu estava assistindo o vídeo linkado neste post recente e a palestrante se refere a essa percepção como sendo o resultado da mistura da motivação de uma startup com a estabilidade de um programa de pós-graduação, algo assim.)

Mas estou escrevendo isso para explicar o que me motivou a pedir ontem pelo Twitter que quem quisesse, definisse o Google em uma palavra. Segue o resultado:

1) referencias religiosas: google é meu pastor, onipresente, todo poderoso, oráculo, Deus

2) adjetivos: imprescindíve, tudo, fácil, foda, revolucionário, indispensável

3) outros: skynet, conteúdo

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Entrevista boyd: Orkut não tinha valor para Google até ser invadido por brasileiros

acompanhei a invasão brasileira do orkut. me sentia orgulhoso pela idéia que teríamos de certa forma subvertido os planos de expansão do google no campo das redes sociais.

danah boyd trabalhava como pesquisadora no google justamente nesse período, por isso, tive a oportunidade de perguntar como esse processo tinha sido vivido da perspectiva de lá.

afinal, me lembro, circulavam boatos dizendo que os norte-americanos contra-atacavam na moita, dificultando de todas as maneiras o crescimento da presença brasileira.

justaente por esse motivo houve uma febre de mudança de país de origem nos perfis. e honestamente não sei até que ponto isso faz sentido na medida em que você detecta a origem do acesso pelo endereço do IP. sei lá.

mas descobri que na verdade o orkut quase não recebeu a chancela de produto Google, inclusive ele nem leva o nome da empresa no nome. para a minha surpresa, foi o interesse gerado no brasil e na índia que fizeram o google reconsiderar.

e também foi esclarecedor ouvi-la falar que o google não entende de mídias sociais, que todas as start-ups promissoras compradas ficaram de lado, como Blogger, Dodgeball, entre outras.

Assista!

How was it for Google to see Orkut taken over by Brazilians from juliano spyer on Vimeo.




Facebook anuncia projeto open source para resistir a avanços do Google

Interessante ver empresas jogando Xadrex - ou Poker. Contexto: Facebook (junto com Microsoft) e Google (e a rapa) disputam quem vai sair vencedor no campo promissor das redes online de relacionamento.

Últimos lances:

1) Google fracassa em sua estratégia de conquistar o mercado, especialmente porque vê seu produto, o Orkut, colonizado por turbas de adolescentes brasileiros. Vê também o avanço do Facebook, um experimento que surgiu em Harvard, se espalhou pelos campi universitários norte-americanos e se tornou a melhor opção de site de relacionamento para quem não tem uma banda (de música) alternativa e por isso prefira o MySpace. Microsoft compra 5% do Facebook pela bagatela de US$ 240 milhões, indicando que o valor do site é de US$ 15 bilhões.

2) Google contra-ataca encabeçando a campanha pelo Open Social, uma solução tecnológica para permitir a interoperabilidade entre redes sociais. A intenção é reduzir a força do Facebook fazendo com que o usuário precise de apenas uma conta para acessar todos os sites de relacionamento participantes. Por enquanto, entre os inscritos estão Hi5.com, Viadeo, MySpace, Friendster, Orkut and Yahoo!. (Alguns comentaristas criticam o Google por promover a abertura de informações apenas quando isso é conveniente e questionaram a decisão da empresa de manter em sigilo, por exemplo, o algorítmo que faz funcionar seu sistema de busca.) Ainda este mês o Google anunciou o lançamento do Google Friend Connect, um serviço para donos de sites aumentarem o tráfego oferecendo programas que estimulam o convívio social entre os visitantes. (Entenda mais sobre isso aqui.)

3) Agora é a vez do Facebook anunciar um projeto com código aberto para sua plataforma de desenvolvimento. Diz o release distribuído nesta terça: "Nós estamos trabalhando em uma iniciativa de código aberto com o objetivo de ajudar desenvolvedores de aplicativos a entenderem melhor a Plataforma do Facebook e construirem aplicativos mais facilmente." A idéia é fazer como o Linux, permitir que programadores usem o código do Facebook como quiserem, contando que isso promoverá o desenvolvimento da plataforma e o resultado poderá ser aproveitado para melhorar o Facebook.

Esse é um exemplo típico de competição empresarial beneficiando a sociedade. Para conquistar a preferência do consumidor, cada parte vai oferecendo mais vantagens. E como não entendo muita coisa de negócios, fico pensando como isso terminará, se eles podem chegar a um equilíbrio (truce) ou se no final, apenas um estará de pé.

p.s. O tráfego do Facebook - e de outras redes - caiu 10% em abril.




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