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Nesta terça (dia 17), 18h, lançamento pelo Twitter do livro "Para entender a internet" - ajude a divulgar

Capa Para entender - em alta

Mais um livro está saindo do forno. E, dessa vez, um livro 100% Web, integralmente disponibilizado em PDF e também por um site para leitores debaterem e conversarem entre si e com os autores sobre assuntos de interesse comum. O livro é uma coletânea e se chama Para entender a internet - Noções, práticas e desafios da comunicação em rede - ao lado, a capa. Participam 38 autores, todos eles protagonistas brasileiros em seus campos de atuação.

Apesar de terem sido produzidos pensando no leitor com pouca familiaridade com a Web, os textos vão além das simplificações e dos modismos para, ao mesmo tempo, ensinar e provocar. E os autores têm intimidade com o assunto para fazer isso. Por exemplo, Edney Souza, o Interney, um dos blogueiros mais conhecidos do Brasil hoje, é quem escreve sobre blog. Soninha Francine, vereadora, atual sub-prefeita em São Paulo, escreve sobre internet e lei eleitoral. Fábio Seixas, um dos brasileiros mais seguidos no Twitter, fez o texto sobre micro-blogging. Sérgio Amadeu, ativista combativo do software livre, escreve sobre pirataria online. Ronaldo Lemos, um dos ativistas brasileiros mais conhecidos e respeitados internacionalmente, explica o que é o Creative Commons. E por aí vai a lista.

Muitas pessoas ainda sentem que a tal revolução trazida pela Web é uma festa para a qual eles não foram convidados. Muitos professores de escolas públicas e privadas, empreendedores, executivos, comunicadores, administradores públicos e uma boa parte da sociedade civil não entendem o motivo de tanta euforia em relação à internet. Esse livro pretende ser um convite para que elas entrem e participem da festa.

Para chegar a essas pessoas sem contar com os meios tradicionais de divulgação e distribuição, o jeito é usar a rede. E é por isso o arquivo em PDF do livro tem menos de 1000k - para caber em uma mensagem de email - e é por isso também que o lançamento deste livro não será em uma livraria e nem em outro espaço físico, mas online, pelo Twitter.

Resumindo, nesta terça (dia 17), às 18 horas (horário de Brasília) vou disponibilizar pelo Twitter o link para o site e para fazer o download do livro. Naturalmente, todos os autores têm conta no Twitter e serão convidados especiais para essa conversa. Não sei se isso já foi feito e nem o que vai acontecer, mas, no mínimo, vamos ter um bate-papo com quem quiser saber mais sobre esse projeto.

PS. Aproveitando o convite para a conversa na terça, já adianto um possível assunto: que este livro pretende demonstrar que está muito mais fácil produzir livros úteis coletivamente e em prazos reduzidos utilizando a Web.

PS2. Para quem estiver em Sampa, vamos tomar uma cerveja e jogar conversa fora no Exquisito na sequência do lançamento, às 20h.

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Wikipedia para os wikipedianos, mas quanto custa manter um wikipediando?

Eu não tinha a intenção de dar continuidade a essa discussão sobre a Wikipedia (aqui e aqui), mas, a partir do momento que a discussão pega, é quase injusto pensar em interromper o processo de aprendizado. A seguir, estou reproduzindo duas mensagens particularmente instrutivas.

Minha principal crítica em relação ao procedimento dos editores e administradores da Wikipedia é que eles não deveriam avaliar a relevância de artigo contanto que ele esteja correto. O Fabrício inteligentemente anula o meu argumento dizendo que essa decisão só deve ser tomada por quem participa da comunidade.

O outro comentário (é o número 12) é do representante de uma agência que oferece, entre seus serviços, o de criar e editar verbetes na Wikipedia, e ele mostra quais os procedimentos devem ser tomados para que um verbete não seja apagado.

