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campanha | Não Zero

campanha

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Como promover a leitura no país usando a internet

Hoje recebi um livro da Espalhe como parte da ação Livro para Voar, feito para os postos de gasolina Ale.

O site é como o BookCrossing. Você "libera" os livros que não pretende mais ler para incentivar a prática da leitura.

Estive envolvido com esse assunto durante quatro anos com o site Leia Livro. E essa experiência me deixou a impressão de que o BookCrossing precisa ser adaptado para funcionar bem aqui.




Bancos, saiam do armário e assumam a Lei Azeredo

Caro Sérgio Amadeu, me diga se estou deixando alguma coisa de fora neste raciocínio. (Os dados deste post vêm desta reportagem da Folha.)

1) Todos os anos os bancos pagam R$ 500 milhões às vítimas de fraudes na rede, clonagem de cartões e golpes em caixas automáticos. (O código de defesa do consumidor determina que é responsabilidade do banco, e nao do cliente, investigar a denúncia.)

2) A campanha de Eduardo Azeredo ao Senado em 2002 recebeu uma doação de R$ 150 mil da empresa Scopus, que pertence ao Bradesco e cuida da área de internet banking dessa instituição.

3) Se a chamada Lei Azeredo for aprovada na Câmara, os provedores de acesso deverão armazenar os registros de acesso dos usuários por três anos ou pagar multa de até R$ 100 mil. (Ou seja, os bancos terão como informação para fazer investigações e possivelmente os provedores se tornem co-responsáveis pelos crimes, tendo que assumir o pagamento da indenização.)

Faz sentido: os bancos querem instalar "câmeras de dados" na Web para funcionar como as câmeras internas em estabelecimentos comerciais e inibir a prática de crimes online. E ajudar a eleger o Azeredo e patrocinar a campanha de convencimento para que essa lei passe deve ficar mais barato do que pagar R$ 500 milhões ao ano.

Acho que os bancos têm o direito de defender os interesses deles. Nada contra, sou cliente de três e uso constantemente caixas automáticos e internet banking. São uma mão na roda.

A única conta que não fecha nesse quadro é o senador negar qualquer favorecimento aos bancos na nova lei quando inclusive técnicos da federação que representa os bancos (Febraban) reconhecem informalmente isso.

E pior: que a Lei Azeredo seja promovida como se fosse combater crimes como a pornografia infantil na internet.

Ao se falar em pornografia infantil a sociedade - especialmente quem não entende os detalhes técnicos e jurídicos da lei - naturalmente tende a ser receptiva. Não seria tão simples dizer que os bancos querem que os indivíduos abram mão de sua privacidade na rede para que eles, bancos, gastem menos.

Esse, na minha opinião, é o problema desta lei. É sabido que a Febraban foi a instituição mais ativa nas discussões no Congresso e no entanto a lei é vendida como se fosse motivada por sentimentos cristãos visando a defesa da moral e dos bons costumes dos cidadãos honrados e honestos do país.

Se os bancos consideram que estão sendo lesados, OK, tomem as providências legais inclusive para se protegerem, mas não por meio da desinformação.




Justo quando eu tenho tudo para blogar muito, preciso reduzir o ímpeto

Desde 1996 eu batalho para ter um emprego para fazer o que eu faço hoje.

Finalmente esse emprego apareceu. A única coisa que eu me ocupo do momento que entro no escritório até sair é pensar em internet social, conteúdo gerado por usuário, essas coisas.

E justo quando isso acontece, quase parei de blogar.




Por que Nescau 2.0?

Nova embalagemSerá que os criadores do novo Nescau se inspiraram no termo Web 2.0? Pesquisei rapidamente na rede e não encontrei menção a uma campanha que envolva internet e colaboração. Isso vai ao encontro do que dizem os críticos do termo: 2.0 é um sinônimo vago de inovação. Serve para gerar buzz, não para promover os valores relacionados ao open.

PS. não estou linkando para o verbete em português porque ele está desatualizado, fala apenas de software, não diz que "Open source is a set of principles and practices that promote access to the design and production of goods and knowledge".




Laptop de US$ 100: compre dois e leve um

Eu tinha uma pergunta, não sabia a quem fazê-la. Deixei publicada no blog. Alguém - que eu não sei se conheço, não se identificou - apareceu para responder. E a informação acompanha uma dica: como comprar um laptop por um preço razoável e ainda apoiar uma campanha importante.

A One Laptop Per Child lançou, no fim de setembro, uma campanha pro varejo, de olho nas vendas de fim de ano. Mas o bacana é que o mote deles é praticamente um slogam-do-avesso: "Compre dois, leve um".

Quem aderir paga US$399, recebe um XO em casa e automaticamente doa outro, para uma criança que viva em um dos países beneficiados pela campanha.

Esse tipo de ação responde ao empenho da OLPC, que é fazer o custo da máquina cair para efetivos 100 dólares quando ela for negociada com as nações em desenvolvimento. Tem mais detalhes aqui e aqui.

Presentão pro Natal, né?

Seria bacana se o nosso governo, um dos que está namorando esse equipamento, se comprometeu a comprar um milhão de máquinas, não facilitaria sua importação, tornando essa uma campanha nacional, mobilizando a sociedade civil para apoiar o projeto de inclusão digital do país.

É bom pra todo mundo, para quem quer uma máquina barata, para promover o projeto e inclusive para aumentar as doações para crianças brasileiras. Mas segundo o faq da campanha, só os americanos poderão comprar.

Um problema talvez seja uma possível concorrência desleal com o verajo, que vende outros produtos importados e paga impostos. Mas para saber com certeza, a gente precisa comparar o XO com as alternativas oferecidas na mesma faixa de preço - existe laptop novo vendido a R$ 800? Outro impeditivo à comercialização pode ser que isso dificultaria a identificação das máquinas oferecidas pelo governo, o que aumentaria a possibilidade delas serem roubadas ou vendidas.

Enfim, quem sabe essa conversa ainda não rende.

PS. Obrigado, Daniela!




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