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oportunidade | Não Zero

oportunidade

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Rede de recomendação de bons profissionais liberais

Hoje eu estava na cadeira da minha dentista e me perguntei se não faria sentido existir um modo de a gente recomendar para os amigos esse tipo de profissional.

Eu recomendaria com prazer o trabalho da minha dentista dentro do meu círculo de relacionamentos. Eu confio no trabalho dela, o que torna essa divulgação boa para todos.

Meus amigos que estiverem precisando de uma indicaçao terão o contato de um profissional competente e ela poderá expandir sua base de clientes.

Fico pensando como isso poderia ser uma alternativa a depender de consultar o guia médico do plano de saúde.

Alias, essa poderia ser outra informaçao importante: ao se cadastrar, a pessoa pode indicar seu plano de saúde para os contatos saberem se o profissional indicado está disponível pra eles.

Não acho que isso seja algo particularmente difícil de ser desenvolvido. E hoje a "casa" natural desse serviço é o Facebook.

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O potencial do uso de ideogramas para a comunicação por aparelhos portáteis

Sabe essa experiência de olhar como alguma coisa era feita no passado e achar aquilo um desperdício de tempo? Exemplo disso: escrever com máquina de escrever e não poder mexer no texto que se está produzindo na hora em que se está fazendo.

Hoje eu tive a sensação de que daqui a uns 20 anos a gente vai sentir isso em relação a escrever mensagens de texto em celular. É um tipo de ação que deveria ser quase instantânea e, no entanto, paramos de fazer tudo para, com a ponta dos dedos, ir construindo frases letra a letra até completar o texto.

Entendo que a gente vai ganhando experiência e esse tempo diminui, mas tenho a impressão que, para esse tipo de equipamento e para o timing da comunicação, a escrita por ideograma pode ser mais eficiente do que o alfabeto.

Não existe uma solução ideal para a comunicação. Para o telégrafo (e para o computador), o melhor é o código binário. Para grupos de pessoas fisicamente próximas, a fala e os gestos entregam a informação com maior densidade. Não sinto que o alfabeto seja o mais interessante em se tratando do uso de um aparelho pequeno que é acionado pelos dedos.

Quando a gente para o que está fazendo para escrever, nos desligamos da experiência que motivou a criação da mensagem. Por exemplo: se você está assistindo ou participando de um evento (palestra, jogo de futebol, etc.), a sua concentração muda de foco por alguns segundos enquanto está tuitando.

A gente sintetiza a escrita de palavras justamente para reduzir esse gap de atencão. É mais rápido escrever "kd vc" do que "cadê você" com todas as letras e acentos. Paralelamente a isso, já se recorre a símbolos na comunicação online. O emoticon é isso: uma imagem que condensa ideias. Tipo: \o/ ou :-) Mas sinto que a comunicação por ideogramas ainda não foi explorada como merece e que há uma oportunidade à espera de quem pensar primeiro em uma nova geração de serviço para comunicação de grupos (tipo Twitter, Facebook) por equipamentos móveis que ampliem as possibilidades de misturar símbolos e texto.

Eu não sei muito sobre linguística, mas fico pensando na escrita japonesa como exemplo. Eles usam três conjuntos de sinais para escrever: um de ideogramas e os outros de fonemas que servem para se grafar aquilo que não cabe facilmente em sinais. Penso, inclusive, no impacto que usar uma solução parecida, a partir do desenvolvimento gradual de um vocabulário de símbolos, para a comunicação global.

Com a adoção de mais símbolos, mais pessoas poderão se entender ou terão mais condições para se entender. (Você não precisa saber alemão para entender \o/.) Ao mesmo tempo, esse movimento poderá amplificar o processo de tribalização das sociedades: grupos de pessoas espalhadas pelo mundo criando línguas próprias que funcionariam em paralelo às suas línguas de origem.

Acho que o processo começa por estudar o que já existe de símbolos sendo usados hoje para atender a essa demanda específica de comunicação instantânea por dispositivos móveis.

