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twitter | Não Zero

twitter

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Curso grátis e em português sobre a antropologia das mídias sociais (mas não precisa ser antropólogo pra fazer)

caros amigos de travessia - em 2 de outubro de 2010 eu mandei pra pessoas do meu círculo de amizade e trabalho uma mensagem com o título de "com frio na barriga". eu anunciava ali uma mudança de país e o início de um processo (muito mais duro do que eu antecipava, mas igualmente recompensante) de reinvensão profissional.

esse mestrado me levou a um doutorado, que por sua vez levou a mim e à Thais pra uma vila trabalhadora no interior da Bahia, para estudar como o brasileiro emergente entende e usa a internet. ficamos 17 meses trabalhando e vivendo nesse povoado.

faz pouco mais de um ano que voltamos pra inglaterra - nós e os outros oito antropólogos que fizeram a mesma pesquisa em outras localidades pelo mundo. e desde então estamos trabalhando em livros e em um curso online que traz os resultados desse longo esforço de aprendizado e análise.

o meu livro sobre a pesquisa no Brasil e o doutorado em só ficam prontos no ano que vem, mas o curso, um "MOOC" dentro da grade da incrível Future Learn, está com inscriçoes abertas desde ontem. Ele é grátis e está disponível nas oito línguas dos países que foram pesquisados - inclusive o Português.

aqui o link: http://www.futurelearn.com/courses/anthropology-social-media

convido voces a participarem dele. começa em fevereiro e dura apenas 5 semanas. a programaçao pede uma dedicaçao média de 3 horas por semana do aluno. e além disso, caso voces queiram, peço também pra repassarem essa notícia pra quem mais se interessar.

recomendo o curso principalmente por dois motivos. o primeiro é por ele oferecer uma visao de fora da redoma da indústria da internet pra ver como pessoas comuns (e nao o geek de classe média) entendem e aplicam essas ferramentas.

o outro motivo é que fizemos esse curso e os livros tambem pensando na pessoa que não vem da academia e nao é antropologo. É um caso meio raro (infelizmente) que pesquisa cujos autores querem falar com publicos de fora da academia.

Voces podem me dizer depois de tivemos sucesso nesse esfoço.

Obrigado antecipadamente pelo interesse de ler essa mensagem, um abraço e seguimos em contato.

juliano / juca

com frio na barriga - 02/10/10

caros amigos e parceiros do crime - com frio na barriga e também com
muita alegria, conto a vocês que estou de mudança para londres por um
ano. viajo já amanhã logo depois da apuração dos votos.

não deu tempo de avisar nem de armar uma despedida por conta da
loucura de viagens da campanha e da corrida atrás de documentos.

vamos levar uma vida modesta de estudantes, mas quem estiver de
passagem pela cidade, avise!

abraços e até a volta

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Pausa

Este espaço ficará mais ou menos dormente por um tempo indefinido. Enquanto isso, vou continuar participando / compartilhando coisas nestes espaços:

* Blog do Social Sciences and Social Networking Research Project

* Facebook e Twitter do mesmo projeto, que, fora da academia, tem o nome de Global Social Media Impact Study.

* PartEstranho, um espaço que ainda usei pouco mas talvez venha a habitar para registrar "viagens" mais pessoais sobre antropologia e etnografia

Saudações - Juliano

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Fluxos migratórios na internet e a polêmica sobre a relevância do Twitter

O meu penúltimo post sobre a queda da relevância do Twitter circulou mais do que o normal em relação ao conteúdo que eu compartilho aqui. Em parte, por esse texto ter ecoado um sentimento de apreensão de quem trabalha com monitoramento; e ainda por ter mexido com a sensibilidade de quem elegeu o Twitter como sua plataforma.

Duas coisas aconteceram depois da publicação desse texto: uma foi ele ter mobilizado a Raquel Recuero a adicionar suas ponderações sobre o assunto. Junto com isso, chegou a mim - por aquelas coincidências boas - um texto recente publicado no Huffinton Post sobre o crescente desinteresse dos adolescentes pelo Facebook.

A reportagem do HP fala de um movimento migratório: adolescentes que foram "early adopters" do Facebook estão trocando a ferramenta por outros espaços, especialmente por Twitter e Tumblr. Eles estariam se cansando do ambiente público demais - em que amigos, colegas e familiares se misturam - e da pressão pela popularidade que ficou associada ao dia-a-dia do Facebook para esse público.

Traduzindo: o Facebook teria se tornado a lanchonete da escola, um lugar onde todo mundo precisa estar e onde acontecem os concursos involuntários de popularidade; Tumblr e Twitter vêm surgindo como alternativas para se ter um canal de convívio com um grupo seleto, onde o "ruído" da comunicação é menor, onde as turmas de pessoas com interesses comuns se encontram.