Isso é curioso porque mostra que existem forças de mercado influenciando o conteúdo da Wikipedia, gaming the system. Ou seja, em último caso, se você tiver dinheiro, pode "comprar" sua presença na Wikipedia, seja agindo segundo as regras de publicação, seja estabelecendo e cultivando um relacionamento com editores e administradores, seja se tornando editor ou administrador.

Se a exposição vale a pena (e vale), compensa ter uma equipe de parcial ou integralmente dedicada a se estabelecer dentro da Wikipedia para atender aos interesses de seus clientes.

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Será que vale a pena lutar pela Wikipedia?

na semana passada eu publiquei um post depois que quatro verbetes que eu criei na wikipedia foram apagados. fiquei positivamente surpreso com o debate que esse post gerou, tanto em termos de qualidade como de quantidade da troca de opiniões. a maioria dos mais de cem comentários publicados trazem vivências dessas pessoas na wikipedia.

o texto a seguir resume o que eu aprendi em função da troca de idéias proporcionada pelo texto anterior. é, na verdade, uma tentativa de organizar o meu pensamento para responder à pergunta: vale a pena lutar pela Wikipedia?

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Wikipedia brasileira desestimula a participação esporádica e tem mentalidade colonialista

Esses dias procurei na Wikipedia sobre a WebCo e o Manoel Lemos e vi que os verbetes não existem. Considero a WebCo a empresa mais importante da Web brasileira hoje, ou uma das mais importantes, pela complexidade da operação, pela aposta na internet participativa, feita colaborativamente, e pela visão de oferecer produtos online com a cara do usuário brasileiro. É deles o Blogblogs, versão nacional do Technorati, e o Brasigo, produto correspondente ao Yahoo Respostas.

Segue uma reflexão sobre o motivo da Wikipedia brasileira ter verbetes sobre os concorrentes internacionais da WebCo, mas não sobre a WebCo e outras empresas daqui.

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Globo usa internautas no Orkut para monitorar queimadas ilegais na Amazônica

Os veículos de comunicação tradicionais estão finalmente entendendo o potencial de usar a Rede para engajar suas audiências a partir de temas de interesse comum. A Abril está demonstrando ter chegado a essa maturidade pelo lançamento da Abril Digital. E agora a Rede Globo apresenta um grande produto 100% colaborativo.

O projeto chama Globo Amazônia e é uma ação que permite ao usuário de internet ajudar a monitorar as queimadas na Amazônia.

É uma ação idealizada no início de 2007 por um velho amigo, o jornalista Eduardo Acquarone, começou a ser produzida em 2008 e foi lançada em setembro do ano passado.

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Brincando de gato e rato: a incrível história do destravamento do IPhone no Brasil

Quando eu me dei conta da importância - histórica, até, falo como historiador - daquele depoimento, já estávamos no meio do relato e o registro ficaria incompleto.

Quem me passou o contato do Breno foi o Cazé Peçanha, que é uma das milhares (literalmente) de pessoas que pagou para o Breno desbloquear o IPhone dele. Mas eu não fazia idéia da história que ele contaria no MobileCamp, deixando todos os presentes hipnotizados por mais de 40 minutos.

Se houve uma unanimidade no evento, foi o Breno. E até o momento dele falar - foi um dos últimos - ele acompanhou as dez palestras anteriores discretamenta.

A título de explicação, "jogo de gato e rato" é a expressão usada por Steve Jobs para descrever a corrida entre a Apple, fabricante do IPhone, e os crackers que a cada versão do aparelho encontravam novas maneiras de destravá-lo.

Escrevi este texto de memória, mas ele foi lido, corrigido e aprovado pelo Breno.

Origem

Como o próprio Breno se descreveu, ele é um rapaz que, como muitos, gostava fuçar equipamentos e fazer as coisas funcionarem. E acaba ficando conhecido dentro do círculo familiar e de amigos por isso.

É aquela pessoa a quem pedimos ajuda quando um eletrônico repentinamente pára de funcionar.

