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email | Não Zero

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Facebook versus Email: Notas sobre técnicas de condução de entrevista online

Estou entrevistando para este blog duas pessoas com práticas relevantes na internet. Não vou falar sobre isso agora, mas sobre a maneira como estou conversando com cada uma.

A primeira tem 14 anos. Perguntei à irmã dela - que nos apresentou - se ela usava email. A resposta me deixou pensativo: "ela acha que sabe".

É que, para esse grupo, o email é uma espécie de comprovante de residência virtual, um instrumento com função apenas burocrática que serve quase exclusivamente para a inscrição em serviços online.

É interessante considerar o que há de diferente entre o email e o Facebook, que é a central de comunicação para adolescentes conectados.

Ambos são ferramentas sociais de comunicação, mas o email privilegia o contato de um para um. Ele cobra um custo alto de atenção porque as mensagens tendem a ser escritas individualmente para serem lidas apenas pelo interlocutor em questão.

O Facebook inverte essa lógica. É possível conversar individualmente com alguém lá dentro, mas esse não é o atrativo principal da ferramenta e sim as mensagens genéricas que demandam pouca ou nenhuma atenção. Como a mensagem não é para ninguém em específico, há menor expectativa de resposta.

Sinto a diferença do efeito das duas ferramentas no resultado das conversas que estou tendo.

Na entrevista por email, posso mandar várias perguntas porque a minha interlocutora dará, quando puder, atenção integral à tarefa de me responder. Trocamos mensagens relativamente longas.

A minha outra entrevistada responde às minhas perguntas ao mesmo tempo em que faz muitas outras coisas. Comenta, cutuca, compartilha. O resultado é que estou me condicionando a mandar uma pergunta por vez para não pedir demais de sua atenção inquieta.

Em breve, publicarei o resultado das entrevistas e vamos ver como o uso de plataformas diferentes implicará em diferenças na particpação de cada uma.

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Como pedir uma entrevista ou como perder uma oportunidade

Esses dias vi a Ana Brambilla dando um toque pelo Twitter sobre a maneira como ela gostaria de ser abordada por estudantes que interessados em entrevista-la para trabalhos universitários - aqui e aqui.

Recebi hoje uma solicitacao parecida. Primeiro eu pensei em ignora-la, depois achei que podia responder, mas com a mesma falta de empolgação demonstrada pelo estudante. Mas acabei respondendo de outro jeito, não com o conteúdo esperado, mas dizendo como eu gostaria de ter sido abordado.

Incluí abaixo versões editadas da minha mensagem de resposta, depois uma proposta indicando o que uma solicitação como esta poderia conter e, finalmente, o texto adaptado do email que recebi, omitindo os nomes das pessoas citadas e da instituição.

Estou compartilhando essa experiência aqui para deixar como referência para, quem sabe, ele servir para algum tipo de conversa produtiva em sala de aula.

Se você tentou fazer uma entrevista dessa forma e o entrevistado não aceitou ou nem se deu ao trabalho de responder, talvez não seja falta de sorte nem desinteresse ou descaso. Se somos procurados para ajudar ou apoiar, não queremos nos sentir como se tivéssemos a obrigação de fazer isso.

Minha resposta

Caro Fulano, vou te dar um feedback que talvez voce nem esteja interessado em ouvir. Mas talvez esteja e eu estou apostando nisso.

do jeito que voce escreveu, tive duas impressoes:

1) de que você poderia ter encontrado muito do que me pede para responder fazendo uma pesquisa rápida na internet

2) e que, portanto, você não está muito interessado nas minhas respostas, quer cumprir uma solicitação - um pouco na linha daquelas pesquisas escolares em que a gente copia maquinalmente o texto da enciclopédia

Veja a seguir uma proposta de mensagem mais simpatica e interessada.

abraços

Sugestao de mensagem

caro juliano, como vai? eu sou o Fulano e estou te escrevendo por conta de um trabalho assim e assim para a disciplina tal. a proposta do trabalho é tal e acho que com a sua participaçao o resultado pode ficar mais bacana por isso e isso.

estou contatando voce, mas ja fiz uma pesquisa sobre o assunto sobre o qual quero falar. vi que voce fez tal e tal coisas, o que me fez pensar nisso e naquilo. isso que voce fez me levou a deduzir tais e tais coisas. o que voce acha? faz sentido?

imagino que voce tambem trabalhe e tenha outras prioridades, entao, queria saber se voce pode me responder até a data tal. se nao puder, me avise para eu pensar em outras possibilidades.

muito obrigado pela atençao. um abraço - Fulano

A mensagem recebida

Olá Juliano,

Meu nome é Fulano, estudante de comunicacao na Universidade tal, estou desenvolvendo um trabalho para uma disciplina do Prof. Sicrano, sobre o ebook Para Entender as Mídias Sociais, tenho alguma perguntas que eu gostaria que você respondesse:

1 - Qual sua área de estudo e qual sua contribuição na contrução do livro?

2- Quais as vantagens e desvantagens em produzir um livro como o Para Entender as Mídias Sociais em versão digital, gratuito e com tantos autores?

3- Qual a contribuição que este livro trás aos estudos sobre mídias sociais?

Muito obrigado, Fulano.

Comentários



Como não fazer marketing por email - caso Fnac

Odeio quando as empresas começam a te mandar spam depois que voce faz uma compra. Esse spam nao tem nada a ver com o que voce comprou e ainda por cima elas dificultam na hora de cancelar o envio.

Comprei meu computador no começo desse ano pela Fnac. Por default eu desmarco todos os campos para recebimento por email de "promoções".

Daí, resta duas possibilidades: eu não vi e deixei passar ou eles não perguntam e já partem do principio que voce quer ser bombardeado com as mais diversas promoções.