Para a Raquel, faltou ao meu texto esclarecer para quem o Twitter estava ficando menos relevante e em relação a que isso estava acontecendo. Ela mesma explicou: a ferramenta está ganhando um novo significado a partir da entrada desses contingentes novos de habitantes. Por isso, o Twitter do meu tempo servia para dinamizar a circulação de conteúdo relevante; agora, ele serve para o relacionamento desses adolescentes com seus ídolos e também para a mobilização em torno de causas sociais.

À luz do texto do HP e do comentário da Raquel, as motivação para os fluxos migratórios de site de rede social parece ser a mesma para mim e para os adolescentes americanos: estamos procurando possibilidades para falar para algumas pessoas mas não para todas. Esses movimentos, então, têm a ver com construir canais de relacionamento "no varejo"; canais que a gente possa acessar conforme a vontade.

O problema é que essa reflexão cria a deixa para a gente aprofundar a conversa sobre adoção de tecnologia. A conclusão acima é que a sociedade e a cultura são tão ou mais responsáveis pela adoção e abandono de uma ferramenta do que os engenheiros que a construíram ou os visionários que as idelizaram. A sociedade e a cultura "programam" os hábitos, os entendimentos e os significados que um determinado ambiente tem. E isso nos mostra um caminho incômodo por oferecer menos certezas.

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A perda de relevância do #Twitter no #Brasil e a #oportunidade que isso abre

Há três anos eu escrevi e publiquei em formato digital, com o apoio luxuoso do Marcelo Tas, um dos primeiros manuais em português sobre como pessoas e negócios poderiam usar e tirar proveito do Twitter. Mas desde praticamente aquela época a minha dedicação a essa ferramenta vem caindo a ponto de ela ter hoje uma função específica e limitada na minha vida. Esse post é uma tentativa de entender e racionalizar o motivo dessa mudança.

Na mesma época do lançamento do manual do Twitter, Mark Zuckerberg esteve no Brasil e a assessoria de imprensa do Facebook convidou alguns blogueiros para papear com ele. Estive no evento - aqui a "prova" - e a única coisa que eu me lembro de ter perguntado a ele - e com jeitinho - era se o Facebook pretendia adotar um funcionamento parecido com o do Twitter. Porque para mim era claro que o Twitter era o supra-sumo da comunicação digital e portanto o adversário do Facebook no Brasil era o decadente Orkut, nunca o Twitter - aqui o meu post. Zuckerberg respondeu que não e hoje eu vejo que a escolha foi acertada.

No manual, eu comparava o Twitter a uma praça pública (onde todo mundo está junto) enquanto o Facebook era uma espécie de condomínio (porque há um limite físico imposto para as pessoas se encontrarem). O problema principal do Twitter é que, no final das contas, a gente precisa mais de um teto do que de uma praça. Mas como isso é mais uma frase de efeito do que uma resposta, vou apresentar os meus argumentos pessoais para estar usando o Facebook cada vez mais e de forma mais intensa.

Estar onde as pessoas estão - No Twitter estão a maior parte das pessoas ativas no meu campo de atuação. Mas elas também estão no Facebook, junto com todo o resto de pessoas conhecidas minhas que não se sentiram motivadas para abrir uma conta no Twitter. Eu tenho hoje 41 anos e a maior parte dos meus colegas de escola ou de faculdade usam o Facebook regularmente. E junto com eles, várias pessoas bem mais velhas, inclusive octogenárias, que abraçaram essa ferramenta com o mesmo (ou maior) fervor que dedicamos ao Twitter quando ele apareceu.

Quem lê tanta notícia? - O Twitter é um ótimo filtro de conteúdo, principalmente (para mim) para notícias relacionadas às novidades tecnológicas provenientes do Vale do Silício, a Meca da nossa indústria. O problema em relaçao a isso é que eu já tenho coisas demais para ler e prestar atençao e o Twitter amplifica a minha frustração em relaçao à minha incapacidade de estar por dentro de tudo. É interessante que não me sinto menos informado se eu escolho ignorar essa catarata de conteúdo. (Mas, por via das dúvidas, estou usando dois serviços - tipo este do próprio Twitter - que me mandam por email o conteúdo que mais circulou entre as pessoas que eu sigo.)

