Warning: Table './db186965_naozero/watchdog' is marked as crashed and should be repaired query: INSERT INTO watchdog (uid, type, message, variables, severity, link, location, referer, hostname, timestamp) VALUES (0, 'php', '%message in %file on line %line.', 'a:4:{s:6:\"%error\";s:7:\"warning\";s:8:\"%message\";s:40:\"Creating default object from empty value\";s:5:\"%file\";s:93:\"/nfs/c06/h05/mnt/186965/domains/naozero.com.br/git/public/modules/taxonomy/taxonomy.pages.inc\";s:5:\"%line\";i:33;}', 3, '', 'http://naozero.com.br/taxonomy/term/29', '', '54.196.5.6', 1534777623) in /nfs/c06/h05/mnt/186965/domains/naozero.com.br/git/public/includes/database.mysql.inc on line 135
educação | Não Zero

educação

warning: Creating default object from empty value in /nfs/c06/h05/mnt/186965/domains/naozero.com.br/git/public/modules/taxonomy/taxonomy.pages.inc on line 33.

Aprendizado; como as pessoas aprendem sem professores e escolas; o que a internet tem a ver com isso

Aprendizagem é um assunto que me interessa, especialmente relacionado à participação em redes. Como nós aprendemos em ambientes não-estruturados, ou seja, sem professores e sem escolas. Por uma certa coincidência, acumulei neste último mês um certo volume de conteúdo sobre assuntos relacionados a esse e fez sentido montar um postzinho juntando isso tudo. Infelizmente o conteúdo está todo em inglês.

Este vídeo animado dá o sentido do argumento: o que há de errado com a educação como ela existe hoje.

Mike Wesch é um dos meus idolos hoje. Pra começar, ele é antropólogo e conseguiu "hackear" criticamente a cabeça de muitas pessoas a partir de suas reflexões sobre novas mídias. Neste vídeo ele argumenta sobre a importância de o aprendizado estar associado à prática do conhecimento.

Jean Lave é a antropóloga que aparentemente mais contribuiu para o entendimento da prática do aprendizado. Estas duas palestras recentes ajudam a gente a pensar e a entender como tantas pessoas aprendem usando a internet apesar da ausência de ambientes estruturados de ensino. Isso vale para inúmeras circunstâncias, inclusive, por exemplo, o aprendizado sobre a participação no universo dos vlogueiros, que é um dos temas deste meu estudo.

Este projeto ilustra a reflexão da professora Lave indicando como crianças de uma favela na Índia aprenderam a usar um computador sem saber inglês e sem ter nunca mexido nesse tipo de máquina antes.

A mesma ideia aparece neste projeto piloto do Reino Unido, que é inspirado nas oficinas medievais. O problema que pôs em movimento esta ideia foi o fato de uma parte significante dos estudantes britânicos não enxergarem valor na educação oferecida nas escolas ao mesmo tempo em que o mercado reclamava da falta de qualificaçao da mão de obra que estava saindo das escolas. A solução está mostrando a possibilidade de transformar os alunos mais problemáticos em empreendedores em busca do conhecimento que eles precisam para realizar seus projetos.

Depois desta série mais teórica sobre aprendizado, reuni a seguir outras referências de experimentos no âmbito da educação relacionado à internet. Aqui, o experimento de aproveitar estudantes de uma escola para ensinar sobre tecnologia para professores.

Este vídeo de 20 minutos apresenta o case do projeto Coursera, uma solução de e-learning que oferece uma plataforma para solução de problemas e avaliação junto com aulas dos melhores cursos universitários do mundo. "De grátis".

Este slideshow publicado na Mashable traz sete alternativas para quem quer ser um autodidata e apresenter o que for de seu interesse usando a internet. Entre as alternativas apresentadas estão Codacademy, Khan Academy e o MIT Open CourseWare.

Comentários



LittleBits of Geeky Fun: onde compra?!

Este projeto mereceu a chuva de aplausos oferecidos pela platéia do TED que a assistiu. A ideia de simplificar e tornar componentes eletrônicos mais manuseaveis a partir de códigos de cores e imãs está de mãos dadas com o aprendizado que acontece pelo fazer e pelo experimentar. E, meus amigos, que nome sensacional é esse escolhido: LittleBits!

Muitos amigos da infância e da adolescência se envolveram com a eletrônica e seguiram esse chamado para realizar coisas. Eu não dei o passo seguinte, da mesma maneira como tive preguiça para aprender um instrumento. Talvez tivesse sido diferente tendo esse pacotinho de eletrônica quebra-cabeças. Pode ser.

