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mauricio stycer | Não Zero

mauricio stycer

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Campanha #inconfundivel, jornalismo nem tanto

Nesta terça o jornalista Maurício Stycer do iG me procurou pedindo para eu comentar a campanha #inconfundivel - mais sobre a campanha - e ficou óbvio desde o começo da conversa que ele não pretendia apurar a notícia, não queria ouvir, ele só precisava de declarações do "outro lado" para dar a impressão de imparcialidade.

No dia seguinte chega a matéria falando de "propaganda velada" e acusando as agências de "usar publicidade disfarçada de informação" e de "aliciamento de tuiteiros em troca de bonés e camisetas". Tire as suas conclusões:

. A campanha tem site - bem explícito - apresentando a ação e informando os nomes e dando o perfil dos curadores. Os curadores inclusive assinaram documentos para autorizar que suas imagens fossem veiculadas ali.

. A estratégia não obrigava os curadores a esconder sua participação na campanha e vários deles anunciaram isso por seus canais. A ação não teria conseguido reunir esse grupo de curadores se houvesse a condição de agir em segredo.

. Os curadores não compartilham links para o produto do patrocinador disfarçado de informação. Os links são para informação mesmo e vão tagueados com o nome da campanha.

Os curadores são profissionais da Web, atuantes, conhecidos, que receberam uma proposta e assinaram contratos por concordar com os termos e aceitar a remuneração oferecida. Não houve aliciamento e nem pagamento com "bonés e camisetas" e sim uma relação trabalhista, como a que o Maurício tem com o empregador dele.

Comparando o que é a campanha e o que o Maurício a faz parecer, parece que ele é culpado do mesmo crime que acusa a agência de ter cometido. Ao invés de trabalhar para o leitor e ajudá-lo a entender um determinado assunto, ele opta por gerar polêmica a qualquer custo para aumentar as visitações e valorizar os espaços publitários do portal que ele representa.

Se o Maurício está tão empenhado em refletir sobre o tema da transparência nos meios de comunicação, ele poderia também questionar o material publicado no iG sobre a Brasil Telecom, principalmente as notícias que vão em manchete na capa do portal. Não vai precisar nem gastar telefone para isso.

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