Ter menos auto-censura - Uma parte importante para mim, pelo menos, em relaçao ao Twitter, era falar com uma parcela relativamente pequena de pessoas que eu conheço pessoalmente e com as quais eu me identifico. O problema é que, na medida em que a gente cultiva uma audiência, passa a se preocupar com o que "as outras pessoas vão pensar" se eu disser isso ou aquilo. A minha voz sempre alcançou relativamente pouca gente, mas, ao mesmo tempo, eu me vi "corporatificando" esse canal. Se eu quisesse falar qualquer coisa mais pessoal ou tola, acabava me censurando. O Facebook tem uma solução melhor acabada para resolver essa questão. Falo com públicos diferentes definindo blocos de contatos diferentes tipo "melhores amigos", "família", etc. (Está longe de ser ideal, mas, até onde eu entendo, é sensivelmente melhor do que o Twitter nesse quesito.)

Independente do motivo, tenho ouvido cada vez mais recorrentemente, em conversas com outros profissionais desse mercado, sobre a perda da relevância do Twitter. Dizem que as pessoas estão seguindo mais gente e prestando cada vez menos atençao na conversa. E isso representa um problema sério porque, até onde eu sei, o "feijão-com-arroz" do monitoramento de internet hoje se limita a ver o que as pessoas estão falando no Twitter. Isso é feito com maior ou menor sofisticação, mas é feito fundamentalmente porque a conversa via Twitter é pública, o que não é verdade para o Facebook.

Só o Facebook tem acesso real a tudo o que está acontecendo lá dentro e o tema dos direitos de uso (quem pode fazer o que com as informações compartilhadas) é um assunto delicado para a empresa. Me lembro de duas situações em que a empresa levou a cabo modificações nesse documento e, por causa disso, teve que gerenciar crises por conta da revolta de usuários preocupados com sua privacidade. Traduzindo: o "tesouro" das conversas que a sociedade tem consigo mesma está de mudança de uma savana onde tudo é mais ou menos visível para um pântano com vegetação densa. Já não vai dar para vender qualquer coisa que preste por qualquer dinheiro nesse campo do monitoramento. O jogo mudou de fase e a dificuldade aumentou.

E mesmo o que era a outra grande vantagem do Twitter - a possibilidade de se falar com públicos vastos - já está satisfatoriamente resolvida com o serviço de páginas do Facebook.

Para onde estamos indo - Pessoalmente acho que o Facebook seja uma plataforma de comunicação mais completa do que o Twitter, que ficou em segundo plano. Não estou sugerindo com isso que o Twitter vá desaparecer ou que já não tem utilidade para o mercado. Ele continua sendo importante para pessoas importantes, grandes formadores de opinião que estabeleceram uma relação de sinergia com suas audiências. Eles não deverão abandonar essa plataforma tendo conquistado ali o status de serviço de informação. Essas personalidades inverteram o jogo da mídia: em vez de dependerem dos veículos para falar publicamente, agora são os veículos que disputam suas declarações pelo Twitter. Fora que, diferente da página do Facebook, o perfil no Twitter dá a impressão (que pode ser mais ou menos verdadeira) de se estar próximo ou mais próximo aos nossos ídolos. A página do Facebook ainda tem aquele cheirinho de plástico e produto de limpeza das corporações. Lá continuamos com a sensação de sermos mais um na multidão.

A minha principal conclusão sobre esse assunto é meio óbvia, mas talvez importante de ser dita publicamente: há uma oportunidade de negócios esperando quem encontrar modelos de monitoramento para extrair valor da informação que circula no Facebook. E o interessante é que a solução para isso provavelmente será menos tecnológica e mais metodológica. Terá a ver com estar de fato presente na ferramenta e atuando na vida das pessoas - ao contrário de antes, quando esse monitoramento consistia em se ter acesso a certos serviços e ficar como um voyeour observando a vida à distância.

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O covarde linchamento online de Maria Bethania

Estou chegando com mais de um mês de atraso neste debate sobre o blog da Bethania, mas talvez a relexão ainda seja válida.

Acho que o colega Julio Dario Borges errou a mão no texto publicado recentemente em seu Digestivo Cultural e intitulado O escandaloso blog de poesia de Maria Bethânia. Ele poderia ter feito a crítica necessária e sóbria, mas escolheu aderir à turba para participar do linchamento midiático do nome da Bethânia. (O tratamento mais simpático e condescendente que ela recebe no texto é de "laranja".)

Quanto vale a música?

O cálculo que causou o alvoroço é simples: um blog custa 5 minutos para ser criado logo pedir R$ 1,8 milhão por esse serviço é um descalabro, certo? É o que vamos ver.

O texto se refere ironicamente ao montante aprovado para a captação: "apenas" R$ 1,35 milhão, e é igualmente amargo ao dizer que o cachê da cantora seria de "apenas" R$ 600 mil. Mas quem concedeu ao Julio a autoridade para julgar moralmente o valor de um cachê artístico? Quando uma pessoa procura um trabalho, ela quer ser remunerada a partir de um valor correspondente ao que o mercado paga a outros que tenham as mesmas credenciais profissionais. Se a cifra de R$ 600 mil impressiona a maioria de nós, assalariados, há que se considerar que poucos têm um legado artístico e uma voz como os da Bethânia. Da perspectiva do mercado, ela é remunerada como um profissional que há 40 anos enche casas de espetáculo e vende álbuns.

