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Abertura do Campus Party Brasil - uma vivência shamãnica

Sei lá, muita gente deve ter disponibilizado as imagens deste mesmo evento, gravada por perspectivas diferentes e com qualidades diferentes. Mesmo assim, me esforcei bastante - veja abaixo - para disponibilizar esse material.

Para resumir: o arquivo abaixo traz a íntegra do evento de abertura do Campus Party Brasil. Têm aproximadamente 40 minutos. Inclui a apresentação artística e os discursos. Mas isso não diz quase nada. Quase não justifica o trabalho de assisti-lo. Então, o que justifica?

Seguinte: subiram no palco dois caras de Barcelona para fazer funcionar uma tal de reactable. O que voce enxerga é a projeção de um círculo azul na parede. Parece uma coisa de shamã. Eles colocavam objetos sobre essa superfície e cada um deles produzia um tipo de som. Não o mesmo som, mas um que se relacionava com o gerado pelos outros objetos.

Não precisa fazer muito esforço para entender. Veja o começo do vídeo. Não foi só isso o que aconteceu. No palco, como convidado estava o ministro da cultura Gilberto Gil, que como discípulo da deusa Musa, quis entrar na farra, primeiro improvisando, em seguida, encaixando frases de canções brasileiras, de Dorival Caymmi, por exemplo.

E não termina aí. Se terminasse, já valia. Mas do fundo escuro do salão imenso do primeiro piso do prédio da Bienal apareceu um grupo da escola de samba Nenê de Vila Matilde. Completando, participando, integrando, repercutindo, costurando, remixando os outros dois sons. Uma reunião improvável que - como diria o Velho Guerreiro - rrrrrealmente tinham a ver com o espírito desta reunião.

Então, sem mais palavras, com vocês, isso:

Untitled from juliano spyer on Vimeo.

História de como este arquivo quase não sobreviveu.

Demorou. Demorou pra caramba. Quase desisti. 236 mega de arquivo de vídeo para subir no YouTube.

Tentei hoje pela manhã. Esperei, sei lá, umas duas horas, e nada dele concluir o carregamento. Desisti.

De noite, início da noite, no meio de uma sessão meio-BarCampeana sobre TV e web, aproveitei pra conectar o computador nessa giga banda larga. Quase uma hora passou e nada. A conversa terminou e nada.

Mas como o assunto era web e tv, resolvi compartilhar com as pessoas o motivo da minha frustração. Eles se animaram e se ofereceram para ajudar.

Estávamos procurando uma maneira de compactar o arquivo, mas depois de uns cinco minutos, já passava de 8 da noite, e eu desisti pensando que perderia a hora do jantar.

Estava me despedindo das pessoas e fechando o computador quando vi: o upload tinha terminado.

(Aliás, só para registro, estava terminando essa gravação ontem à noite quando apertei um botão errado e fui dormir achando que tinha perdido toda a gravação. Sim, foi praticamente um milagre essa gravação ter chegado ao 'infomar'.)




O brasileiro navega mais na internet. E daí?

Um dos dados mais repetidos pelas pessoas que trabalham profissionalmente com a web é que "o Brasil continua a ser o país com maior tempo médio de navegação residencial por internauta. Isso entre os 10 países monitorados pela Nielsen/Netratings. Ele está à frente da França, EUA, Alemanha e Reino Unido."

Esse dado merece um estudo. Depois de entender quem é esse usuário, seu perfil, e saber se a diferença em relação aos números dos outros países é expressiva, eu queria saber as motivações desse usuário.

Sim, a internet é superbacana, mas pode haver razões menos românticas para esse resultado. Por exemplo, a falta de interesse pela leitura. Ou talvez o custo de assinatura de TV a cabo em relação a uma conexão à rede, justificando que a primeira seja preterida em benefício da segunda?

A interpretação simplificada de resultados talvez pareça conveniente a curto prazo para influenciar as expectativas da opinião pública e de outros setores do mercado, mas não deixa de ser imprecisa.




Via sacra para conseguir o Conectado

Segue a mensagem (muito simpática) de um leitor de Brasília com dificuldades para encontrar o Conectado. Quem mais estiver enfrentando problemas parecidos, pode me mandar um email - juliano em naozero.com.br -, dizendo onde mora, e eu checo com a Zahar as livrarias da cidade que compraram o livro.

