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emoticon | Não Zero

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O potencial do uso de ideogramas para a comunicação por aparelhos portáteis

Sabe essa experiência de olhar como alguma coisa era feita no passado e achar aquilo um desperdício de tempo? Exemplo disso: escrever com máquina de escrever e não poder mexer no texto que se está produzindo na hora em que se está fazendo.

Hoje eu tive a sensação de que daqui a uns 20 anos a gente vai sentir isso em relação a escrever mensagens de texto em celular. É um tipo de ação que deveria ser quase instantânea e, no entanto, paramos de fazer tudo para, com a ponta dos dedos, ir construindo frases letra a letra até completar o texto.

Entendo que a gente vai ganhando experiência e esse tempo diminui, mas tenho a impressão que, para esse tipo de equipamento e para o timing da comunicação, a escrita por ideograma pode ser mais eficiente do que o alfabeto.

Não existe uma solução ideal para a comunicação. Para o telégrafo (e para o computador), o melhor é o código binário. Para grupos de pessoas fisicamente próximas, a fala e os gestos entregam a informação com maior densidade. Não sinto que o alfabeto seja o mais interessante em se tratando do uso de um aparelho pequeno que é acionado pelos dedos.

Quando a gente para o que está fazendo para escrever, nos desligamos da experiência que motivou a criação da mensagem. Por exemplo: se você está assistindo ou participando de um evento (palestra, jogo de futebol, etc.), a sua concentração muda de foco por alguns segundos enquanto está tuitando.

A gente sintetiza a escrita de palavras justamente para reduzir esse gap de atencão. É mais rápido escrever "kd vc" do que "cadê você" com todas as letras e acentos. Paralelamente a isso, já se recorre a símbolos na comunicação online. O emoticon é isso: uma imagem que condensa ideias. Tipo: \o/ ou :-) Mas sinto que a comunicação por ideogramas ainda não foi explorada como merece e que há uma oportunidade à espera de quem pensar primeiro em uma nova geração de serviço para comunicação de grupos (tipo Twitter, Facebook) por equipamentos móveis que ampliem as possibilidades de misturar símbolos e texto.

Eu não sei muito sobre linguística, mas fico pensando na escrita japonesa como exemplo. Eles usam três conjuntos de sinais para escrever: um de ideogramas e os outros de fonemas que servem para se grafar aquilo que não cabe facilmente em sinais. Penso, inclusive, no impacto que usar uma solução parecida, a partir do desenvolvimento gradual de um vocabulário de símbolos, para a comunicação global.

Com a adoção de mais símbolos, mais pessoas poderão se entender ou terão mais condições para se entender. (Você não precisa saber alemão para entender \o/.) Ao mesmo tempo, esse movimento poderá amplificar o processo de tribalização das sociedades: grupos de pessoas espalhadas pelo mundo criando línguas próprias que funcionariam em paralelo às suas línguas de origem.

Acho que o processo começa por estudar o que já existe de símbolos sendo usados hoje para atender a essa demanda específica de comunicação instantânea por dispositivos móveis.

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