Outro ponto importante da crítica diz respeito ao valor total do projeto: R$ 1,8 milhão. Sim, qualquer um com conexão e curso primário cria um blog gratuitamente, mas - repito - este não é um blog qualquer.

Se a Bethânia pretendia recitar poemas em vídeo, haverá uma equipe para planejar, produzir, gravar, editar e pós-produzir esse material. Isso tem custo. Quantos vídeos serão produzidos? Quantos minutos terá cada vídeo? Isso faz muita diferença. Haverá trabalho de pesquisa para a coleta desse material? Haverá curadoria para que a seleção de poemas seja original? Isso também custa.

Trincheiras contra a profissionalização

Agora, há um aspecto irônico nessa história: a grande maioria das pessoas que chiou por causa da aprovação da captação é da indústria online e muitos estão pelejando para serem reconhecidos e valorizados. No momento em que aparece um projeto que representa essa maturidade, que entende que a internet pode ter outras mídias, que a Web é uma plataforma que funde as anteriores, que uma produtora de internet não serve só pra “fazer site” e que existem outros profissionais envolvidos nessa produção além de “webmaster”, quando isso acontece e o projeto recebe a autorização para captar, em vez de festejarem, essas pessoas levantam trincheiras e fazem protestos.

Se a Bethânia quisesse ir para a Praça da Sé em São Paulo, sentar-se em um banquinho, tocar pandeiro, cantar e passar o chapéu, o custo de produção tambem seria baratinho. Mas se não há problema em usar leis de incentivo para produzir um show pago, qual é o problema de haver uma mega produção para a internet?

Conteúdo livre vs. conteúdo grátis

Tenho a impressão que a noção do "open" muitas vezes dá margem a esse tipo de mau uso. Parece que só é bom o que é “open”, mas “open” pode ser "livre" como também "grátis". O programador que desenvolve código para o Linux sobrevive porque o código que ele desenvolve e compartilha o credencia para vender seu trabalho, e quando melhor ele for, mais ele poderá pedir em remuneração.)

O caso é ainda mais irônico porque ninguém reclamaria - pelo menos dessa forma - se o valor fosse aprovado para a realização de um DVD, por exemplo, em que o conteúdo ficaria legalmente fechado. Mas neste caso, o conteúdo estava sendo feito para ser open (livre), poderia ser legalmente visto e distribuído mundo a fora e a dentro promovendo o Brasil, a cultura luso-brasileira e um gênero literário que poucos - a Bethânia eh exceção - promovem: a poesia.

O Júlio diz que a redação do projeto foi feita de forma quase infantil. Não vi e não posso confirmar, mas acho esse um ponto importante do ataque que ele publicou. Se o projeto não foi corretamente documentado e justificado, deveria ter sido, ou dá margem para que exista esse tipo de desconfiança. Mas esse ponto desaparece em meio à ferocidade do ataque. E ao atiçar o fogo, contribuímos para descredenciar a indústria de comunicação digital para projetos legais de grande porte. E assim nos resta aceitar remunerações medíocres para fazer coisas bacanas ou ter que encarar trampos chatos e burocráticos para ganhar um dinheirinho melhor.

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A proposal to classify Tweets as distinc literary genres

This is just an initial version of this text, a first attempt to formulate an idea. I wish I had more time to review what has been written about the topic, but I am hoping this post will bring constructive criticism to help developing the idea. This post is being revised on the fly by my friend and collaborator Barbara Dieu.
The post has two parts, an introduction to the topic and then a presentation of the "genres" I have attempted to classify so far.

Introduction

User generated content: The aim of this post is to advance a way of classifying literary genres of Tweets. However, not all content published must belong to one of the genres. Like YouTube and other social media venues, Twitter has roughly two kinds of contents: on the one hand, there is material produced professionally (like news messages and adverts that circulate among users) and, on the other, what is normally called "user-generated content". I am interested in this second group. These authored messages are not obvious for those with little or no experience using Twitter, but they have become a fundamental part of the experience for those who adopted Twitter as a regular part of their daily lives.

A distinct medium: As a communication tool, Twitter imposes restrictions on the user. It is only possible to send text messages of up to 140 characters. It is not a channel for audio or video broadcast, unless you add a link to another page to the content. It also offers particular advantages: the information is broadcast automatically like a chat or instant messaging solution, but without demanding immediate attention (1) and it has the attribute of allowing single-sided connections (2), which created a window for niche-celebrities to have access to a personal broadcasting tool.