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Como a crise afetará o mercado de serviços em mídias sociais? Edney comenta.

O empresário e blogueiro Edney Souza falou sobre o efeito da crise mundial para as empresas que recentemente vem apostando em comunicação a partir de mídias sociais.

Será que ele está preocupado com isso? Haverá mais oportunidades ou o marcado adotará uma postura cautelosa e conservadora na hora de gastar.

A ordem lá fora é custar custos e investimentos, como eu não dependo diretamente de capital estrangeiro e meus serviços estão longe de serem os maiores custos dos meus clientes.

Não estou preocupado com essa crise, na verdade, como desenvolvemos um trabalho muito atrelado a resultados creio que a tendência é apostar onde consegue-se medir melhor o retorno.

Alguns clientes já dispensaram outros parceiros e incrementaram o uso dos nossos serviços, espero que seja uma tendência

:)




Parece que tem emprego sobrando no mercado

Essa semana, o dono de uma agência de comunicação online me disse que tem dez vagas e não consegue preencher pelo aquecimento do mercado. Vale tudo para blindar a sua equipe e também para atrair novos talenos.

Ele contou duas situações curiosas e que ilustram o drama de quem está no corpo a corpo para conquistar clientes e entregar campanhas e serviços vendidos.

Semana passada, ele recebeu um telefonema de um concorrente ameaçando-o com processo por ele ter feito uma proposta para tirar um dos funcionários deste concorrente. Não deu em nada porque a proposta foi coberta, mas qual seria a base para essa ação?

A outra situação é também engraçada. Para evitar perder funcionários, a telefonista dessa agência está instruída para fazer um questionário para pessoas que ligam querendo falar com os funcionários. O motivo é evitar a ação de headhunters.

Os profissionais em alta são aqueles diretamente envolvidos no desenvolvimento de sites, particularmente os programadores, e também pessoas que ocupem outras funções e tenham experiência em Web.




Não basta ter blogueiro, tem que querer conversar

A última edição da revista Bites abre citando o anúncio que fiz ontem pelo blog e pelo Twitter de que a Knowtec está buscando se aproximar de blogueiros.

O texto da Bites é preciso ao registrar este momento de aquecimento do mercado online. Mas a falta de bons profissionais explica apenas uma parte dessa situação.




Alô, blogosfera!

Deixa eu fazer um esclarecimento: este não é um anúncio de emprego. Ou não é apenas isso. A Knowtec está abrindo um escritório aqui em São Paulo com foco em mídias sociais. E para isso estamos montando uma equipe. (Aqui o link pra convocação.)

Mas não existe apenas uma vaga aberta e o perfil do candidato não está definido. O importante é a pessoa se sentir em casa navegado na Rede, garimpando informação, conversando com pessoas em blogs, listas de discussão, Twitter, comunidades.

Queremos, na verdade, conhecer blogueiros do dia a dia, gente que não considera o blogar uma atividade profissional. Não importa o assunto e nem o número de pessoas que acessam o blog.

Muitas coisas podem sair disso, desde frilas a contratação, a parcerias, a convites para eventos, a trocas da idéias, a consultas. E para encontrar as possibilidades de colaboração, a gente precisa se conhecer.

O importante é que estar perto de pessoas que tenham entendido que a comunicação já não é uma pessoa segurando um megafone, mas uma grande mesa de conversa onde as pessoas se encontram por afinidade e compartilham informações de interesse comum.

ps. Se você ficou em dúvida se este post é pra você, provavelmente ele é.




Mercenários vs. Piratas na batalha pela distribuição de conteúdo na Web

Muitas empresas proibem ou impedem tecnicamente que seus funcionários acessem sites com YouTube, para combater a dispersão durante as horas de trabalho. Mas começam a aparecer empresas que pagam para quem quiser passar o dia assistindo videos pela internet. A pegadinha é o objetivo: encontrar conteúdo pirateado e pedir que ele seja retirado do ar.




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