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caso | Não Zero

caso

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Como matar o intermediário: um estudo de caso sobre auto-publicação

Um dia ele criou um blog porque se sentia sozinho em um país estrangeiro.

Com o tempo, o blog se tornou popular e começaram a aparecer convites para publicar nos meios tradicionais.

Essa oportunidade implicou em limitar o acesso do conteúdo dele a "mercados", dificultando ou inviabilizando o acesso a quem não era atendido pelas estruturas de distribuição.

Um dia, ele cansou e, em 1400 palavras, mandou passear os principais jornais da Espanha, do México e da Argentina. E resolveu abrir uma editora.

Ele se propôs a fazer uma revista trimestral, sem nenhuma publicidade, com duzentas páginas, apenas com a participação das pessoas que ele gostava de ler.

De cara, teve dez mil pré-assinantes. Detalhe: a revista é disponibilizada online, grátis.

Vale a pena conhecer esta história:

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Case de voluntariado: grupo se reúne quinzenalmente para conversar com moradores de rua

Este post e o anterior fazem parte da ação Dia do Voluntariado.

Vou escrever sobre um grupo voluntário que se formou e atua de forma independente, sem estar vinculado a instituições.

Vou falar sobre eles não para promove-los para potenciais voluntários, mas para mostrar que não existe oportunidade ideal para atuar. Só depende de querer.

Esse grupo que vou integrar tem oito pessoas e surgiu a partir da amizade formada entre eles dentro do movimento espírita.

Eles atuam há quase cinco anos e de forma autônoma. Também não têm um líder: se falam e dividem entre si as responsabilidades pelo trabalho.

O objetivo do grupo é conversar amigavelmente com moradores de rua. E eles levam consigo um lanche para ter o pretexto para a aproximação.

Utilizam o livro Minutos de Sabedoria [download PDF], porque não tem vínculação religiosa. Para os que aceitam, eles lêem uma página à escolha deles e fazem juntos um pai Nosso.

Eles saem de 15 em 15 dias.

No inverno, entregam, além do lanche, cobertores, agasalhos e meias.

Em dezembro, habitualmente, eles passam algumas horas com os moradores de rua, na véspera de Natal, dia 24.

E fazem também um lanche diferente nessa data, caprichado com docinhos e coisas desse tipo.

Poderei contar mais quando tiver feito a primeira incursão junto com eles.

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Associar RSS e Twitter facilita a leitura de feeds e pode ajudar outras pessoas

Eu não gosto de RSS. Eu tendo a querer assinar conteúdo demais e depois fico angustiado por não dar conta de ler tudo. O Twitter é mais legal porque é dinâmico, se você não pode dar atenção às mensagens novas, esquece e volta depois. Pensei, então, numa solução para casar o aspecto positivo dos dois serviços de maneira que eu pudesse ler o RSS pelo Twitter.

A idéia é simples: pegar os feeds que me interessam e retransmití-los para o Twitter. As vantagens são: concentrar a leitura em uma plataforma, não ter a sensação de que o conteúdo esteja se acumulando e poder disponibilizar esse conteúdo específico para outras pessoas que se interessem pelo mesmo assunto.

O primeiro passo foi criar uma conta nova no Twitter. Você pode também direcionar o feed para a mesma conta, mas preferi manter a minha conta como um espaço pessoal. Isso ajuda também a quem quer o conteúdo específico, mas não quer todas as outras mensagens.

Meu interesse era reunir conteúdo publicado de estudos sobre Internet feitos pela perspectiva da antropologia. Ao invés de usar todo o conteúdo, usei o FeedRinse para filtrar tudo o que não fosse sobre o assunto de interesse. Em seguida, usei o link do feed filtrado em um serviço chamado RSS2Twitter para publicar o conteúdo que chegasse na nova conta do Twitter.

Finalmente, passei a seguir essa conta como se fosse outra pessoa, podendo desfrutar do conteúdo que ela publica, sem acessar o RSS e também sem me preocupar em ler cada item. E a conta também fica disponível para quem se interessar pelo mesmo recorte de assunto.

A mesma solução pode servir, por exemplo, para se filtrar determinado tipo de conteúdo do próprio Twitter. O mashup acima teria como fonte o < a href="http://search.twitter.com/advanced">modo avançado da ferramenta de busca do Twitter para selecionar determinados conteúdos como: 1) todas as mensagens, 2) dos usuários A, B e C; 3) que contenham links; e 4) que contenham as termos relacionados.

Essa seria uma maneira, por exemplo, de criar listas de usuários e receber conteúdo sobre o que várias pessoas escrevem sobre determinados assuntos -- ao invés de ter que ler tudo o que elas escrevem sobre tudo para ficar sabendo apenas de questões pontuais.

Espero que isso possa ser útil para alguém. Comentários sobre como soluções relacionadas a essa são bem-vindos.

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Como você ri online? - um registro de caso

Faz tempo que eu presto atenção nas formas como as pessoas riem online. Existem basicamente três maneiras:

* RSSSSS, que é - ou pelo menos eu imagino que seja - a constação da palavra "riso" ou "risos". Ou seja, voce está comunicando aos seus intelocutores o que está fazendo.

* :-D ou variações desse emoticon, usado para mostrar graficamente o seu estado.