The evolution of Tweets: I have recently learned about the concept of “concept of “media "remediation", which explains how a new medium is adopted based on previous experiences. For instance, the first TV programs were mostly video versions of radio programs, but time and experimentation made professionals develop their own formats and aesthetics. I suggest that Twitter is going through the same process. It started - or was originally intended to function - as a variation of phone text messaging, (3) through which users could share short flashes of their routine with their personal networks, but after four years of intense use and a large and loyal user-base, this evolved and has fostered the creation of original and recurrent forms ( modes or genres) of messages.

Adaptations and reinventions: I just said that Twitter has its own literary forms (modes or genres) and I would like to differentiate what I consider to be "adaptations" from what I call “reinventions” (4) - although I am very much aware of the fact that the frontier of this distinction is certainly blurred. Adaptations are a conscious attempt to make a traditional genre fit 140 characters, like for instance, micro short-stories and poems. Reinventions, on the other hand, may resemble a specific genre; however, they did not emerge as a result of a conscious attempt but from daily practice. This is an important aspect: the kind of Tweet I am trying to classify is still unnamed because it is being forged, developed and disseminated without the intention of becoming a genre. People are using Twitter to express themselves under the conditions it offers and, as a result, are occasionally coming up with posts that are somehow more "natural" in this conversational environment. These styles are adopted - in a "Darwinian" sense, because they are more effective carriers of information for Twitter - and their creators become references and this movement is, as a result, forging informal “schools” of styles.

The Internet and creative writing: It is relevant to recognize and name these genres because most people usually learn about literary movements and schools indirectly and from a “safe” distance. Until the emergence of blogging, only a fraction of those who learned to write attempted to develop a voice and write beyond practical situations. Blogging seems to be the tool that reverted this situation and Twitter appears to be expanding the effects of this change by engaging more people and also changing the dynamics in which this content is produced.

Writing for blogs and micro-blogs: Like in blogs, micro-blogs (Twitter is still the by far the most successful example of micro-blogging tools) provide a medium for people to interact with others that is similar to a conversation, but there are differences. Blogs generally demand a greater one-time effort to produce a text, while on Twitter this effort is fragmented throughout the day. The blog also normally needs a computer to be read and especially to write, while Twitter is an "amphibian" platform as it fits perfectly both the screen of a computer and that of a smartphone. Finally, for these reasons, it seems to better suit what could be called general communication: it attends to more generic situations - from sending a private message to broadcasting a help request , and all its users are interconnected through a single web service. So the distance between writing something useful in the practical sense and writing something useful in the existential sense blur and this is when the genres appear; not as a conscious attempt but as the result of a situated communicative experience.

Twitter users as authors: I don’t think people realize that they are being creative while using Twitter or, at least, I don’t think they see themselves as authors like those who published their work in books, but some tweets are the product of the same creative process that forged other literary works. I believe that realising this can potentially bring a positive effect on the writer because it makes her or him more aware of his creative possibilities and of the alternatives enabled by the medium, as well as of language in general.

Some "genres" of tweets

I will now briefly state one possible way of categorizing Tweets - specifically the Tweets that represent this native kind of production, the production that is blooming as part of daily communication through Twitter.

My aim is to help build what could eventually become an analytical framework to think about Twitter messages as original literary creations that fit defined or semi-defined categories.

Fiction: I believe there is fiction on Twitter, but it is not the fiction as we find it in books. The traditional notion of fiction is a story invented by an author who is a “real person”. I want to suggest that in the Tweetsphere, fiction is what happens when a user invents a character to express one side of his or her personality. This character can be original or can be somebody or something that exists: a celebrity, or even God. These accounts are normally referred to as “fakes”. I am interested in discussing what other situations could be called “fictional” under this conceptual perspective.

Non-fiction: I will call “non-fiction” everything that is published by someone who discloses his or her actual identity.

From this perspective, there is the sort of Tweet that could be called “hard news” as it attempts to summarize a lived situation in 140 characters. The fact I call "news" does not mean that it is something produced only or mostly by communication professionals, i.e. you are going to work and see a crime, and pass on this experience in one post (or a few, but not more, otherwise you risk massive unfollow ) - example in English needed.

Humour has also flourished on Twitter. There are messages that, in 140 characters or less, tell a story that ends with a comic punch line, which is not necessarily a joke but a funny commentary - example in English needed.

There is also a genre that could be called “chronicle” as authors narrate events of their lives associating certain experiences with reflections that can be philosophical, moral, metaphysical, or other - example in English needed.