Comentários



Nova versão do Descolando! quer mediar a comunicação entre estudantes

Em maio de 2007 publiquei no meu blog anterior um post apresentando o Descolando!, um site para estudantes universitários avaliarem os professores deles. Dei as boas vindas ao projeto particularmente por sua ousadia, por explorar o potencial desestabilizador da internet.

Esses dias recebi uma nova mensagem do Fábio Cardoso, que é um dos sócios do Descolando! e foi a pessoa de quem eu tive contato antes de escrever sobre o site. Ele me avisava que estão lançando uma nova versão que fará do site um espaço para os universitários trocarem informações, materiais e experiências.

De cara achei ruim porque pareceu que a ação tinha aberto mão da ousadia para oferecer um serviço que concorre com Orkut e outros sites de relacionamento estabelecidos. Por que um universitário trocaria o Orkut onde ele já tem uma rede de contatos para ir a um ambiente novo desenvolvido e mantido por uma equipe pequena?

Apesar da falta de tempo, fomos conversando por email. O Fábio foi atencioso, respondeu às minhas questões, e acabei contente pela evolução do Descolando! Continuo achando que o nome deveria ser outro, mas já não duvido que eles estejam na trilha para produzir um case e conquistar seu lugar ao sol como o pessoal do Videolog.

Leia a seguir a entrevista em que o Fábio explica porque eles estão apostando na versão nova do projeto, como eles estão sobrevivendo enquanto não entra dinheiro, como funciona a incubadora onde eles trabalham, o processo para a criação do Plano de Negócios e sobre as perspectivas de monetização do Descolando!




Quem quer entender melhor a internet deve estudar antropologia

Não tem muito curso sobre internet.

Outro dia, conversando com o Michel da 10 Minutos, ouvi ele dizer que essa é uma das áreas com mais oportunidades.

Até onde eu sei, tem a Jump dando cursos curtos, e mais programas de graduação. A PUC tem o antigo TMD - nao sei o novo nome - e também o MultiMeios.

Nas faculdades de jornalismo já é comum se encontrar cursos específicos para jornalismo online.

Mas curiosamente, o que eu, particularmente, gostaria de estar fazendo, é estudar antropologia. E na sequencia, sociologia.




A universidade começa a se abrir aos novos profissionais da comunicação digital

Na terça aconteceu uma coisa tão extraordinária que eu quase não me dei conta dela. O representante do departamento de comunicação de uma universidade reconhecida me chamou para propor uma aproximação. Ele está abrindo as portas de sua instituição para estimular o convívio de seus professores e alunos com profissionais sem título acadêmico mas que, a partir da prática, do estudo auto-didata e do convívio com seus pares estão reinventando o jeito de fazer comunicação.

Pensando na importância desse gesto, me lembrei da visita que eu fiz ano passado a outra universidade importante daqui de São Paulo, convidado para dar uma palestra. Na sala de recepção aos convidados do evento, dois professores da casa me contaram de sua frustração por estar formando comunicadores para trabalhar no contexto tecnológico dos anos 60, quando quem mandava no jogo eram TV, mídia impressa e rádio.

Hoje o estudante que quer entrar pelos meios convencionais para uma carreira ligada à comunicação precisa fazer dois esforços: um para receber o título acadêmico e outro para aprender a trabalhar. Um para ter o aval institucional que certifica que ele está treinado para desempenhar uma profissão e outro para adquirir o know-how e conseguir o emprego.




Pedido de ajuda para preparar uma oficina sobre blogs para o CP

Estou preparando uma oficina para apresentar no Campus Party Brasil em fevereiro. O tema é: a tecnologia não faz o blog.

Soluções como o Blogger são tudo o que uma pessoa normal, com um pouquinho de experiência na internet, precisa para criar seu blog. (E depois podem optar por outras plataformas, como o WordPress.)

Minha aposta é que o mais difícil no blog é encontrar temas - não qualquer tema, mas aquele que realmente, intrinsecamente interessa à pessoa.

Esse tema pode parecer a coisa menos "nobre" do mundo. Às vezes a gente se pega dizendo: quem é o louco que faz isso e até a pessoa brinca com isso, como é o caso da Louca dos Gatos. Outro que é tão simples quanto genuíno, original, é o The Face Hunter.

Quem souber de blogs como esses, despretenciosos, geralmente feito por pessoas que nem sabem o significado da palavra 'monetização' e nem pensam nisso, por favor, deixe um comentário neste post ou me escreva: juliano arroba naozero.com.br. E quem tiver comentários, sugestões ou quiser mandar links ou sugestões de leitura, escreva também. Vou creditar toda ajuda que receber.




