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relato | Não Zero

relato

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Especial da revista Cultural Anthropology sobre os protestos no Brasil

Desde 2010 estou estudando antropologia, primeiro pelo mestrado em Antropologia Digital e agora pelo doutoramento. Não tenho muito a manha de escrever artigo científico, mas me sinto honrado por estar entre os autores convidados para participar da publicação digital da revista Cultural Anthropology sobre os protestos que aconteceram em 2013 no Brasil.

Os textos tem até mil palavras em inglês; curtos e escritos pensando em públicos dentro e fora da academia.

Eu escrevi sobre como os protestos chegaram na vila onde estou fazendo trabalho de campo. Aqui moram 15 mil pessoas, principalmente trabalhadores manuais empregados pela indústria do turismo. É uma perspectiva que parece nao ter sido contemplada pelos meios de comunicaçao.

Se o assunto te interessa, acesse, leia, comente, compartilhe!

Aqui o link: http://www.culanth.org/fieldsights/426-protesting-democracy-in-brazil

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O boato é a gripe da internet, a gente precisa cair de vez em quando para ficar esperto

Ontem uma amiga também bastante envolvida com Web compartilhou por email a "notícia" de que a RIAA - a associação das gravadoras dos EUA - tinha pedido a pena de morte para três adolescentes do país por eles terem copiado música.

O link veio de uma fonte confiável - minha amiga estuda direito autoral na Web -, o site pareceu direitinho, li as primeiras linhas rapidamente e, sem pensar mais, repassei pelo Twitter. E na sequência várias pessoas retuitaram indignadas, umas até incrédulas, se perguntando como aquilo podia ser verdade. Até que um amigo se deu ao trabalho de ler o texto - o básico - e notar que um executivo da Sony não citaria Mel Brooks em uma declaração à imprensa.

Thomas Richardson, a Sony Music sales manager remarked, “I’ve been pushing for the RIAA to ‘work up a Number 6′ on those hoodlum kids for the longest time”, referring to a scene from the Mel Brooks flick Blazing Saddles where “we go a-ridin’ into town, a-whompin’ and a-whumpin’ every livin’ thing that moves within an inch of its life.” (Continue lendo.)

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Justo quando eu tenho tudo para blogar muito, preciso reduzir o ímpeto

Desde 1996 eu batalho para ter um emprego para fazer o que eu faço hoje.

Finalmente esse emprego apareceu. A única coisa que eu me ocupo do momento que entro no escritório até sair é pensar em internet social, conteúdo gerado por usuário, essas coisas.

E justo quando isso acontece, quase parei de blogar.




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