There are two types of Tweets that are almost identical to previous literary forms: the aphorism and the haiku. Both are traditionally short, so they simply benefited from the fact Twitter imposed a restriction of size.

The “aphorism” is - as described in Wikipedia - an original thought, spoken or written in a laconic and memorable form - example in English needed.

The Tweet haiku that I am referring to is in many aspects different from the traditional Japanese Haiku - and I think there will be better terms to describe it, but, for now, I am referring to a Tweet that is written in prose format - with or without literary consonance - and that offers a quick lyrical image or suggestion. I am not versed in poetry so it would be great to receive help on this topic - example in English needed.

I think this is as far as I can go by now. In case you agree or disagree with this framework and want to share your thoughts, you are welcome to do so at the comments area. Thank you.

===

1. I am drawing, here, from Stefana Broadbent’s notion of attention economy - published here - to analyse media that impose more or less effort to the user, but I also acknowledge Daniel Miller’s understanding that different cultures may interpret these tools differently - here and in other recent work.

2. This feature arguably was key for Twitter’s success as it allowed both a many-to-many group communication platform and a one-to-many broadcasting solution.

3. Twitter originally was meant to be integrated with SMS. Tweets have up to 140 characters to fit in a 160 character text message. Twitter’s early one phrase explanation invited users to say what they were doing and this made sense in the context of a communication tool for closed network circles. As this characteristic changes, the idea of saying what you were doing generated confusion as users saw no reason to broadcast things like “I am reading a book”.

4. A good example of reinvention would be Orson Welles’ radio version of HD Wells’ War of the Worlds, which was not an adaptation - in the conventional sense - of the novel to radio, but a recreation of the plot and the story to the language of radio.

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Como é possível catalogar gêneros de Tweets?

Estou criando este post como uma página aberta para receber e compartilhar sugestões sobre possibilidades para a catalogação de Tweets. Acho que já está relativamente claro neste ponto de maturidade da ferramenta que pessoas estão usando o Twitter com finalidades diferentes: a maioria para passar informação (pessoal ou genérica), mas também para compartilhar outros tipos de conteúdo.

É interessante que esses gêneros ao mesmo tempo podem ser vistos como desdobramentos dos gêneros literários, mas, ao mesmo tempo, parecem ter elementos próprios, possivelmente condicionados pela necessidade de síntese, pela velocidade de difusão, pelo caráter interativo do meio, pela possibilidade de associação a outros formatos (foto, vídeo), etc.

Outra coisa interessante em relação a esse tema é que, junto com os "profissionais" da escrita, há também o surgimento de "amadores", que ganham destaque por seu domínio do formato. Eles foram forjando suas maneiras de usar o Twitter meio descompromissadamente, sem querer especificamente produzir um "gênero", mas chegaram a algo tão redondo e original que se tornaram referência para os principiantes. Vão assim formando "escolas" ou "tradições" de Tweeteiros.

É bacana ver isso porque geralmente observamos esses assuntos nas carteiras das escolas: movimentos literários, escolas literárias, desenvolvimento e aperfeiçoamento de gêneros, e, de repente, aqui estamos nós vivendo e participando de um processo que não só é idêntico em essência como está presente no centro da vida das pessoas.

Ao contrário da redação de contos, romances, poemas - gêneros que ainda existem, mas apenas são exercitados por algumas pessoas interessadas por literatura -, o Tweet confunde / mistura função (comunidar, organizar) e oportunidade criativa. Levar isso em consideração e criar possibilidades para discutir e pensar essa produção pode ser útil para se pensar em linguagem, e servir inclusive para professores trabalharem redação em sala de aula.

Nesse sentido, quero dar a minha contribuição apontando dois "baluartes" de gêneros literários no Twitter: @mariacarol e @crisdias, os dois registram flashes do cotidiano que inclui comentário social e geralmente humor. Eu chamaria isso de crônica ou micro-crônica, mas gostaria de considerar outras possibilidades de nomes. E, principalmente, gostaria muito de receber sugestões de outros usuários - especialmente os "amadores" - que tenham produzido ou aperfeiçoado outros gêneros.

Termino citando dois exemplos recentes de um possível tipo de postagem a qual me refiro:

CRÔNICA: @mariacarol Taxista português se apaixonou pela minha voz aveludada. Expliquei que estou rouca e tcharaaam: temos um coração partido!

CRÔNICA(?): @crisdias Keep calm and stop the viadagem.

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Twitter + Ficha Limpa = ?

