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hábito | Não Zero

hábito

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Natal na internet: de mensagens genéricas a presentes individuais

Desde que a internet se popularizou em meados dos anos 1990 que o email se tornou uma alternativa para o envio de cartões natalinos.

A gente fazia uma mensagem e resolvia a questão mandando a mensagem simultaneamente para amigos e conhecidos.

Acho que todo mundo que tem um pouquinho de experiência usando a internet e nasceu há pelo menos 30 anos já fez isso.

Estou com a impressão que esse tipo de comunicação coletiva está se extinguindo.

Afinal, a gente mesmo tem percebido ao receber essas mensagens que elas não empolgam.

É algo feito para todo mundo, não para você. É uma especie de email marketing para vender a pessoa. Pelo menos dá essa impressão.

E se a gente não se anima para ler, entende que os outros podem se sentir da mesma maneira.

Vi duas coisas novas neste Natal aparecendo com alternativa para esse tipo de contato.

Primeiro, vi pessoas mandando pequenas mensagens pessoais via Facebook. É o contrário de mandar uma mensagem genérica. E também é mais simples do que escrever um cartão e por no Correio.

Essa mensagem é bacana de ler. É uma manifestação de apreço direcionada para você.

A outra coisa que parece estar ganhando volume é o envio de presentes digitais. Exemplo: um filme no YouTube, um arquivo feito pela própria pessoa, uma pequena arte, música.

As pessoas montam pequenos presentes em formato digital e mandam para os seus amigos.

Isso é interessante porque além da mensagem, há uma oferta de presente, que não precisa ter e geralmente não tem custo, mas pode ter o valor afetivo igual ou superior ao do presente comprado. O que é enviado é uma coisa importante para quem escolheu aquilo.

Enfim, este post é só para registrar essa possível mudança de comportamento em relação ao uso da internet. Em uma segunda onda de práticas, o que é individual e autêntico parece estar se tornando mais importante.

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Jovens e adolescentes gostam de redes sociais, o que não é toda a internet

Conversei bastante neste fim de semana com o Alex de Carvalho (@alexdc no Twitter), militante/evangelista/professor de mídia social da Universidade de Miami.

Anotei num guardanapo uma coisa que ele falou para compartilhar aqui.

Em geral, levamos como certo que os jovens estão à frente no uso/apropriação da Web como ferramenta de comunicação/coordenação.

E de fato estão em alguns ambitos como o das redes sociais. Mas não em todos.

O Alex disse que pergunta aos alunos de suas turmas da universidade e também em palestras quem conhece/usa wikis, quem bloga, quem sabe o que é Twitter.

E muitos não sabem. Sabem de redes sociais porque tem a ver com o agora, com coordenação e mobilização dentro de grupos.

Mas para o Alex, eles ainda não têm uma reflexão sobre o passado. Não tem tanta preocupação em registrar e analisar e trocar esse tipo de experiência sobre o que estão vivendo em relação ao que já foi vivido.

Pelo que me lembro, ele disse que isso começa a aparecer por volta dos 25 anos, que é quando essa preocupação com o registro e a troca de impressões geralmente emerge.

Enfim, é uma leitura que de certa forma fez sentido e resolveu uma confusão. Eu percebia, mesmo, que adolescentes e jovens-jovens têm pouco interesse (em geral) fora das redes sociais. Mas existe mesmo essa impressão de que eles nascem com a cultura internalizada, o que não confere.




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