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Entendi melhor os experimentos que deram origem à internet

Estes dias estive pesquisando para fazer uma apresentação e ganhei um pouco mais de discernimento sobre a origem, o embrião da Web. No Conectado, eu falo de dois projetos relacionados ao Arpa: o Arpanet e o oNLineSystem.

Não fica clara no livro a relação entre esses projetos porque essa informação foi incluída já na época de correção do texto pela editora, não deu tempo de aprofundar. Ficaram dúvidas: eles tinham os mesmos objetivos? Competiam? Surgiram da mesma equipe?

Minha compreensão sobre esse tema agora é o seguinte - e quem quiser, sinta-se à vontade para completar ou explicar melhor.




Como você ri online? - um registro de caso

Faz tempo que eu presto atenção nas formas como as pessoas riem online. Existem basicamente três maneiras:

* RSSSSS, que é - ou pelo menos eu imagino que seja - a constação da palavra "riso" ou "risos". Ou seja, voce está comunicando aos seus intelocutores o que está fazendo.

* :-D ou variações desse emoticon, usado para mostrar graficamente o seu estado.

* Hahahaha e variações, que transpõe para o texto o som que voce estaria emitindo.

Todas as possibilidades funcionam. Eu, pessoalmente, uso a última, mas o que me levou a escrever este post foi uma conversa via comunicador com o blogueiro Rafael Ziggy, que trabalha comigo na Knowtec.

A risada online do Rafael é idêntica à do André Passamani. Eles riem meio que no estilo do som grafado, mas, ao invés de colocar sequencias certinhas de Hs e As, eles põem sequencias desorganizadas de As, Es, Hs e Us.

Fica assim: "aehueahueae".

Talvez você não esteja percebendo onde eu quero chegar. Explico: rir usando Hahahaha parece história em quadrinho - mas nos HQs o desenhista usa recursos gráficos para dar vida à risada. Mas pelo comunicador fica meio como rir forçado, sem vontade, deixa essa impressão.

A risada é das coisas mais espontâneas do ser humano e é um mecanismo, segundo pesquisadores evolucionistas, que demonstra sinceridade, naturalidade. Ninguém ainda consegue fingir que está rindo e ser convincente.

E este é o meu ponto. Pode parecer ridiculo rir online usando "aehueahueae". Pode parecer meio Uga-Uga. Mas rir é Uga-Uga, é informal, é espontâneo. É também muitas vezes o contrário da repetição padronizada do "hahahaha", que soa falso.

Agora, a minha curiosidade: a risada desordenada é mesmo uma expressão natural, espontânea, - e parece ser isso - ou revela uma percepção desses mecanismos de convencimento e um utilização coinciente deles para demonstrar espontaneidade?

Ah-ham!




Sobre maçãs, cachorros e CEOs

Hoje de manhã passei na MacFix, uma revenda de produtos Apple. Desde a porta, tudo tem o encanto cool dessa marca. Meio galpão, meio nave espacial, esse é o ambiente da área de atendimento. Espaço livre, objetos geométricos, focos de luz e penumbra.

As três moças que recebem os pedidos atrás de Macs ultra modernos me lembraram personagens do Matrix ou Blade Runner, meio bonecas, meio robôs. Mas fora o cool previsível, esperado, uma coisa nessa loja é completamente surpreendente: um filhote magrelo e energético chamado Mel.

melPense diferente: para que deixar o seu cachorrinho de cinco meses no quintal uivando e atormentando os vizinhos? Traga-o para o trabalho para ele ficar solto, dentro da empresa, interagindo com os seus clientes!

O cachorro é de um dos diretores da revenda e segundo a atendente, ele faz o maior sucesso, principalmente nos dias em que o espaço fica lotado. Enquanto as pessoas esperam, ele distrai e quebra o gelo do ambiente.

Agora, só em uma empresa relacionada à marca Apple dá para se pensar num negócio desses. É totalmente "out of the box".

E falando na Apple, estive com dois CEOs nos últimos 15 dias. E sabe o que eles têm em comum? O MacBook Air. Também pelo tamanho, pela portabilidade. Mas o motivo principal é o impacto de se tirar uma máquina dessas na hora de uma apresentação. É o efeito surpresa. Quebra o gelo, as pessoas chegam pra ver e logo eles já têm um clima de mais informalidade para conduzir suas reuniões.

Isso tem tudo a ver com o que o Scoble escreveu sobre cartões de visita: eles são principalmente começadores de conversas. Aliás, a mesma função do IPhone, mas esse já virou carne de vaca, pricipalmente entre publicitários. Até o faxineiro das agências deve ter o seu. ;-)




Que parte da internet eles não entenderam?

Tenho um amigo que trabalha em um grande portal de internet brasileiro. Já faz alguns meses que ele me contou que sugeriu a seus superiores o lançamento de uma versão brasileira do site de notícias moderadas socialmente Digg.com. Seria uma aposta relativamente fácil por causa do tráfego que eles já tem e porque ninguém ainda se tornou referência nacional nessa área... Mas a idéia foi recusada. Motivo: porque isso implicaria em promover páginas da concorrência.

Para vocês verem como a mentalidade 1.0 ainda prevalece.




Campus Party, 5 gigas de lembranças

Foi rápido demais, mas parecia que iria durar para sempre. O dia escorregava e até para um possível TDAH havia estímulos demais. Muita gente, muita máquina, muita palestra, tudo isso interrompido continuamente pelas revistas à mochila para evitar roubos de equipamento.

Eu pretendia aparecer lá no sábado, dia do encerramento - mas ao mesmo tempo não queria. Foi como se o afastamento, a ruptura da rotina para ir a um casamento pela manhã, me tirasse do transe pelo overload total de informação e emoções. E acabou que na madrugada de sábado, em sincronia perfeita com o encerramento do CParty, meu corpo relaxou e peguei uma gripe daquelas, com direito a tremedeira, dor de garganta e nas juntas, e dificuldade para dormir por causa da suadeira e da corisa.

Muitas coisas boas aconteceram, mas algumas coisas ficaram desencontradas, varridas para debaixo do tapete. Acho que vale a pena fazer pelo menos este balanço publicamente.




Biografia televisiva na minha Sessão YouTube

Antes da sessão, cerveja, pão de queijo e conversa. Cazé é um host atencioso e tranquilo. Todos conversam com todos. Na hora marcada, esperamos mais um pouco. Twittadas regressivas até o início às 21h.

Fiz uma seleção intuitiva a partir da primeira imagem televisiva registrada na minha memória. A partir dela, outras lembranças apareceram.




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