Leitor não é passivo e reconhece a parcialidade dos veículos

Recebi esse email hoje ou ontem e quase apaguei sem ler. Não é o primeiro que eu recebo com esse tipo de conteúdo, brincando com a impressão que o público tem dos veículos de comunicação nacionais.

Essa tipo de mensagem demonstra como o cidadão comum está atento e é crítico em relação aos interesses dos veículos. Como se percebe a maneira como uma notícia é sempre parcial. Isso sempre existiu, mas agora isso circula pela rede, possivelmente em grande escala.

Também vejo nesse email, como nos mitos, uma intenção maior do que entreter, que é compartilhar informação, espalhar experiências.

A brincadeira, no caso, é mostrar como cada veículo de comunicação contaria a história de Chapeuzinho Vermelho.




Um registro sobre o funcionamento e as motivações para a propagação de hoaxes

Hoje recebi um email com as características de um desses embustes (hoaxes) que circulam pelo boa-a-boca na Web. Resolvi responder à pessoa, uma amiga, que me mandou o email, decompondo a mensagem para mostrar algumas características desta velha conhecida dos internautas. Fica como registro o texto original, meus comentários e principalmente a a resposta (no mínimo sincera) que ela me mandou.




Do email ao blog: comunicação no atacado e no varejo

Completando o que eu estava escrevendo no post anterior. Estou esperando o momento em que vamos reduzir as conversas no varejo (via email pessoal) e aumentar as no atacado (pelo blog).

Não me entendam mal. Não acho que a gente deva só falar com as audiências. Não tem a ver com se afastar dos relacionamentos pessoais. Me refiro ao fato de que muitas mensagens individuais poderiam aparecer em uma plataforma aberta e dessa maneira incitar o prolongamento da conversa (inclusive sem a presença dos "donos" da conversa, por exemplo, nas áreas de comentário e em outras plataformas.)

Em algum momento é possível que o blog se torne o veículo principal, o espaço onde falamos dos assuntos abertos. E deixamos o email para o que for confidencial, privado ou irrelevante para o coletivo.

Alguém tem pensado sobre isso?




Mais uma tentativa para acompanhar o conteúdo dos blogs

Faz tempo que eu não consigo administrar o fluxo de emails na minha caixa postal. Direcionei (quase) tudo para o mesmo lugar, o Gmail. Ainda assim, as mensagens vão se acumulando. Coisas que eu ainda quero encaminhar em algum momento vão desaparecendo no fundo do pote.

Se eu não consigo ler e processar os emails que chegam, o que dizer de acompanhar posts de blogs? Mas finalmente tomei uma atitude proativa e assinei o feed da maioria - alguns não ofereciam esse serviço. E como direcionei todas as mensagens para o Google Reader, estou com esperanças de tratar esse fluxo de informação como se fosse um tipo de email, aqueles que a gente manda para uma porção de pessoas.




Para uma nova maneira de entrevistar

Por conta do livro, tenho dado algumas entrevistas. Os repórteres geralmente, por conta da pressa das redações, leram superficialmente algumas partes estratégicas do Conectado - a quarta-capa, a orelha, talvez até o prefácio e a introdução. Isso acaba produzindo perguntas mais ou menos previsíveis e repetitivas, que levam a respostas improvisadas e mais superficiais do que eu gostaria.

Ou invés disso, me ocorreu propor um encaminhamento diferente.




Efeitos colaterais da sociedade interconectada - minha vez de errar

O penúltimo capítulo de Conectado fala sobre o lado negro na Net. Hoje tive meu dia de spammer, me colocaram de castigo e, ainda por cima, fiz uma outra coisa que odeio que façam comigo. Pelo menos está rendendo um post e possivelmente uma troca de idéias.

Eu estava estranhando que o GMail não impusesse restrições ao envio de mensagens para muitas pessoas de uma só vez. Venho mandando emails coletivos para informar amigos e conhecidos sobre o livro e o lançamento. Hoje eu descobri o limite e apesar de ter acontecido em um momento inconveniente, gostei da maneira como o sistema funciona. Ele autoriza a transmissão de 500 emails ou o recebimento de um determinado número de mensagens rebotadas. Excedido o limite, sua conta fica congelada. Nada de envio, só recebimento. Eles informam que o prazo da punição é em geral de 24 horas.

Fora isso, fiquei muito chateado hoje. Mandei um lembrete para a minha lista de contatos. Mandei ao todo algumas centenas de mensagens, mas os destinatários foram selecionados a dedo. Só que eu, por desatenção, mandei duas levas de mensagens sem ocultar os emails dos destinatários. Não me incomodo de receber mensagens coletivas de amigos. Algumas eu leio, outras eu apago. Mas acho muito chato quando os remetendes não escondem os endereços usando o campo BCC. Além de expor as pessoas a spam, na medida em que os endereços podem ser repassados para pessoas desconhecidas, ainda existe a possibilidade de alguém, geralmente por engano, responder para todos. Cada vez que isso acontece, as caixas postais vão se enchendo de ruído.

Peço desculpas a quem tiver recebido essas mensagens. Foi bobeira minha.




A sofisticação do texto de um email falso

Fiquei impressionado com email que acabo de receber. A suposta remetente se chama Jussara Fonseca e o endereço do email que aparece na mensagem faz referência à USP - ou seja, a remetente seria estudante de uma universidade conhecida nacionalmente. O texto fala de uma festa onde os convidados ficaram bêbados e acabou rolando um "ensaio sensual" na piscina. Deu no Link desta semana que no Brasil estão 8% das máquinas dominadas pelas redes zumbis no mundo, o que nos coloca entre os dez países com mais PCs invadidos no mundo. É uma indústria.




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