Acompanhei via internet ontem e hoje madrugada a dentro, junto com muitas outras pessoas, o debate dos ministros do Supremo sobre o Ficha Limpa - artigo na Wikipedia e site oficial. Não me lembro de ter visto outro caso parecido na história da internet no Brasil: graças ao Twitter, a audiência sabia de si mesma. O tuiteiro e Professor de Direito Penal da UFMG, Tulio Vianna, postou, entre suas muitas mensagens, que "Nunca antes na história deste país tanta gente assistiu a um julgamento do STF. Democrático pra caramba a galera dando seu pitaco jurídico."

O que aconteceu ontem de extraordinário para a Internet -na minha modesta opinião - foi um acontecimento apresentado pelo @cshirky no Here Comes Everybody. Ele fala do contexto que propicia ou facilita ou favorece as insurgências sociais. Uma coisa é eu saber que estou insatisfeito com a corrupção, outra é quando eu sei que os outros se sentem da mesma forma. E outra - e é aí que a situação se transforma - é quando "eu sei que você sabe que eu sei", ou seja, quando existe uma consciência coletiva de que todos pensam da mesma forma, o que nos estimula a agir confiando na proteção do coletivo.

Sabe quando o professor ou o técnico de futebol perde o respeito da turma ou da equipe? As pessoas, mesmo sendo individualmente menos poderosas, passam a funcionar coletivamente, mesmo sem a necessidade de discutir ou organizar acordos ou procedimentos. Elas funcionam como grupo, agem coletivamente. É isso, segundo o Shirky, que produziu o efeito em cadeia que levou à queda do Muro de Berlim.

Foi isso o que eu experimentei ontem de uma forma sem precendentes. Centenas, talvez milhares de pessoas, oferecendo voluntariamente seu tempo de sono na madrugada para assistir o desdobramento da votação do Ficha Limpa no Supremo. E eu sei que eram muitas pessoas porque me lembro de ter visto que, dos dez temas destacados no Trending Topics, a metade ou algo próximo disso dizia respeito ao evento. E as pessoas não estavam apenas falando, elas conversavam. Acompanhar o que os ministros falavam era literalmente tão instrutivo ou mais do que assistir a transmissão pela TV ou rádio. Havia uma mistura muito densa e rica de informação e opinião, descrição e análise. E isso continuou até o fim da sessão, quase às 2 da manhã.

É isso que já se nota acontecendo em conferências quando o público, antes "condenado" ao silêncio da audiência, passa a ter um meio de se expressar e medir a temperatura e as intenções de seus vizinhos. Este é foi um caso clássico. Foi a primeira vez que eu senti isso acontecendo motivado por um tema de interesse coletivo - a outra vez que eu vi no Brasil uma mobilização parecida a ignição foi o último apagão.

Até onde eu entendi, a expectativa é que a sessão seja retomada na quarta ou quinta da semana que vem - é isso, mesmo? Se for, fiquei imaginando a tensão envolvendo esse evento. Será uma final de Copa do Mundo com pessoas comuns - entre elas, advogados, estudantes de direito, juristas - registrando, analisando, dissecando cada fala, cada argumento dos dez ministros do STF, de forma a ajudar e dar munição para a sociedade civil e também os jornalistas para entenderem e criticarem as decisões expressas. Ontem o clima foi quase esse, imagina quando estivermos a três dias da eleição? E ainda com a quantidade de notícia e mobilização que a sessão de ontem já produziu. (No momento em que estou escrevendo, 12 horas depois do encerramento da discussão, "Supremo Tribunal Federal" é o primeiro tópico no Trending Topics, "Gilmar Mendes" e "#fichalimpa" também estão entre os dez assuntos mais falados.

Não consigo antever um cenário de o que vai acontecer na semana que vem, se a sessão realmente acontecer na véspera da eleição, mas acho que os efeitos dessa mobilização serão muito mais notadas e reconhecidas do que a mobilização em si. Uma coisa notável, ainda, em relação à mobilização no Twitter ontem foi o fato de os "oponentes" tucanos, petistas e verdes, para ficar entre os mais numerosos, não brigavam, não se atacavam, ao contrário, agiam como um bloco compacto defendendo a aprovação do Ficha Limpa. Imagina a força disso...

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Download grátis do Para Entender a Internet, Manual do Twitter e parte do Conectado

Estou envergonhado com a bagunça pública que está este blog. Não tenho podido escrever, por um motivo ou outro, depois explico. Esta notinha é só para dizer que em breve pretendo retomar o uso deste espaço para compartilhar ideias, conversar. Por agora, tenho recebido emails de pessoas dizendo que não estão conseguindo baixar o manual do Twitter e o Para entender. Aproveito, então, para republicar esse material.

Prefácio e alguns capítulos do meu Conectado

Manual do Twitter

Para Entender a Internet

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Relação de empresas e veículos de notícia brasileiros no Twitter

Ontem pedi ajuda pelo Twitter para encontrar listas de veículos de comunicação no Brasil e, ao contrário disso, recebi várias respostas de pessoas pedindo para eu repassar essa lista caso eu a conseguisse.