* Hahahaha e variações, que transpõe para o texto o som que voce estaria emitindo.

Todas as possibilidades funcionam. Eu, pessoalmente, uso a última, mas o que me levou a escrever este post foi uma conversa via comunicador com o blogueiro Rafael Ziggy, que trabalha comigo na Knowtec.

A risada online do Rafael é idêntica à do André Passamani. Eles riem meio que no estilo do som grafado, mas, ao invés de colocar sequencias certinhas de Hs e As, eles põem sequencias desorganizadas de As, Es, Hs e Us.

Fica assim: "aehueahueae".

Talvez você não esteja percebendo onde eu quero chegar. Explico: rir usando Hahahaha parece história em quadrinho - mas nos HQs o desenhista usa recursos gráficos para dar vida à risada. Mas pelo comunicador fica meio como rir forçado, sem vontade, deixa essa impressão.

A risada é das coisas mais espontâneas do ser humano e é um mecanismo, segundo pesquisadores evolucionistas, que demonstra sinceridade, naturalidade. Ninguém ainda consegue fingir que está rindo e ser convincente.

E este é o meu ponto. Pode parecer ridiculo rir online usando "aehueahueae". Pode parecer meio Uga-Uga. Mas rir é Uga-Uga, é informal, é espontâneo. É também muitas vezes o contrário da repetição padronizada do "hahahaha", que soa falso.

Agora, a minha curiosidade: a risada desordenada é mesmo uma expressão natural, espontânea, - e parece ser isso - ou revela uma percepção desses mecanismos de convencimento e um utilização coinciente deles para demonstrar espontaneidade?

Ah-ham!




A busca pela eficiência, até quando? Ou: será que estamos doentes?

Me lembro de uma história. Não sei quem me contou ou quando. Era mais ou menos assim: um cientista visitou uma aldeia miserável no Peru. Os índios trabalhavam de sol a sol para tirar o mínimo para sobreviver. O visitante pensou: - Imagine a prosperidade deste lugar se eles tivessem tecnologia. E voltou à civilização, fez lobby e etc, até conseguir tratores para os moradores da tribo.

Voltou no ano seguinte à tribo e encontrou a mesma situação de penúria.




Milton Neves está na vanguarda avançada do uso paralelo de internet e rádio

É curioso perceber essa fronteira entre o que a gente sabe conscientemente e intuitivamente. Muita gente tem um certo medo de tecnologia e prefere nas conversas manter-se numa distância confortável dizendo que não entende do assunto. E ao mesmo tempo a internet é um fenômeno de massas. Ou seja, quem diz que não sabe muitas vezes sabe intuitivamente, sem se dar conta disso.




Rádio colaborativa: quatro experiências em emissoras públicas

Desde que aparecemos com a proposta de fazer uma emissora de rádio com a participação da audiência, a equipe da Cultura AM tenta imaginar como isso funcionaria. Pesquisando sobre modelos para apresentar a eles, encontrei um artigo tão bacana que decidi investir algumas horas para traduzi-lo e distribuir para as pessoas envolvidas no Radar Cultura.

O artigo apresenta o caso do Open Source, um programa inicialmente transmitido pela NPR feito junto com a audiência com o intermédio de um blog. Quais os desafios de se lidar cotidianamente com uma audiência que quer participar, doar seu tempo e inteligência para melhorar um programa, mas não tem treinamento para isso? Como reage a equipe, que já tem uma rotina carregada de trabalho e resiste a dedicar seu tempo interagindo com usuários? E ainda, como estabelecer um modelo de negócio para viabilizar esse produto novo e quais os desdobramentos possíveis para esse conceito? É curioso ainda notar como a tecnologia pode, neste caso, apontar para um caminho de renovação das emissoras públicas, que estão na vanguarda desses experimentos.

Esses pontos aparecem no excelente artigo do Mark Glaser, um especialista em novas mídias responsável pelo MediaShift Idea Lab, um guia para a revolução digital mantido pelo Public Broadcasting Service - PBS dos Estados Unidos.

Aqui está o link para o artigo original. A tradução a seguir foi autorizada pela PBS.




Pirataria off-line segue modelo de organização descentralizada

Esses dias estive na Santa Efigência - para quem não conhece, é a rua de São Paulo onde se concentram os vendedores de equipamentos eletrônicos - mapa aqui. Um verdadeiro bazar caótico, local das barganhas e também dos produtos contrabandeados ou roubados. (Muitos dos comerciantes têm presença na Web.)

Em um dia típico, no horário comercial, muitos ambulantes ocupam as calçadas. É difícil passar. Muitos estímulos, luzes que piscam, chamados, quer programa? quer jogos? A rua estreita geralmente ocupada de carros e pessoas cruzando, o trânsito flui devagar.

Esses dias passei por lá e tive a oportunidade de conversar com um dos jovens que vende programas piratas na rua.




O perfil do novo jornalista na Web - um relato de caso

André Passamani, 34 anos, um dos diretores da Colmeia, se formou e começou atuando como jornalista em Vitória, ES. Esses dias, trocávamos idéias sobre o perfil do profissional que está fazendo a internet hoje e ele se lembrou de uma experiência. Fiquei com ela na memória e esses dias pedi autorização a ele para registrar o caso.




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