Não sei se ele fez faculdade, mas até pouco mais de um ano, ele trabalhava como suporte técnico e ganhava R$ 600 por mês.

Paralelamente, meio que por acaso, para complementar a renda, começou desbloquear celulares que vinham de outros países. Um trabalho informal e que rendia pouco.

Junto com sua família, ele morava em um predinho sem porteiro no encontro de duas ladeiras, na Zona Sul de São Paulo. São quatro andares: um apartamento para ele e a mãe, outro para a avó e dois para outros moradores.

Lançamento do IPhone

Se eu me lembro bem, foi o médico do Breno quem trouxe um dos primeiros IPhones para o Brasil e, sabendo da experiência do Breno debloqueando aparelhos e sem ter outra pessoa a quem recorrer, confiou a ele a novidade.

Até então, para ele, os computadores Macs eram sinônimo de dor de cabeça. (A incompatibilidade de sistema com Linux e Windows sempre impedia que um certo documento fosse impresso em cima da hora e sobrava para ele resolver o problema correndo contra o relógio.) Mas pressentindo a oportunidade, Breno decidiu comprar um Mac para acessar o sistema operacional do IPhone e tentar fazer o desbloqueio.

O valor do micro era aproximadamente R$ 4 mil e para comprá-lo, Breno juntou seu cartão de crédito com o da namorada, dividiu o valor em dois e parcelou em dez vezes em cada cartão.

Foi dada a largada

Daí começa propriamente a aventura. Breno e um amigo resolveram mergulhar na corrida para desbloquear o primeiro aparelho. E para isso, recorreram a fóruns e comunidades online.

Por coincidência ou não, Breno acabou estabelecendo uma dinâmica de cooperação intensa pela internet com o geek americano chamado Geo Hot, que viria a ser o primeiro a desbloquear um IPhone no mundo. Minutos antes do Breno.

Breno tinha o IPhone do médico e Geo Hot, outros cinco aparelhos para testar. O que cada um descobrisse, mandava para o outro.

Depois de algum tempo, acabaram concordando que para desbloquear o aparelho, eles teriam que mexer no hardware. Breno consultou o dono do aparelho e recebeu autorização para a tirar a tampa.

"Matando" IPhones

Na medida em que exploravam o aparelho, concluíram que a trava estava no equipamento e não no sistema operacional. Isso quer dizer que teriam que arriscar "matar" aparelhos para ter sucesso.

O americano, que tinha cinco, fez o primeiro teste e um dos IPhones foi para o saco. O mesmo aconteceu com o segundo e com o terceiro.

Já havia se passado quase cinco dias e noites que eles estavam trabalhando sem dormir, mas cada vez mais perto da soluçao.

Para o parceiro americano não desistir da empreitada, Breno conseguiu autorização para fazer sua tentativa e correr o risco de perder o único aparelho que ele tinha para testar. Foi quando, na quarta tentativa, o
americano finalmente quebrou a trava física. Breno recebeu a instrução e, em seguida, fez o mesmo aqui no Brasil.

Carros importados e a fila que só crescia

O americano imediatamente pôs o aparelho desbloqueado para leilão no EBay. Ele estava vendendo uma peça de colecionador, o primeiro IPhone desbloqueado do mundo.

Breno fez diferente: subiu ao YouTube um filminho mostrando ele ligando pelo IPhone para o telefone dele mesmo. Sim, era possível usar o IPhone no Brasil.

O que aconteceu a partir daí com a vida do Breno é parecido com uma viagem de montanha-russa.

Antes dele conseguir dormir depois da maratona de cinco dias explorando o aparelho, seu telefone começou a tocar com pessoas pedindo para ele destravar seus aparelhos.

Carros importados começaram a estacionar na frente do prédio humilde e, em poucas horas, já tinha uma fila na porta do apartamento. Um fila incomum, que só crescia, de executivos e jovens vestindo roupas da moda, que possivelmente nunca tinham estado naquela vizinhança.

