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governo | Não Zero

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Parte 1: um experimento de convívio

Volte ao artigo principal ou leia a íntegra da entrevista

Não é a primeira vez que escrevo sobre a Wikipédia. Ela não é um experimento perfeito, como o convívio em sociedade também não é, mas é surpreendente ver a complexidade da operação que faz surgir um produto com relevância inquestionável.

Quem fica fora geralmente não sabe, por exemplo, da existência de diversos tipos de funções exercidas pelos voluntários do projeto. Há reversores, eliminadores, administradores, burocratas, verificadores, entre outras. E para vários destes postos, não basta o usuário se oferecer para desempenhar o trabalho. A escolha acontece por participação direta.

Acompanhei uma candidatura a administrador e achei a experiência muito mais intensa e interessante do que a das eleições para os governos.

Usuários qualificados podem se candidatar, por exemplo, a ocuparem o posto de administradores. Uma página especial é criada para a ocasião e ela se torna o palco de uma arguição aberta à participação de toda a comunidade. É a hora para se fazer qualquer pergunta, que será respondida uma a uma até que todos estejam satisfeitos.

O candidato é principalmente questionado sobre suas ações dentro do site: por que defendeu a manutenção de determinado artigo? Por que teve uma conduta explosiva ao lidar com tal voluntário em relação a uma certa polêmica?

Só então acontece a votação que é feita de forma direta e aberta. E quem vota pode justificar sua posição: a favor, contra ou a abstenção. Para ser eleito, o usuário precisa ter a aprovação de 75% dos que votaram.

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Blog Cidadão: vamos fazer um livro colaborativo?

No sábado tivemos no Blogcamp uma discussão sobre como as mídias sociais podem contribuir com a administração pública.

Procuramos maneiras rápidas e que exigissem pouco esforço de coordenação para os blogueiros estimularem a sociedade a se apropriar do espaço público online.

A solução partiu de um post da Samantha Shiraishi da CoWorkers sobre como usar um mash-up da SPTrans para ver as rotas dos ônibus urbanos: http://www.samshiraishi.com/sptrans-e-google-maps

A proposta apresentada é que a comunidade blogueira realize uma ação parecida com a do Movimento Blog Voluntário. Agora, a meta é compartilhar uma descoberta que facilite a vida das pessoas na cidade.

Existem muitos serviços bacanas como o que a Sam encontrou, mas muitas pessoas não ficam sabendo. A missão é reunir relatos desse tipo para que a informação circule e as pessoas se apoderem delas.

Exemplos: como fazer uma reclamação pela ouvidoria, onde obter dicas de trânsito, como fiscalizar os gastos públicos, por aí. (Quem for de outra cidade e tiver um relato interessante, ele pode ser acrescentado como uma sugestão a ser implementada aqui.)

Acho que vale também juntar apresentações de casos de sites e serviços online que sirvam para fortalecer o poder do cidadão e facilitar sua comunicação com os representantes eleitor. Na tarde do mesmo dia, na segunda conversa sobre esse assunto, apareceu a referencia ao My Society - http://www.mysociety.org

A tag proposta no encontro para se localizar esses textos é "blogcidadao".

O Wagner Fontoura da CoWorkers e Riot ajudará a monitorar e reunir esse conteúdo e o Manoel Fernandes da Bites se ofereceu para consolidar o material e gerar o documento PDF para ele ser distribuído inclusive para quem tem menos familiaridade com a internet.

E nós da Talk faremos o contato com a administração dos Telecentros de São Paulo para mostrar esse produto e oferecê-lo para que ele seja aproveitado em comunidades menos favorecidas.

Vamos ver no que vai dar ;-)




Laptop de US$ 100: compre dois e leve um

Eu tinha uma pergunta, não sabia a quem fazê-la. Deixei publicada no blog. Alguém - que eu não sei se conheço, não se identificou - apareceu para responder. E a informação acompanha uma dica: como comprar um laptop por um preço razoável e ainda apoiar uma campanha importante.

A One Laptop Per Child lançou, no fim de setembro, uma campanha pro varejo, de olho nas vendas de fim de ano. Mas o bacana é que o mote deles é praticamente um slogam-do-avesso: "Compre dois, leve um".

Quem aderir paga US$399, recebe um XO em casa e automaticamente doa outro, para uma criança que viva em um dos países beneficiados pela campanha.

Esse tipo de ação responde ao empenho da OLPC, que é fazer o custo da máquina cair para efetivos 100 dólares quando ela for negociada com as nações em desenvolvimento. Tem mais detalhes aqui e aqui.

Presentão pro Natal, né?

Seria bacana se o nosso governo, um dos que está namorando esse equipamento, se comprometeu a comprar um milhão de máquinas, não facilitaria sua importação, tornando essa uma campanha nacional, mobilizando a sociedade civil para apoiar o projeto de inclusão digital do país.

É bom pra todo mundo, para quem quer uma máquina barata, para promover o projeto e inclusive para aumentar as doações para crianças brasileiras. Mas segundo o faq da campanha, só os americanos poderão comprar.

Um problema talvez seja uma possível concorrência desleal com o verajo, que vende outros produtos importados e paga impostos. Mas para saber com certeza, a gente precisa comparar o XO com as alternativas oferecidas na mesma faixa de preço - existe laptop novo vendido a R$ 800? Outro impeditivo à comercialização pode ser que isso dificultaria a identificação das máquinas oferecidas pelo governo, o que aumentaria a possibilidade delas serem roubadas ou vendidas.

Enfim, quem sabe essa conversa ainda não rende.

PS. Obrigado, Daniela!




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