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O Culto do Amador, uma provocação e uma oportunidade

Capa da edição inglesa
Andrew Keen escreveu um livro polêmico, um livro para chocar e fazer barulho. Para produzir esse efeito, ele utilizou alguns recursos: não se preocupou em ser imparcial e explorou ao máximo os medos e inseguranças provocados pela Web. E de empreendedor Web - como existem muitos no Vale do Silício - O Culto do Amador elevou Keen à condição de guru - ou "anti-guru" -, ele passou a ser um nome reconhecido.

(A popularidade dele levou um amigo a me procurar ontem à noite para dizer que está com receio porque tem promovido intensamente o TalkShow com o Keen e queria saber se o volume de tráfego não comprometeria a transmissão. Fiquei impressionado com a quantidade de vezes que o post do Wagner anunciando a entrevista foi clicado.)

O que faz o projeto de Keen digno dessa atenção, no entanto, não é o talento dele para a polêmica, mas o fato de ter conseguido ir salpicando aqui e ali, ao longo de seu livro, questões incômodas para quem está surfando a onda da Web, seja em busca de prestígio e reconhecimento, seja pelo menos nobre mas igualmente respeitável retorno financeiro. Selecionei duas passagens do livro em que, acredito, o autor toca na ferida. Segue depois desse apanhado dos debates públicos que ele participou. (Continue lendo.)

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Brincando de Roberto Marinho (ou "Sejamos imperialistas! Cadê?")

Esses dias, participei de um evento apresentado pelo Marcelo Tas e ele falou sobre como a internet, para ele, é como brincar de Roberto Marinho. Ele falou isso se referindo a como, quando ele começou a trabalhar com comunicação, era complicado e caro falar com audiências.

Depois de todo o buzz da Web 2.0 se espalhar pelo mundo, é até chavão dizer que a internet abriu oportunidades infinitas, revolucionárias. Mas o Tas falava de como isso ainda é pouco explorado e de como existem possibilidades de combinar serviços gratúitos para testar os limites dessa plataforma.

Estou dizendo isso para convidar quem quiser / se interessar para brincar de Roberto Marinho de uma maneira diferente, que está saindo do forno do nosso Talk Labs e que se chama Talk Show. A brincadeira consiste em participar de uma conversa em rede, descentralizada e auto-organizada, realizada a partir de um streaming de audio.

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