Com o tempo, Breno gastaria aproximadamente 8 minutos para fazer o desbloqueio, mas naquele momento, cada aparelho tomava dele 2 horas.

Os 50 primeiros desbloqueios ele fez de graça. Não tinha empresa constituída e nem idéia de quanto cobrar.

As soluções começaram de improviso: a empregada parou de trabalhar na casa para distribuir senhas na porta. Todos na casa acabaram envolvidos, a rotina foi esquecida.

É tudo verdade

O que aconteceu a seguir com a vida do Breno para muitas pessoas só poderia acontecer no cinema.

O difícil para o ex-técnico de TI era julgar quando um determinado pedido era trote.

- A Xuxa no telefone? Magina!

Mas era verdade.

Passado alguns meses de sua nova vida, Breno estava começando a desfrutar dos resultados de seu trabalho. Escritório próxino à Avenida Paulista, carro novo, ele estava embarcando para fazer seu primeiro salto de para-quedas, quando toca o telefone.

A voz do outro lado dizia que o Presidente da República estava em Congonhas e pedia para ele ir até lá para destravar o IPhone presidencial.

Desconfiado, Breno pediu para falar e a voz era muito parecida. Resolveu arriscar - quem quer criar inimizade com o cara que controla a Receita e a Polícia Federal? - mas só se convenceu quando entrou no avião presidencial.

Missão diplomática para destravar IPhones

Breno tinha rejeitado duas vezes o convite do Governo de Angola para viajar ao país para atender à solicitação presidencial.

Um dia, chegando para trabalhar, ele encontra a rua interrompita pela Polícia Federal. E a movimentação está justamente na porta do prédio onde ficava o escritório.

Receoso de ter infringido alguma lei, Breno ligou para a portaria e foi informado que o presidente angolano estava esperando para ser atendido.

O Presidente de Angola cruzou o Oceano Atlântico, veio em comitiva para São Paulo, só para destravar 17 aparelhos para ele e para assessores.

Sociedade do espetáculo

A fama do ex-técnico de informática se espalhava e começaram a aparecer convites para participar de eventos internacionais.

Aceitou ir a Barcelona apenas como visitante para o GSM Mobile World Congress.

O estande mais popular era o da Nokia, que estava apresentando seu novo aparelho, o N96.

Breno estava admirando um IPhone gigante no estande da Apple quando encontrou com um alto-executivo da operadora Vivo.

Quando caiu a ficha, Breno estava fazendo uma demonstração pública de destravamento do IPhone. A ação era transmitida para telões do lado de fora do estante e em minutos, a multidão da loja da Nokia se transferiu para a da Apple.

Depois de fazer o primeiro, outros pedidos foram aparecendo. Ele destravou, nesse dia, mais de duzentos telefones, e só parou porque já não sentia os dedos, o que aumentava o risco de estragar aparelhos.

Parceiro da Apple

Esses foram alguns dos casos que ele contou para deleite da pequena platéia do MobileCamp no último sábado.

E se ele tivesse o dia inteiro, provavelmente teríamos ouvido outras histórias parecidas, como a vez em que o piloto Michael Schumacher mandou seu jatinho para levá-lo encontrá-lo no Desafio Internacional das Estrelas, uma prova de kart que reúne as estrelas do automobilismo em Florianópolis, SC.

Destravou o aparelho, assistiu o espetáculo e saiu de lá com mil dólares mais um capacete e um macacão.

Assistiu shows de camarote, foi o primeiro no mundo a destravar outras versões do aparelho, ganhou um desafio do Steve Jobs e foi citado nominalmente em uma apresentação dele.

Recebeu a visita de representantes da Apple na madrugada, a serviço do presidente da empresa, para confirmar que o procedimento para fazer o destravamento não era ilegal. E não era.

Seu parceiro americano Geo Hot também não está mal. Depois de receber uma oferta milionária para trabalhar na segurança do IPhone, aceitou a proposta do Google para ganhar US$ 16 milhões por ano para desenvolver o Android, o sistema operacional mobile da empresa.

