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boato | Não Zero

boato

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Mosquito e a responsabilidade de conferir a informação

Publiquei hoje um texto sobre o blogueiro Mosquito, morto na terça-feira (13).

Eu nunca tinha ouvido falar nele até saber de sua morte.

Os textos publicados falam de cara que não media as consequências, frequentemente exagerava na tinta, mas que tinha uma função: falar o que os outros não falavam.

Me apaixonei pela história do blogueiro assassinado.

E me vejo agora na posição de adicionar algo em relação a essa história.

O Felipe Vaz, meu amigo, me apontou para o post de outro blogueiro relativamente próximo ao Mosquito e que trouxe mais informação.

Segundo ele, o Mosquito estaria, sim, deprimido, de maneira que não se deve descartar a possibilidade do suicídio.

Fiz um post apaixonado sobre a liberdade e sobre como não bastava as ferramentas de comunicação existirem, a gente precisa poder usar, sentir que tem respaldo para isso.

Agora me vejo na posição oposta, pensando nas consequências dessa nova liberdade.

Por mais bem-intencionado que o post tenha sido, ele também foi algo irresponsável.

Conhecendo pouca coisa sobre o assunto e movido apenas pela indignação, falei dos indícios de assassinato.

Fui apressado. Mais uma lição.

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O boato é a gripe da internet, a gente precisa cair de vez em quando para ficar esperto

Ontem uma amiga também bastante envolvida com Web compartilhou por email a "notícia" de que a RIAA - a associação das gravadoras dos EUA - tinha pedido a pena de morte para três adolescentes do país por eles terem copiado música.

O link veio de uma fonte confiável - minha amiga estuda direito autoral na Web -, o site pareceu direitinho, li as primeiras linhas rapidamente e, sem pensar mais, repassei pelo Twitter. E na sequência várias pessoas retuitaram indignadas, umas até incrédulas, se perguntando como aquilo podia ser verdade. Até que um amigo se deu ao trabalho de ler o texto - o básico - e notar que um executivo da Sony não citaria Mel Brooks em uma declaração à imprensa.

Thomas Richardson, a Sony Music sales manager remarked, “I’ve been pushing for the RIAA to ‘work up a Number 6′ on those hoodlum kids for the longest time”, referring to a scene from the Mel Brooks flick Blazing Saddles where “we go a-ridin’ into town, a-whompin’ and a-whumpin’ every livin’ thing that moves within an inch of its life.” (Continue lendo.)

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