Juntei algumas contribuições que chegaram, pesquisei alguns nomes mais óbvios e estou compartilhando aqui sabendo que o resultado ainda está incompleto, principalmente por a lista reunir mais veículos do eixo Rio-SP.

Quem souber de outros perfis que não estejam listados, por favor, informe pela área de comentários para eu ir atualizando a página. Não incluí nomes de indivíduos, que são muitos, apenas de empresas, veículos ou programas especificamente de notícias. Agradeço antecipadamente.

NACIONAIS
TELEVISÃO
bandjornalismo
tvbandnews
SBTonline
tvsbt
jornaldosbt
tvrecord
record_imprensa
redetvi
Noticias_MTV
rede_globo
jhoje
showdavida
http://twitter.com/globonoticias

REVISTAS
RevistaEpoca
revistaepocasp
epocanegocios
Veja
http://twitter.com/RevistaISTOE
http://twitter.com/portal_exame
http://twitter.com/cartacapital

RÁDIO
http://twitter.com/jornaldacbn

ONLINE
meio_e_mensagem
bluebusbr
ultimosegundo
portalterra
G1
uol_noticias
portalUOL
portalr7
idgnow
observatorio
http://twitter.com/iG
http://twitter.com/YahooNoticias
http://twitter.com/UOLNoticias
http://twitter.com/uol_noticias
terranoticiasbr
terraaovivo
terraorbitabr
terratvbrasil

INTERNACIONAIS EM PORTUGUES
reutersbr
http://twitter.com/dw_portuguese
http://twitter.com/WSJPortugues
bbcbrasil

REGIONAL - SUDESTE

TELEVISAO
@redeminas - minas
tvcultura
rodaviva

JORNAIS
jornaloglobo
estadao
folhadesp
valor_economico
Braziliense
http://twitter.com/correiodobrasil
http://twitter.com/jbonline
atribunasantos
@portaluai - minas
@otempoonline - minas
@jornalotempo - minas
@jornalhojeemdia - minas
@dcomercio1 - sao paulo

Os veículos do grupo O Dia do Rio de Janeiro
Jornal O Dia - @jornalodia
Meia Hora - @meiahora
Jornal Campeão - @jornalcampeao
Rádio FM O Dia - @radiofmodia

RADIOS
cbnrio
radioculturabr

REGIONAIS - NORTE
@oliberal
@diariodopara,
bomdiaam
portalamazonia
amazonasemtempo
am_noticias
amazonia_hoje
amazoniawebtv
jornalam
jornal_acritica

REGIONAIS - SUL
anonline
http://twitter.com/correio_dopovo
http://twitter.com/RdGaucha
zerohora

REGIONAIS - NORDESTE
opovoonline
alagoas - http://twitter.com/gazetaweb

Pernambuco
@jc_online
@pepontocom
@folhape

Sergipe

PORTAIS
Infonet @portal_infonet
Ne Notícias @nenoticias
Emsergipe.com - @emsergipe

JORNAIS
Correio de Sergipe @correiodesergip
Jornal da Cidade - @portaljc

AGÊNCIAS
Agência Voz - @agenciavoz
Agência Unicom - @agenciaunicom

Ceará
http://twitter.com/diarioonline
http://twitter.com/oestadoce
http://twitter.com/tvverdesmares
http://twitter.com/TVCIDADEFORTALE
http://twitter.com/tvjangadeiroSBT
http://twitter.com/tvassembleiace

REGIONAIS - CENTRO OESTE
Jornal
@jornal_opopular - GO
@diario_da_manha - GO
@jornaloreporter - GO
@jornalestado - GO
@tvca - MT
@maismt - MT

TV
@tvserradourada - GO
@tvanhanguerago - GO
@esportetotalgo - GO

Rádio
@interativafm - GO
@cbngoiania - GO
@radio640am - GO
cbnbrasilia

OnLine
@portalgoiasnet - GO

Governo
@goiasagora - GO

APANHADOS
http://www.band.com.br/twitter/
http://twitter.uol.com.br/
http://oglobo.globo.com/globotwitter/
http://opovo.uol.com.br/twitter/
http://www.estadao.com.br/twitter/
http://cbn.globoradio.globo.com/twitter/index.htm
http://twitter.com/tvcultura/following
http://twitter.com/folhadesp/following
http://twitter.com/RevistaEpoca/epoca/members
http://twitter.com/rede_globo/following
http://twitter.com/estadao/following

NAO USADO
oGloboredetvoficial
Rede_Gazeta
radioeldorado

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