Já o Breno finalmente cumpriu a promessa feita à sua mãe e já não destrava IPhones. É que ele se tornou parceiro da empresa e sua FingerTips está desenvolvendo aplicativos para IPhone.




Qual é a idade dos usuários da internet social no Brasil? Dá para se ter uma idéia

Os organizadores do Fórum de Mídias Digitais e Sociais, que começa amanhã em Curitiba, disponibilizaram algumas informações sobre os inscritos. Achei significativa a distribuição dos participantes por idade. Até 20 anos = 131 inscritos, de 21 a 30 anos = 101 inscritos, de 31 a 40 anos = 44 inscritos, de 41 a 50 anos = 05 inscritos, Acima de 51 = 01 inscrito.




Como promover a leitura no país usando a internet

Hoje recebi um livro da Espalhe como parte da ação Livro para Voar, feito para os postos de gasolina Ale.

O site é como o BookCrossing. Você "libera" os livros que não pretende mais ler para incentivar a prática da leitura.

Estive envolvido com esse assunto durante quatro anos com o site Leia Livro. E essa experiência me deixou a impressão de que o BookCrossing precisa ser adaptado para funcionar bem aqui.




Entrevista boyd: Orkut não tinha valor para Google até ser invadido por brasileiros

acompanhei a invasão brasileira do orkut. me sentia orgulhoso pela idéia que teríamos de certa forma subvertido os planos de expansão do google no campo das redes sociais.

danah boyd trabalhava como pesquisadora no google justamente nesse período, por isso, tive a oportunidade de perguntar como esse processo tinha sido vivido da perspectiva de lá.

afinal, me lembro, circulavam boatos dizendo que os norte-americanos contra-atacavam na moita, dificultando de todas as maneiras o crescimento da presença brasileira.

justaente por esse motivo houve uma febre de mudança de país de origem nos perfis. e honestamente não sei até que ponto isso faz sentido na medida em que você detecta a origem do acesso pelo endereço do IP. sei lá.

mas descobri que na verdade o orkut quase não recebeu a chancela de produto Google, inclusive ele nem leva o nome da empresa no nome. para a minha surpresa, foi o interesse gerado no brasil e na índia que fizeram o google reconsiderar.

e também foi esclarecedor ouvi-la falar que o google não entende de mídias sociais, que todas as start-ups promissoras compradas ficaram de lado, como Blogger, Dodgeball, entre outras.

Assista!

How was it for Google to see Orkut taken over by Brazilians from juliano spyer on Vimeo.




Quem são os principais nomes da mídia social em atividade hoje no Brasil - um levantamento parcial

Enviei recentemente para todas as pessoas que eu conheço envolvidas com o assunto este questionário perguntando a elas: Quem são os principais acadêmicos, ativistas e profissionais das mídias sociais em atividade no Brasil hoje?

Fiz a besteira de mandar a mensagem na noite de sexta, ou seja, ela ficou para ser respondida depois e das talvez quase 200 pessoas que foram convidadas, apenas 16 participaram.

Sou o primeiro a reconhecer que o resultado não é científico. Primeiro porque ele reflete a minha perspectiva sobre o que acontece nas mídias sociais: onde eu estou e o que eu faço. Estou em São Paulo e tenho uma atuação prioritariamente profissional - apesar do contato com o mundo acadêmico e com o ativismo.

Por esse motivo a pesquisa traz muito mais pessoas de São Paulo do que de outros lugares e também traz mais nomes de profissionais do que de acadêmicos ou ativistas. Nomes importantes como o de Hermano Vianna e Ronaldo Lemos foram lembrados apenas por uma pessoa.

Não vou computar as referências a mim por eu ter proposto a pesquisa, o que já predispõe quem recebeu a mensagem a se lembrar do meu nome.

Feitas todas essas ressalvas, vou compartilhar os resultados fazendo alguns comentários.




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