Foi uma verdadeira via-sacra para conseguir o teu livro. Quando tomei conhecimento do lançamento, no blog do Alexandre Mathias, havia indicação das Livrarias Saraiva e Siciliano. Cliquei na Siciliano e fiz meu pedido. Putz! Aguardei ansiosamente por mais de um mês e nada! Desconfiado, peguei o telefone, liguei pros caras e eles tiveram a coragem de informar que não havia disponibilidade. Tudo bem, aguardarei, pensava. Visitei o Submarino e prá minha surpresa, o livro tava lá! Nem pensei duas vezes, fiz outro pedido. Passados uns dias foi ver o "status" do pedido e uma nova surpresa: "aguardando reposição do fornecedor"... Aí, tomei a última e acertada decisão: liguei prá Zahar e contei a história... Nem conheço o Zahar, mas a voz parecia do dono. Enfim, me forneceram o nome do distribuidor aqui em Brasília (Arco-Íris, 502 Sul) e então, finalmente, o livro caiu em minha rede (não poderia deixar de citar mestre Caymmi). Fiz uma leitura lexical e agora vou partir praquela definitiva. Como diria em meu tempo: "já me amarrei...".




Sempre critiquei a Telefônica, mas estou quase contratando o Speedy

Outro dia alguém mandou mandou pelo Twitter uma série de mensagem narrando sua "saga" conversando com o serviço de atendimento ao cliente da Telefônica. A primeira nota que eu me lembro anunciava que ele teria que pagar 300 e tantos reais para cancelar a assinatura. Deve ter protestado e pedido esclarecimentos. Tempos depois postou que continuava ouvindo a musiquinha de "espere na linha". Fui almoçar, voltei, e ele insistia na esgrima com os funcionários, talvez já não só pelo dinheiro, mas por birra.

Estou relatando isso porque no ano passado celebrei meu desligamento completo dos serviços da Telefônica. Já não tinha Speedy, e aproveitei a promoção de lançamento da Net para incluir no pacote o telefone por cabo. Mas passado um ano - não sei direito quanto - estou considerando seriamente fazer o caminho oposto, cancelar tudo da Net e dar mais uma chance para a Telefônica. Fiquei louco? Vejamos.




O perfil do novo jornalista na Web - um relato de caso

André Passamani, 34 anos, um dos diretores da Colmeia, se formou e começou atuando como jornalista em Vitória, ES. Esses dias, trocávamos idéias sobre o perfil do profissional que está fazendo a internet hoje e ele se lembrou de uma experiência. Fiquei com ela na memória e esses dias pedi autorização a ele para registrar o caso.




Tropa de Elite chega aos cinemas e já têm três sequências no mercado informal

Os marreteiros vivem no futuro.

Ontem, passando pelo camelódromo da Avenida Paulista, ali próximo à alameda Pamplona, na frente do Stand Center, parei em uma das muitas barracas que vendem DVD pirata para checar os lançamentos.

E encontrei uma coisa estranha: estão vendendo quatro filmes diferentes de Tropa de Elite, como se além do primeiro, houvesse três sequências. (O filme também circula livremente pela Web em formato torrent.)

Os vendedores não sabiam explicar direito. Disseram que um deles era documentário.

Como o que vazou para a rede foi uma versão diferente da que chegou este fim de semana aos cinemas, fiquei pensando que poderiam estar circulando o mesmo filme com edições diferentes - um prato cheio para cinéfilos.

Alguém comprou esse material ou saberia dizer o que esses quatro DVDs contém?




Onde eu compro o laptop de US$100?

A última coluna do Pedro Dória no Link fala sobre o laptop de US$ 100. Resumo: 1) o colunista de tecnologia da Newsweek, respeitadíssimo, elogiou pra caramba a maquina - não é pra menos, by MIT; 2) o preço da unidade hoje é de US$ 188 - poderá baixar com a produção em massa; 3) os países que ficaram de comprar, entre eles o Brasil, estão enrolando para por a mão no bolso por medo do projeto dar errado.

Com relação a esse projeto, tenho duas dúvidas: 1) o que garante que os estudantes beneficiados não venderão seus equipamentos para, por exemplo, o crime organizado?; e mais importante, 2) Por que não estão vendendo essa máquina no varejo? Por R$400, seria o IPhone dos países pobres!




Blogueiro desestabiliza mídia local em Tocantins

O caderno Link de ontem contou a história de um jornalista do interior de São Paulo que está criando um pequeno império de notícias no estado de Tocantins. Ele começou fazendo um blog contando os bastidores da política local.

Sua receita de sucesso: tirar proveito da instantaneidade para bater a mídia tradicional e oferecer um serviço independente. Começou em 2005, logo conquistou audiência, o dinheiro entrou com anúncios. Contratou uma equipe de jornalistas e planeja lançar um canal de TV pela Web e ter correspondentes nas principais cidades do estado.




Um exemplo de vídeo simples e relevante

Curta simples. A câmera está no fundo de um presídio em Curitiba. Aparece na grade do lado de fora uma mulher e sua filha de uns quatro / cinco anos. E começa um diálogo à distância, muito curto e carinhoso, com um homem preso, que no contexto é o pai da criança. No final dos dois minutos de interação, os créditos revelam que ele está há 12 anos esperando julgamento.

Abra o artigo para assistir.




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