Pessoas comuns lotam curso, estudantes dormem

Ana Carmen e Lucia estavam eufóricas, emocionadas mesmo, com o sucesso dos workshops sobre blogs, realizados na última sexta, como parte do Corredor Literário na Paulista, em Sampa. Apareceram muitas pessoas, a sala ficou cheia e se renovou ao longo das cinco horas de atividades. Participantes de todas as idades demonstraram interesse genuíno em ouvir e perguntar. Uma audiência viva e motivada em pleno feriado de 12 de outubro.

Comentamos depois: contraste total com o resultado das apresentações que fazemos em cursos universitários. Parece que porque a pessoa escolheu estudar comunicação, ela estará ansiosa para aprender sobre o assunto e, particularmente, se situar em relação às novidades na área. Mas geralmente, nesses casos, registramos desinteresse e apatia. Por que será?




Laptop de US$ 100: compre dois e leve um

Eu tinha uma pergunta, não sabia a quem fazê-la. Deixei publicada no blog. Alguém - que eu não sei se conheço, não se identificou - apareceu para responder. E a informação acompanha uma dica: como comprar um laptop por um preço razoável e ainda apoiar uma campanha importante.

A One Laptop Per Child lançou, no fim de setembro, uma campanha pro varejo, de olho nas vendas de fim de ano. Mas o bacana é que o mote deles é praticamente um slogam-do-avesso: "Compre dois, leve um".

Quem aderir paga US$399, recebe um XO em casa e automaticamente doa outro, para uma criança que viva em um dos países beneficiados pela campanha.

Esse tipo de ação responde ao empenho da OLPC, que é fazer o custo da máquina cair para efetivos 100 dólares quando ela for negociada com as nações em desenvolvimento. Tem mais detalhes aqui e aqui.

Presentão pro Natal, né?

Seria bacana se o nosso governo, um dos que está namorando esse equipamento, se comprometeu a comprar um milhão de máquinas, não facilitaria sua importação, tornando essa uma campanha nacional, mobilizando a sociedade civil para apoiar o projeto de inclusão digital do país.

É bom pra todo mundo, para quem quer uma máquina barata, para promover o projeto e inclusive para aumentar as doações para crianças brasileiras. Mas segundo o faq da campanha, só os americanos poderão comprar.

Um problema talvez seja uma possível concorrência desleal com o verajo, que vende outros produtos importados e paga impostos. Mas para saber com certeza, a gente precisa comparar o XO com as alternativas oferecidas na mesma faixa de preço - existe laptop novo vendido a R$ 800? Outro impeditivo à comercialização pode ser que isso dificultaria a identificação das máquinas oferecidas pelo governo, o que aumentaria a possibilidade delas serem roubadas ou vendidas.

Enfim, quem sabe essa conversa ainda não rende.

PS. Obrigado, Daniela!




Onde eu compro o laptop de US$100?

A última coluna do Pedro Dória no Link fala sobre o laptop de US$ 100. Resumo: 1) o colunista de tecnologia da Newsweek, respeitadíssimo, elogiou pra caramba a maquina - não é pra menos, by MIT; 2) o preço da unidade hoje é de US$ 188 - poderá baixar com a produção em massa; 3) os países que ficaram de comprar, entre eles o Brasil, estão enrolando para por a mão no bolso por medo do projeto dar errado.

Com relação a esse projeto, tenho duas dúvidas: 1) o que garante que os estudantes beneficiados não venderão seus equipamentos para, por exemplo, o crime organizado?; e mais importante, 2) Por que não estão vendendo essa máquina no varejo? Por R$400, seria o IPhone dos países pobres!




Educação sem escola - um site inglês quer unir mestres e pupilos

Recebi do André o link de um projeto recém lançado (ainda está em alfa) chamado School of Everything.

Não seria errado descrevê-lo como um classificado para professores autônomos. Você entra no site e vê quais profissionais estão à disposição perto da sua casa ou do seu trabalho. Desisntitucionaliza a educação colocando em contato direto quem ensina e quem quer aprender.

Mas a idéia vai além do anúncio de trabalho remunerado. Aposentados e pessoas motivadas por outras formas de remuneração - como conhecer gente, fazer trabalho voluntário ou promover uma idéia - poderão oferecer seus serviços.

Nesse sentido, pareceu uma solução tecnológica muito interessante para fazer funcionar a idéia do coletivo que registrei na semana passada.




Syndicate content