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performance | Não Zero

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O que é criatividade para mim - o case do Minimix, o DJ marionete

Eu estava caminhando esses dias pelas ruas do Soho e dei de cara com a apresentação desse artista.

Fiquei tão fascinado pelo conceito e pela execução, que investi algumas horas para tentar melhorar o registro em vídeo que eu fiz na hora, sem tripé, gente passando, etc. O resultado não ficou mal.

Só quis poder compartilhar com quem se interessar essa experiencia explícita de encontro com a criatividade.

Todas as partes do que você vai ver já existiam - a ideia da marionete, do DJ, etc -, mas o produto final, a reunião dessas partes e a construção da linguagem corporal do boneco - isso é único. E é isso que produz a fascinação.

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Fuerza Bruta é legal, mas Noé Noé é imperdível

Fui à última apresentação do espetáculo Fuerza Bruta, no Parque Villa Lobos, em São Paulo.

Mistura de rave e performance, visualmente surpreendente, mas comportado, não mudou a minha vida. Senti falta de provocação, de ficar mobilizado sem saber direito o motivo.

Com todo o respeito a quem gostou, achei o Furza Bruta um espetáculo circense-pirotécnico para adolescentes. (Quem mais se diverte, tenho certeza, são os artistas. Recebem para brincar, dar piruetas pelas paredes, escorregar em piscinas transparentes, atravessar superfícies como super heróis. Mas nem dança propriamente tem na performance.)

Contraste com o Noé Noé, que fui ver no final de semana passado, me deixou babando e com o desejo de rever outras vezes.

Noé Noé me lembrou um pouco o Asdrúbal Trouxe o Trombone, pela mistura de influências e técnicas como pela proposta de construção "orgânica" do espetáculo, com coreógrafos, roteiristas e artistas participando da criação.

Artistas circenses, atores, bailarinos e até uma cantora lírica e uma bailarina de dança indiana tradicional compartilham o palco.

O roteiro consegue a proeza de ser denso, sugestivo e alegre. Não é aquela viagem hermética, nem apela para soluções fáceis.

Noé Noé é um espetáculo onírico, é como sonhar de olhos abertos, e está melhor agora, que já passou a estréia, o nervosismo, e a convivência deixou os artistas mais a vontade entre eles e com o público.

Não perca. Inclusive porque, em função do tamanho da montagem, é improvável que o espetáculo vá para outras cidades. E a temporada termina no fim do mês.




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